2 Anos trazendo a lógica!!

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Comercial Novela Vamp: Vampiros de Verdade

Bem, pra quem não sabe, Vamp foi uma novela brasileira muito famosa que passava nos anos 90. E era, claro, sobre vampiros! Mas vampiros de verdade, veja bem!

Eis um resuminho feito pelo G1:

“Vamp” tinha como protagonista a atriz Claudia Ohana, que interpretava Natasha, uma roqueira brasileira de sucesso internacional que guardava um segredo: era uma vampira. A moça havia vendido sua alma em troca do sucesso para o conde Vald, vivido por Ney Latorraca.

Foi um sucesso muito grande aqui no Brasil!E até tentaram emplacar de novo a “vampiromania” que surgiu na época com a novela mais recente O Beijo do Vampiro, que, eu acredito, muitos aqui devem se lembrar.

Mas enfim, o fato é que Vamp vai voltar às telas graças ao canal Viva, um canal da Globo destinado a passar os programas mais antigos do canal; eles já reprisaram o megasucesso Vale-Tudo, por exemplo, e Sai de Baixo, comédia de sucesso dos domingos à noite dos anos 90!

E, para comemorar o retorno da novela, o canal decidiu fazer um comerical bem especial, que nos lembra com gosto quem eram os vampiros de verdade!E que ataca DIRETAMENTE a Saga Crepúsculo!Confira:

Infelizmente eu não tenho o canal Viva ;;!Mas, quem tiver e quiser assistir, fikdik: Vamp estréia dia 11 de Abril, às 15:30hrs ^^!

Agradeço à Bia (@BiA_kourin) do nosso parceiro PotterSampa (@PotterSampa) por ter me passado o vídeo via twitter!

– Giovanna.

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O que aprendi com Crepúsculo

“Os haters extremistas são tão cegos quanto os lovers radicais”

Lô Lô, Lover de Twilight na comunidade do Orkut Crepúsculo – Twilight Séries.

O que aprendi com Crepúsculo

Por Venenosa

FATOS

Em Novembro de 2009 o maior fórum lover de Portugal foi atacado por um pequeno grupo de haters que usou fakes e imagens pornô/nazistas como spam pelo fórum inteiro. O resultado foi o fechamento do fórum lover por um período de 48 horas e muito trabalhado para sua administração/moderação arrumar a bagunça. Alguns dias depois o fórum finalmente consegue se estabilizar e voltar a seu movimento normal. A administração então faz um pedido a seus membros: não ataquem nem critiquem nenhum fórum/blog/comu hater. Não é porque haviam sido atacados que fariam a mesma coisa.

O que os haters que os atacaram não sabem sobre aquele fórum, é que dignidade não tem haver com Crepúsculo.

Assim como odiar não deveria virar moda.

ANIVERSÁRIO DE 2 ANOS DO BLOG

O Twilight Haters Brasil completa dois anos de vida e muito ódio no coração.

Vimos amor e ódio, vimos os três filmes da saga, fomos a TV, fomos referência de blog lover, fomos indicados em revista, fomos um pouco de tudo.

Fomos atacados diversas vezes por centenas de lovers histéricas. Fui julgada e condenada, fui o certo e o errado, fui hater.

Mas nunca fui má.

Defendi a liberdade de expressão, o feminismo, idolatrei a teoria literária, aplaudi grandes escritores, ri de boas piadas, aceitei bons argumentos e me mantive (como sempre) digna.

Fui mal interpretada.

Talvez tenha interpretado mal, uma vez ou outra.

Fui o lado negro do fandon (ainda sou), fui aquela voz da verdade que você não queria ler, abri os olhos de muitos.

E abri os meus.

Entendo mais da série do que a maior parte dos fãs, detesto posers também, acompanhei os filmes, comprei os livros. O objetivo era outro, mas as atitudes até pareciam as mesmas.

Ri muito com Crepúsculo.

Generalizei e ofendi muitos fãs que não mereciam, demorei a entender que nem todo fã era igual.

E os fãs legais demoraram muito para me entender também.

Muitos ainda não entenderam.

Tive muitos lovers pertinho da mim (pequenas ovelhas perto de nós, os leões) e aprendi a amar e cuidar de cada um deles.

Estive entre os lovers também (lobo em pele de cordeiro) e nem senti vontade de sair.

Vi as coisas boas em Crepúsculo.

Vi que eram bem poucas também.

Mas estavam lá.

Nesses dois anos, aprendi que nada uni tão fortemente quanto o ódio – nem mesmo o amor, a amizade ou a admiração (palavras do escritor russo Anton Tchekhov).

E se Chico Xavier disse que o ódio nada mais é que o amor que adoeceu gravemente, amo tanto a literatura que odeio Twilight de coração. Então no fim, tudo é sobre o amor.

Vi os lovers sensatos.

Vi os haters ruins.

Sou um ponto entre os dois.

Hater sensata.

Cansada.

Dois anos.

E se você nos acompanha desde o início, não cometa o erro de pensar que nos ama mais do que nós amamos vocês. Afinal, o que é uma árvore diante de uma floresta inteira?

E os leões se apaixonaram pelos cordeirinhos.

__________

N.A.: O fórum citado no começo é o Twilighters Portugal. Ele foi atacado por haters bem trolls que não somos nós. Recado especial para todas as meninas do Twilighters Portugal: vcs são lindas e dignas. Ass: Venenosa.

Dois anos

Ana

Palavras da Vene ou de Tchekhov, preciso citá-las também: nada une tão fortemente quanto o ódio.

Já me disseram muitas vezes que “amigo de internet é gente de mentirinha”. Sempre lembro disso porque, dentre todas as minhas amizades hoje, uma das mais antigas é alguém que não tem envolvimento nenhum com o blog, a Carol. Nos conhecemos em outros tempos, no finado Fórum PotterVillage, há quase 7 anos. Ainda tenho alguns bons amigos de lá, mas a Carol é (e sempre foi) a Carol. No encontramos pela primeira vez em 2005 e a próxima vez só aconteceu em 2009. Amizade de internet. Estive na casa dela por uma semana no começo desse mês de janeiro. Amizade de internet. Dos meus amigos “reais” da mesma época, não tenho notícias desde a minha primeira visita à Carol.

Digo tudo isso porque, no fim, o que somos aqui no Twilight Haters senão amigos de internet? Às vezes me sinto um pouco patética de lembrar de quantas vezes nos divertimos e nos aborrecemos juntos com e por causa do blog… com as trollagens lovers, com a intromissão nas nossas vidas pessoais, com algumas discussões longas e ponderadas. Me sinto ainda mais patética de pensar que, dentre todos os momentos, aqueles mais marcantes foram os que nos apoiamos um no outro ou compartilhamos as alegrias, a repercussão de uma postagem, aquela fofoca sobre um de nós.

Como é que uma coisa de internet pode ser marcante, afinal?

Aí lembro da Carol e do quanto tudo foi (e é) de verdade, ainda que ela (e eu) fosse “gente de mentirinha”. Hoje, falar em Twilight Haters, pra mim, é falar em amizade. Se isso é possível, amizade cultivada pelo ódio – a algo em comum. Porque nada disso existiria se, lá atrás, a gente não sentisse que poderia se dar bem, se gostar, se entender. E não continuaria existindo se a gente não soubesse que pode continuar se entendo por muito tempo.

E, óbvio, fica um “agradecimento especial” a vocês todos, leitores lindos. Porque a gente pode até escrever alguns textos e botar no ar, a gente pode até ser quem responde pelo blog com o login de “Twilight Haters”, mas, de todas as formas possíveis, se não existiríamos sem essa amizade interna sobre a qual falei, tampouco existiríamos sem as contribuições, opiniões, críticas, puxações de saco (brinks) de vocês. Continuaríamos amigos, mas tudo seria ligeiramente menos divertido. Obrigada.

Dois anos depois

By Lily

A boa vantagem de se fazer aniversário no mesmo dia do blog se encontra no fato de que, nesse dia, eu paro muito para pensar no que foi a minha vida durante os anos que vivi. Desde 2009, que tive o privilégio extremo de poder pensar no que o próprio Twilight Haters significou na minha vida nos últimos dois anos. E foram GRANDES mudanças, talvez até do que eu sou.

O fato é que, desde que Twilight entrou na minha vida, que me descobri muito mais do que em qualquer outro ano. As pessoas às vezes pensa que, só porque somos haters, que odiamos TUDO que Twilighr nos trouxe. E isso não é bem verdade. Sou muito sincera em afirmar que, se um dia descobri (ou reafirmei) os meus ideais de vida e o que queria para mim mesma, foi porque um dia me encontrei com Isabella Swan e descobri que queria ser o exato oposto daquele tipo de mulher. Também foi, ao conhecer Stephenie Meyer, que soube exatamente o tipo de pessoa E escritora que quero ser, e isso não é pouca coisa.

O que seria do doce sem o amargo?

Aprendi muita coisa nos dois anos que vivi no Twilight Haters. Não foram dois anos fáceis: esse blog me exigiu tempo, disposição, criatividade e (quem diria?) muito amor. Não amor pelo ódio à saga (se é que esse tipo de sentimento existe), mas amor ao que quis defender nesses longos dois anos, amor pelos vínculos aqui criados, amor pela própria Letícia que descobri existir dentro de mim ao longo de dois anos de alegrias, tristezas e muitas outras coisas.

Levo com muito carinho tudo que aprendi e adquiri nesse tempo, ao lado não só dessa equipe, mas também ao lado de cada um que conheci nessa jornada. Cada experiência vivida – e incluo aqui até mesmo as “indesejadas”, que foram de um número sem fim, algo do qual eu não me orgulho – me ensinou que existe um mundo lá fora que pode e quer ter opinião. Foi apenas com o Twilight Haters que aprendi a acreditar que, se quisermos ser ouvidos, nós PODEMOS. Quando começamos, lá em 2009, todos acreditavam que não seríamos ouvidos, que ninguém ligaria para o que estávamos propostos a dizer. No meio de uma febre tão grande, em um mundo onde parece minguar a vontade de aprender (entre outras coisas), QUEM daria bola para um bando de jovens do contra?

E aí veio os muitos comentários, as pessoas, as referências, a televisão, e muito mais do que eu jamais imaginei.

E é engraçado ver que, foi com o “ódio” à saga, que pudemos falar de outros assuntos, muito mais “sérios”. Queda do diploma do Jornalismo, Violência à Mulher, Descaso da Educação Brasileira, Tolerância às Diferenças… coisas que, apesar de não estarem inseridas no contexto de Twilight, puderam ganhar voz, atingiram mais de dez pessoas.

Coisas que a gente aprendeu a defender nesses dois anos também.

E aí, a cada 25 de janeiro, eu posso parar para pensar no quanto parte do que eu sou hoje eu devo à esse blog. Às palavras que aqui disse, às brigas em que me envolvi – e das quais eu tive que me testar e perceber o que, afinal, quero e estou defendendo – e até mesmo às lovers que conheci no caminho. Pessoas que também amam, pessoas que sentem, e que também tem um lado a defender. Pessoas das quais, hoje, sou amiga. Alguns amigos que amo como amo a minha família, aliás.

Foram dois anos intensos, duros, difíceis. Tristes em alguns pontos, mas felizes na maior parte deles. E só por isso eu já tenho a agradecer.

Obrigada. Obrigada por me fazerem descobrir quem eu sou de verdade.

Hater de Twilight sim.

Mas lover de cada um de vocês.

Dois anos mais tarde

Tammie.

Entrar para a Equipe Twilight Haters Brasil foi um dos momentos estranhos da minha vida que jamais compreendo os “como”, “quando” e “o quê”. Mas em determinado momento de janeiro, lá estava eu, abraçando a idéia e aprovando com tanto entusiasmo quanto todos os outros as sugestões que tínhamos para montar o blog. Antes éramos apenas um grupo de pessoas com pensamentos semelhantes – e muitas vezes nem tão semelhantes, ou completamente opostas, mas que de certo modo nos complementava – e não sei quando foi que viramos amigos, quando “os Haters” se tornaram mais do que um grupo virtual, mas simplesmente aconteceu. Em um dia, a Lily, a Ana, o Anísio, o JP, a Venenosa, todos os membros se tornaram um grupo que hoje eu não consigo viver sem.

Muito aconteceu nesses dois anos. Todos nós passamos por grandes mudanças, sejam elas pessoais, não relacionadas com o Blog, ou intrínseco ao mundo que nos esforçamos para entender e expor nosso ponto de vista. Eu, particularmente, amadureci muito – não apenas pelas postagens e pelo número de pessoas envolvidas, algo que me motivou (eu falaria obrigar, mas como fazer algo com prazer pode ser uma obrigação?) a pesquisar muito mais, a ler muito mais, pelas diferenças que nós mesmos possuímos uns com os outros, mas sim por aprender a como agir diante de várias pessoas, com expectativas em relação a mim e ao que digo. Comecei na Equipe como uma menina recém saída do Ensino Médio, com vários pensamentos que hoje não se enquadram mais no meu estilo de vida, não fazem mais sentido.

Como a Ana disse logo depois do TwiHaters na MTV, não esperávamos que tantas pessoas nos lessem, que tantas pessoas acompanhassem o que falávamos e, principalmente, que eles estudariam nossas ações e exigiram determinados tipos de comportamento. Eu, particularmente, nunca pensei que chegaria nesse ponto (ainda mais porquê, sério, achem que estou mentindo, mas sou uma pessoa tímida HAHAHA pessoalmente sou bem mais quieta e reservada, tudo me soa como exposição exagerada). Então, de certo modo, vocês leitores foram um catalisador para aprendermos não somente a agir assim ou assado, mas a pararmos por certos segundos e analisarmos como temos nos comportado, como estamos agindo e, acima de tudo, se o que estamos fazendo em tal situação é o suficiente. Levei muito da esfera do blog para fora da minha vida, ainda mais nesse quesito de me cobrar mais, exigir mais leituras, mais estudos, mais reflexões, e só tenho a agradecer a vocês.

Tentamos garantir um momento agradável para os que nos acompanham – não as lovers psicopatas, porque… É, bem, deixa para lá – e, em troca, vocês nos trouxeram um enriquecimento pessoal da qual eu jamais seria capaz de agradecer em igual proporção.

Diante dos seus pés, os leões são vocês. Eu sou só o cordeirinho HAHA.

Muito obrigada por tudo!

 

Dois anos

Giovanna

 

É curioso ser parte de um grupo Hater. Quer dizer, não é algo que vemos todo dia em blogs ou sites, mais mesmo em comunidades em sites tipo Orkut. Então entrar nisso é algo realmente novo e grande para todos dessa equipe!
Eu gosto muito, aliás, AMO, fazer parte disso! Temos outra perspectiva, que queremos passar para os leitores, Lovers e Haters, um modo de mostrar que nem tudo que nós gostamos pode ser 100% perfeito e positivo.
E esses dois anos foram extremamente especiais para mim, conheci pessoas muito especiais, fiz grandes amizades, passamos por poucas e boas juntos, vivemos grandes momentos, simplesmente anos incríveis (!!!) para mim e com certeza para todos que conheci nesses anos!
Amo todos vocês, SEUS LINDOS!

É o que todos nós da equipe desejamos à todos!
Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!
Que 2011 venha cheio de maravilhosas surpresas e com muitas novidades!

Muito obrigado a você por ter se unido a nossa família; Ter nos acompanhando ao longo de todo o tempo em que estamos no ar. Este blog não existiria se não fosse por seu apoio.

Um grande abraço de todos da equipe,
Twilight Haters Brasil!

Um ano – e que muitos outros ainda venham – trazendo a lógica!!!


Twilight no Desciclopédia

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Crepúsculo, principal causador de ataques de pânico.

 

Crepúsculo” pode significar duas, três, ou 886 coisas.
Isto significa que a Desciclopédia está confusa demais. Por favor tente de novo.

Crepúsculo pode ser:

  • Crepúsculo (fenômeno): parte do dia em que o sol se põe (ou seja, o anoitecer), além de ser o horário em que você começa a ficar com sono;
  • Crepúsculo (série): série de livros que conta a história de amor melosa entre um vampiro emo e uma guria retardada, escrita pela desocupada Stepheinie do Mayer.

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A ideia de que, se você fosse imortal, iria para uma escola em vez de a Paris, Katmandu ou Veneza é boba!
Anne Rice

Você quis dizer: GAYpúsculo
Google sobre Crepúsculo (série)
Você quis dizer: Prepúcio
Google sobre Crepúsculo (série)
Você quis dizer: CRAPúsculo
Google sobre Crepúsculo (série)
Você quis dizer: Filme pornô de mulher ?
Google sobre Crepúsculo (série)

Preferia ter ido ver o filme do Pelé!
Chaves sobre o filme Crepúsculo

Não sou desiludido a ponto de compará-los com vampiros só por serem chamados assim!
Oscar Wilde sobre “vampiros” de Crepúsculo

Só falta agora fazerem lobisomens fofinhos no próximo filme
Pessoas normais ao sairem do cinema putos da vida depois de ver o “filme” sobre Crepúsculo
Que vergonhaaaa
Anjos da noite sobre Crepúsculo

Agora tenho mais raiva ainda de ser vampiro
BLADE sobre Crepúsculo

Por isso eu saí do ramo
Buffy a caça vampiros sobre Crepúsculo

Qual é a mocinha do filme?
Público na dúvida sobre Crepúsculo

Aaaaaaaaaaaaaaaaa lindoooo aai tô molhadinha
Todas as patricinhas que leem capricho e Crepúsculo gritando no cinema

Eu tava vendo um filme chamado Crepúsculo, não mais quem vê um filme com um nome desse tem de tomar na Bunda tambem, o Filme Ruim que coisa GAY VAI A MERDA VIU!!!
Alborghetti depois de ler Crepúsculo

Porque o filme se chama Crepúsculo?!
Qualquer pessoa que não leu o livro sobre o filme Crepúsculo

Mas que porra é essa?
William Shakespeare sobre Crepúsculo

Twilight é o décimo círculo do inferno.
Dante sobre Crepúsculo

Edward Cullen olhará para cima e gritará “Do I dazzle you?”. E eu murmurarei “Não, porra!”
Rorschach sobre Crepúsculo

É encosto!
Edir Macedo sobre Crepúsculo

Bom, era Twilight ou a crucificação… Não é como se alguém pudesse me culpar.
Jesus Cristo sobre Crepúsculo

Olha a Globeleza aí gente!
Sambista sobre Edward Cullen ao vê-lo no sol

Bicha não morre, bicha vira purpurina!
Jorge Lafond sobre Edward Cullen ao vê-lo sob sol

Bitch, please…
JK Rowling sobre Stephenie Meyer

Nããããããooooo
Bram Stoker sobre Crepúsculo

“Imprintar”? É uma interessantíssima desculpa… Quero dizer, explicação.
Humbert Humbert sobre Jacob Black e Renesmee

ANTE GEIA!!!!!!
Takis Tsoukalas sobre a série Crepúsculo

Fiquei cego pra não ter que ler essa bosta.
Ray Charles sobre Crepúsculo

É igual Harry Potter né?
Carla Perez sobre Twilight

Eu quero imagens da bicha drogada!
Datena sobre Edward Cullen

Eu aprovo!
Pedobear sobre Jacob e Reneesme

Plágio do caralho. Meyer sua vaca, devia tar lendo aquela merda de livro que eu fiz em seus sonhos!
Lisa Jane Smith sobre Crepúsculo

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Twilight, ou Crepúsculo ou CRAPúsculo, é uma série de livros meia-boca e completamente femininos criada por uma escritora que estava a beira da falência, mas descobriu que as menininhas de hoje em dia adoram mesmo é um viado e escreveu essa coisa sobre uma menina (Florisbela Swan que se apaixona por uma purpurina ambulante chamada Edward Cullen, que já fez bico nos cinemas como Sininho na animação Peter Pan.

De onde veio o Crepúsculo

A autora Stephenie Meyer, casada com um pescador, grosso, bêbado, que batia nela todos os dias e não a comia direito, criou a saga do “Crepúsculo” quando não tinha mais nada na cabeça, até mesmo toda a sua heroína havia acabado. Sua única diversão era assistir A Praça é Nossa e rir como qualquer americano de meia idade de bordões idiotas como “Bicha não morre meu bem, bicha vira purpurina”, e num espasmo de infelicidade, resolveu juntar isso ao fato de que o seu barco-casa estava infestado por morcegos brancos e tinha um baita cheiro de cachorro molhado. Nascia então a base para Crepúsculo.

Resumo

Crepúsculo – Ou – Como acabar com a lenda dos vampiros no século XXI, fazendo as crianças do futuro acreditarem que vampiros brilham no sol, são sogros de lobisomens e leem pensamentos.

O primeiro livro da série conta a história do amor duvidoso entre uma humana e um vampiro, se é que pode se chamar isso de vampiro.

Florisbella Swan (Kristen Stewart, aquela pirralha de… quais outros filmes ela fez mesmo?) é uma adolescente mimadinha, anti-social e com a mania que é desgraçadinha e sarcástica, que se muda para Forks para ir viver com seu pai bêbado, o polícial que não faz nada além de pescar, Charlie, pois a sua mãe encontrou um novo marido e não ta afim de ter que aturar Bella enquanto faz um rala-e-rola com o mesmo. Então, Florisbela começa a frequentar a escola de Forks, aonde conhece os “amigos” e também Edward Cullen, um branquelo recluso com cara de superior, por quem se apaixona imediatamente, da mesma maneira que a sua irmã se apaixona instantâneamente por qualquer cantor que aparecer na MTV.

Edward, por sua vez, guarda um terrível segredo, ou melhor, seria terrível se ele fosse um vampiro de verdade, nos moldes de Drácula ou Lestat, e não algo que se parece com um macaco que fica pulando de galho em galho afim de encontrar um bixo preguiça pra poder tomar seu sangue, pois é um vampiro vegetariano. Edward também se apaixona por Florisbela, só que na verdade o garotão fico de olho mesmo é no sangue da guria, e por isso ele não pode ter as relaxões sexuais que ela tanto quer, por tem perigo de matá-la. Isso é o que ele diz, mas o fato é que Edward ainda não está decidido sobre a sua sexualidade (ou homossexualidade), fato este que só será definido no segundo livro da série.

A boa notícia é que não precisa de gastar dinheiro em lenha para se aquecer no Inverno: basta ir á casa de uma adolescente romântica e assistir o filme com ela, pois ler eu garanto que ela não vai querer (ou não vai saber).

Twilight (Crepúsculo)

They tried to make me read Twilight, I said no, no, no
Amy Winehouse sobre Crepúsculo

This shit is bananas. B A-N-A-N-A-S!!
Gwen Stefani sobre Crepúsculo

No primeiro amontoado de folhas escritas num momento de total viagem estelar devido a uma overdose de cheiramento de gatinhos, Mella Swando conhece Fedward Cullen, um jovem estranho, branco que nem a Branca de Neve, estranho, recluso, estranho, topetudo, estranho e com cara de malvado, que no decorrer do romance mela cueca dos dois ela descobre ser um vampiro, ou melhor, uma Fada dos Dentes.

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Edward CUllen, brilhando com a luz do sol

Tomada pelo amor enlouquecido comparado ao que sua irmã sente pela Banda Cine, ela faz com que ele deixe de lado o medo (sim, nesse romance o viado medroso é ele!) e acabam começando um namoreco que acontece o livro inteiro sem darem nem um selinho sequer. Mas no desenrolar da historia, ela é exposta a um perigo muito maior, onde vampiros mais conviencentes (não vou dizer vampiros de verdade, por que eles ainda brilham no sol) desejam come-la do sentido literal, e ai Eduardo e sua família fazem de tudo para salva-la.

New Moon (Lua Nova)

Roubei o Natal foi porque as criancinhas todas estavam pedindo Crepúsculo para o Papai Noel!
O Grinch sobre Crepúsculo

Depois de perceber que talvez aquilo que Florisbela tem entre as pernas não é bem o que ele quer, e também que dali sai muito sangue e isso pode coloca-la em perigo por que em sua família tem um pervertido chamado Jasper, o qual faria de tudo pra pegar a perseguida ensanguentada de Florisbelaque, Eduardo decide partir para Nova Nova Nova Nova Iorque e deixa-la sozinha em uma floresta. PUTA QUE PARIU! Se ele a ama, por que a deixaria num lugar como aquele? Tem Mosquitos!

Toda deprimidinha e carente por atenção, Florisbela em mais um dia de solidão ouvindo bandas góticas encontrou um velho amigo metaleiro cabeludo com descendência indígina da tribo Querleite, conhecido como Jacó Preto, com quem constrói uma grande amizade (embora Jacó queria mesmo era outras coisas) e fica toda rebeldinha. Porém, como o tempo, ela descobre que Jacob também não é um ser humano normal, na verdade ele é um Lobisomem, e ta orrendo de vontade de comê-la, no sentido safado.

Num desenrolar muito intediante e monótono, quando você ja quer sair do cinema ou jogar o livro pela janela, Florisbela descobre que Eduardo irá se matar por acreditar que ela está morta, e assim ela vai até a Itália pra salvar seu amado globeleza, e consegue (claro, livro para menininhas sempre tem final feliz!), mas se encrenca com os vampiros mais poderosos do mundo, aqueles em que o scouter do Vegeta marca mais de oito mil, os Volturi, que só permitem que os Cullen a levem de volta se ela se tornar uma purpurina brilante também em breve.

Eclipse

Victoria, suuuper revoltadinha com o fracasso da tentativa de matar Bella, chama Riley, um novo “amigo” para a brincadeira. Jasper, irmãozinho de Edward, ex-combatente traumatizado pela guerra, ex-discípulo de Chuck Norris e adepto de laque ex-tra forte começa então a treinar os vampiros e os transformistas de casacos de pele, carinhosamente conhecidos como ‘O Bando’, por pura fala do que fazer e para exibir as suas cicatrizes ganhas em “combates”.

Entretanto Victória consegue achá-los só que ao chegar lá deparou-se com uma cena tão chocante – e “interessante” – que a vampira resolveu ficar de vouyer já que aquilo era bem melhor do que a pouca-vergonha da novela das 8h.

Mais tarde, Victoria decide que quer entrar na brincadeira. Bella fica encostada na parede, enquanto vê Victoria e Edward praticando sexo, até a vampira cair destruída no chão.

Breaking Dawn (Amanhecer)

A amazônia e o Rio de Janeiro são próximos. No Brasil fala-se espanhol e a dança típica é o tango.
Meyer esbanjando inteligência em seu livro “Amanhecer”

Ultima parte da merda saga, onde Bella se casa com Edward esperando procriar um monte de monstrinhos… Mas como Edward é muito viado forte tem medo de fuder machucar a Bella, mas ela consegue se aproveitar do vampiro fazendo com que ele quebre toda a casa pra extravasar a energia.

Ela tem uma monstrinha chamada Renesmee que quase mata ela durante a gestação (de um mês) e mata enfim durante o parto. Edward chupa morde ela e ela vira uma sangue-suga zen… A gangue italianados Volturivai tentar acabar com as monstras mas não conseguem porque os Cullen também chamam a sua gangue.

Bella descobre que Jacó Preto (ou Já Cabe o Black) é pedófilo e tá doido pra pegar se casar com a sua filhinha. E Bella acaba o livro fudendo no quarto com Edward já que como os vampiros não dormem ela arranjou o que fazer de noite, a noite toda…

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Típica fã da série

PERSONAGENS

Bella Swan

Retardada louca para ser fudida por um emossexual que se recusa a comê-la. Além de anti-social, anda numa merda de carro e diz que gosta de ser pobre porque assim pode tomar sol na laje.

Edward Cullen

Eeeepa!!! Bicha não morre vira purpurina !!!
Vera Verão sobre sobre Edward
…e brilha muito no Crepúsculo!!
Zina sobre Edward Cullen
Vampirinho from-uk (o novo emo) com tendências homossexuais, conservador e muito casto, perseguidor e amante de Bella Swan, que pula fora quando a coisa esquenta. É a perfeição das perfeições, super mesmo muito perfeito que se recusa a dar pra Bella porque tem uma queda pelo vocalista do Muse, Matt Bellamy. Fez um teste para ser o “Viadinho do Começo do Filme”, mas não era macho suficiente.

Jacó Preto

Lobinho nativo gostosão, de corpo musculado e melhor amigo de Bella, para quem quer dar seu pau sua protecção por causa dos vampirinhos Cullen.

Alice Cullen

É uma prostituta que tem a missão de de dar para o Jasper (um doidinho com cara de retardado)e também é a anã bonitinha com a mania que é bailarina de ballet e tem visões do futuro. Fez participações especiais em “As Visões de Raven” e “O Profeta”.

Jasper Hale

É o emo com ar de sofrimento, ex-soldado da Guerra do Iraque, frequentador do mesmo cabeleireiro que Eduardo Mãos de Tesoura. É o mais recente consumidor de sangue de veado e o marido de Alice.

Rosalie Hale

A vampira loura gostosa com a mania que é mazona que dá (e não é pouco) pra Emmett. Virou vampira antes da menstruação e agora tem TPM eternamente.

Emmett Cullen

É o único machão da história. É grande, duro, gosta de dar porrada e fazer sexo. Não tem contributo para a história: limita-se a deitar edifícios abaixo quando come Rosalie e a dar porrada nos outros.

Carlisle Cullen

O papa vampirinho. Foi ele que transformou todos os outros em bolas e espelho e sugadores de sangue de veado. Louro gostosão com tendências homossexuais, wannabe Albert Einstein e vive fingido ser médico e comendo sua mulher, Esme.alem de esbanjar dinheiro na compra de carros e dizer “eu sou rico”

Esme Cullen

A mamãe vampirinha. Não tem nenhuma habilidade, não faz mais nada a não ser decorar casa, não é gostosa. Resumido: É uma bosta! Apenas está lá para dizerem que há uma mãe, para encher cenário e para ser comida por Carlisle.

Para pessoas que se preocupam com Posers…

Crepúsculo é o Cedrico de Harry Potter né?
Poser que não sabe nada sobre a série
Será que vai ter Crepúsculo 2?
Poser sobre Crepúsculo
Não vou ler não, vou esperar o filme sair
Poser maldito sobre sobre Twilight
Percebi! Ah, o cara que fez Jacob Black é o cara que fez Sharkboy!
Outro poser com sua maravilhosa descoberta

Diferenças entre Vampirinhos do “Crepúsculo” e Vampiros

Vampirinhos do Crepúsculo Vampiros
Bebem sangue de veado e de leãozinho da montanha. Bebem sangue de virgens, a quem retiraram a virgindade numa orgia vampiresca.
São brancos como a pele de uma cebola. São pálidos como o mármore.
Seus olhos têm cor de topázio (que bonito). Seus olhos são negros como as trevas ou escarlates como o sangue.
À luz solar viram purpurina. À luz solar morrem carbonizados.
São imortais, mas os Volturi podem matá-los. São imortais, mas podem morrer se a cabeça lhes for arrancada.
Cheiram a Sol, Mel e Lavanda. Cheiram a caixão.
Fazem amor apenas com a alma gêmea. Fazem sexo com toda mulher gostosa que lhe aparece e depois sugam-lhe o sangue.
As vampirinhas são magricelas e baixas. As vampiras são gostosas; com peito grande e corpo com curvas.
As vampirinhas são antifeministas e ficam em casa cuidando dos seus maridos vampirinhos. Vampiras são independentes, selvagens e dadas à putaria; dão pra todo o mundo e depois sugam-lhe o sangue.
Não dormem. Descansam em caixões, rodeados com terra da sua cidade natal (para recuperar as forças).
Gostam de desporto, música, estudar. Gostam de beber sangue e de tirar a virgindade de moças.
Vestem roupa da moda. Vestem trajes vitorianos.
Gostam de carros esportivos muito caros e importados do estrangeiro. Gostam de coches e charretes.
Ouvem Muse e Paramore. Tocam músicas sombrias em órgão para seduzir moças.
Salvam o dia, trabalhando em conjunto. Destroem o dia: tirando a virgindade da moça e bebendo o sangue dela, sozinhos.
São processados pelo Ibama. São processados pelos Direitos Humanos.
Num acto sexual, Edward crava suas dentuças numa almofada. Num acto sexual, um Vampiro crava suas presas no pescoço da mocinha.
Os vampirinhos do Crepúsculo apenas fazem sexo depois do casamento. Vampiro fode com qualquer mulher gostosa, a qualquer hora.
Apreciam fazer festinhas com decoração de flores. Gostam de fazer orgias onde tiraram a virgindade de moças indefesas e depois bebem o sangue delas.

Estatísticas

  • 50% dos leitores não sabem como que Edward se apaixonou por Bella, os outros 50% não opinam porque tem menos auto estima que a própria Bella;
  • 80% daqueles 50% anteriormente citados (os que tem baixa auto estima) pensam que são vampiros e de fato desses 80%, 10% morreram ao tentar pular de uma árvore.
  • 92% das pessoas estariam mortas se Edward Cullen dissesse que respirar não é legal, enquanto os outros 8% restantes riem histéricamente ao fundo
  • 100% das mulheres que leram essa merda se divorciaram de seus maridos
  • 95% das mulheres na verdade vão no cinema apenas para ver os atores do filme, elas não estão nem ai para o filme
  • 100% dos homens que leram essa merda achou o ruim(por que é mesmo!)
  • 100% dos homens que leram essa joça está se perguntando o por que teria feito essa cagada
  • 100% dos homens que leram isso está começou a ter dúvida sobre sua sexualidade
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Guillermo Del Toro Luta pelos ‘Direitos Humanos’ dos Vampiros

E aí povo?Tudo beleza? Curtindo o final do ano?

Bem, temos uma novidade para vocês. Como puderam notar, mudamos nosso layout e banner. Êêêêêê!!E o blog ainda terá muitas reforminhas, fiquem de olho!

O que acharam do layout? Respondam nos comentários!(Sobre a cor, já adiantando, não dá pra mudar pelo wordpress sem ter domínio pago, so… vai ter que esperar um pouco. OU mudamos o lay de novo. Eu gostei do azul, pra falar a verdade XD!)

Bem, vamos ao post!!

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Guillermo Del Toro Luta pelos ‘Direitos Humanos’ dos Vampiros

Fonte: Foforks

O diretor mexicano Guillermo Del Toro, conhecidos por filmes como Hellboy, Blade II e muitos outros, lançou ontem seu novo livro de uma saga sobre vampiros e durante a coletiva de imprensa disse que gostaria de defender os ‘direitos humanos’ dos vampiros, defender o que eles realmente são, aproveitando e fazendo uma breve crítica a saga Crepúsculo e outras. Confiram a entrevista de Del Toro abaixo.

Guillermo del Toro, diretor de cinema mexicano, declarou que está lutando pelos “direitos humanos” dos vampiros, logo que filmes como Crepúsculo ou séries como True Blood fazem as pessoas vê-los como “Emos que ficam em um canto chorando porque passaram anos sozinhos”.

O diretor considerou que um vampiro é um ser malvado que não simpatiza com sua preza e não um apaixonado emocional compassivo. Del Toro também defendeu o vampiro Vlad, protagonista de uma obra do escritor Carlos Fuentes, onde o Drácula se muda para o México e atua com um vampiro ‘real’.

Guillermo Del Toro considerou que Vlad seja a personificação perfeita do que deveria ser um  vampiro. “Vlad me apaixona porque ele é um controlador que destrói psicologicamente suas vítimas”, declarou o cineasta.

Este diretor de cinema é muito reconhecido e tem trabalhado como escritor junto com Chuck Hogan, com quem criou uma saga que fala muito de como se deve ser um vampiro, chamada ‘Nocturna’ e que com a segunda parte chamada ‘Oscura’ que promete ser melhor ainda.

O cineasta confessou que ainda vivendo na cidade do cinema, Los Angeles, com grandes projetos ao alcance de suas mãos, ainda quer estar com a sua gente.

“A maior dor que tenho é que eu tenho é que quis fazer cinema só no México ou em Guadalajara, Jalisco. Fazer histórias de horror que se passaram nas praias de Sayula o na Sierra de Tapalpa, eu que sei.”

“Tenho uma atração profunda pelo imaginário mexicano e, lamentavelmente, por suas tragédias pessoais, trabalho nos sucesso o melhor que eu posso, mas não só em cinema espanhol, mas também o mexicano me encantaria”, comentou em entrevista.

O também escritor está em Guadalajara, onde lançou ‘Oscura’ na Feira Internacional do Livro, segunda parte de sua trilogia de vampiros ‘Nocturna’.

Sua devolução pelo México é tão grande, que um dos seus projetos para 2011 é começar a produzir cinema, tanto animação como ação ao vivo, feita com talento nacional.

“Trabalho na DreamWorks faz alguns meses e estamos desenvolvendo um projeto de animação com espanhóis. Quero desenvolver um projeto de animadores no México, tenho a idéia de começar a produzir filmes de terror no México, muito cuidadosamente, com diretores que admiro ou que eu goste de seus curta metragens”.

“Nos próximos 10 anos quero estar envolvido em todos os campos com toda a gente que me provoca curiosidade ou admiração. Quero cimentar o futuro da narrativa de terror no campo em que estiver envolvido”, relatou.

Mesmo com o sucesso de seus livros, Del Toro descartou a possibilidade de eles virarem filmes para o cinema.

“Quando fiz os três livros, pensei neles como três temporadas de uma série para a televisão, e quando isso não foi possível, eu e Chuck Hogan, co-autor, decidimos fazer os livros juntos. No momento em que começamos a escrever, prometemos não vender os direitos nem pensar se ia se tornar um filme para o cinema ou televisão, porque então isso começa a contaminar a forma como escrevemos”, explicou.

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E a MEELHOOORR parte, os comentários!(Nomes não citados para respeitar o usuário):

“então ta…
nunca ouvi falar dele….
do guillermo ta!!!
de vampiros é claro q eu já ouvi falar”

(Comentário produtivééééérrimo)

“Manolo, pq esse povo gosta de meter o bedelho e falar mal das coisas diferentes das deles?

Vampiro emo é a ****!!!”

(Por que será, né?)

“Aaaff! Desde qdo vampiro existe de verdade pra esse cabeção achar que deve ser assim ou assado? ¬¬’ Cada autor descreve de um jeito,pois é uma coisa imaginária,eu por exemplo não vejo muita graça naqueles vampiros de terror.. prefiro o Edward!! hsushushsu *-*”

(Sem comentários XDDDD!)

“SÓ VOU FALAR UMA COISA: CREPÚSCULO FEZ SUCESSO POR QUE É DIFERENTE, SE FOSSE IGUAL AOS OUTROS FILMES DE VAMPIROS TRADICIONAIS NÃO IRIA FAZER SUCESSO! AGORA SE ELE ACHA QUE BLADE E ETC. SÃO MELHORES QUE CREPÚSCULO ELE ESTÁ ENGANADO PORQUE, OS FILMES DELE NÃO CHEGARAM NEM AOS PÉS DE TWILIGHT!

#pronto_falei”

(É isso aí, gente. O Labirinto do Fauno nem levou TRÊS Oscars e concorreu a mais TRÊS)

“aa fala serio!
nau tem nenhuma regra ou sentido
os Vampiros serem toodos iguais..
P/ min edward(ee a familia Cullen) fooi o melhor Vampiro que apareceu!
Nunca assisti se quer a um Episodio de True Blood atee porque aquilo parece meiio loco p min!
rsrs..
Maiis nau Critico quem gosta!

PS:Agradeço todos os Dias por a Titia Steph Existi!”

(O quee??Só porque True Blood é violento, tem cenas de sexo, e vampiros mais de verdade que o Edinho?Dik, amiga, vampiro é muto mais aquilo que seu “vampiro” Cullen, welcome to “reality”)

“Ahh, quer saber ? já estou cansada dessas pessoas falarem mal dos vampiros da Stephenie, parece que já virou moda as pessoas falarem: ahh, vampiros são seres malvados, eles não se apaixonam por sua presa

Aff, que povo mais chato, se não está contente com os vampiros da Meyer criem o seu próprio e pronto, está tudo certo”

(Bram Stoker, Anne Rice, Del Toro, André Vianco e Stephen King já fizeram isso… E VOCÊS é quem não estão contentes com isso XD!)

“AHA MEU FILHO FALA MAL DE CREPPUSCULO NA CADEIA FALOU?
FALAR QUE N GOSTAE UMA COISA FALAR MAL É OUTRA N EXISTE PADRÃO PRA VAMPIRO N VAMPIROS NÃO EXISTEM ENTAO CADA UM CRIA O QUE QUISER :p
AMO MTOO TODOS ELES :B”

(……Na cadeia?……….Na cadeia?….)

“Difícil opinar, definitivamente A Saga Crepúsculo não faz sucesso entre o público masculino… com raríssimas exceções, Edward foi até apelidado de vampiro purpurina! Mas o que seria do branco se todos gostassem do preto, não é verdade? Penso que Stephanie Meyer escolheu um público para escrever (jovem e feminino) e vamos combinar… a mulher marcou um golaço!”

(OMFG, EU SOU HOMEM!!!!)

“Vampiros são criaturas do imaginário, então alguém precisaria dizer a esse Del Toro, que a imaginação é livreeeeeeee, sem conceitos, estruturas, barreiras…

Ainda bem que a Stephanie tem um imaginário criativo e criou vampiros diferentes em muitas coisas e principalmente capazes de amar.

De ódio o mundo já está saturado.”

(Manolo, essa daqui DEFINITIVAMENTE não conhece o Del Toro XD!!Seguinte, gurl, vai caçar as maquiagens dos filmes dele e depois venha bater um papo sobre imaginação XD!E outra, a Stephenie Meyer é tão criativa quanto um saco de serragem.)

“Nossa, há muito tempo não postava no Foforks!
O Guilhermo Del Toro, assim como vários outros que adoram meter pau na saga tem essa visão limitada de que vampiros têm que beber sangue humano, todos os vampiros são iguais, assassinos vorazes que não tem mais o que fazer e só se divertem matando. Os vampiros de Anne Rice são bem assim e talvez por isso muitos a cultuem, porém me admira dizerem que Edward é fadinha ou sei lá o que, quando Lestat, Armand e outros 98% dos vampiros da Anne Rice são gays, além de matar gostam de dar uns amassos em homens mortais ou vampiros ¬¬.
Vampiros em algum momento de sua vida (incluindo os nascidos, que NÃO foram inventados por Meyer como muitos gostam de dizer ao criticar Nessie) já foram humanos e, como todo humano, eles tem PERSONALIDADE, do mesmo modo como os seres humanos são diversos, os vampiros também precisam ser, cada um com suas paixões e ambições, os que gostam de beber sangue humano e aqueles que lutam para não bebê-lo, aliás, em Entrevista com o Vampiro, Louis passa anos sem beber sangue humano e só volta a fazê-lo após um “golpe” de Lestat que lhe tira parte da humanidade – um erro de Rice. Lembremos ainda que a maioria dos vampiros do universo de Meyer bebem sangue humano, sejam os Volturi ou os que se juntam aos Cullen em BD.
Enfim, os vampiros não precisam ser todos iguais, possuem natureza assassina sim, mas podem muito bem ter aqueles que se rebelam e lutam contra isso, é assim que pretendo abordar no livro que estou escrevendo, vampiros como INDIVÍDUOS e não animais que precisam sempre se render aos seus instintos.”

(Gostei desse comentário!!E PQQQP, AMANHÃ MESMO TÔ LENDO ANNE RICE!*sim, verdade, eu ainda não li, porque não tive a oportunidade, sorry, não me julguem!!*)

“Guillermo Del Toro Luta pelos ‘Direitos Humanos’ dos Vampiros

Repito: Guillermo Del Toro Luta pelos ‘Direitos Humanos’ dos Vampiros

Direitos humanos?????
Pirou legal na batatinhaa…

***
Gente, vampiros não existem!! Cada um cria um vampiro do geito q bem entender! A Steph (diva, linda, genia, maravilhosa) criou os Cullens, q são vampiros lindo, educados e civilizados… Isso é problema dela e de quem gosta da Saga (nós)! Esse babaca não tem nada que ficar abrindo a boca pra solta abobrinha sobre os NOSSOS vampiros! Eu particularmente não tenho estomago pra assistir filmes de vampiros como o Dracula e o Vlad. Eu amo Twilight, minha amiga gosta de The Vampire Diaries.. nem por isso ela fala mal dos meu livros e eu dos dela por mais q não goste. Cada um tem seu gosto, e ninguém tem que ficar falando que tal filme é isso, e tal livro é isso.!
:@”

(1- Aspas existem por um motivo, “amiga”./2- Pra gostar de Vampire Diaries não pode gostar de Crepúsculo?Wassup?/3- Geito…Geito…ai…sais./4- “Eu particularmente não tenho estomago pra assistir filmes de vampiros como o Dracula e o Vlad.” <- Morri mto com isso. So, you don’t like REAL VAMPIRE MOVIES??Olha a cadeiiiraaaaaa…)

“Olha o q a Tia Steph falou em uma entrevista:

“Meus romances falam da vida, não da morte; do amor, não da violência. Tudo isso é motivo para este sucesso.”

E ela está certa. Pra que escrever livros com criaturas malignas, cruéis, que não sabem amar???
De maldade o mundo real já está cheio.”

(Isso me lembra aquele diálogo de Padrinhos Mágicos: “É violento!” “É educativo!”…”MAS MUUUUITO VIOLENTO!!VIVA A VIOLÊNCIA!!” Honestly, O MUNDO REAL não precisa de violência, mas, convenhamos…Na ficção isso é MUUITO bom)

“AHÃ???? EMO???? ELE VIU MESMO TWILIGHT?????
COMECEI A LER E NEM TERMINEI…. NADA A VER O QUE ELE FALOU… JÁ PERCEBI QUE PRA ESSE GUILLERMO AS ESTÓRIAS DE VAMPIRO DEVEM SEGUIR COM O TERROR E A MORDACIDADE DE SEMPRE… SENÃO NÃO SERVE…
POIS EU ACHO QUE O DIFERENCIAL DE TWILIGHT E DOS DEMAIS LIVROS SOBRE VAMPIROS QUE FORAM LANÇADOS DEPOIS DO FENÔMENO CRIADO PELA TIA SETPH SE DEVE AO FATO DELA TER COLOCADO OS VAMPIROS O MAIS PRÓXIMO POSSÍVEL DAS EMOÇÕES HUMANAS! ELA COLOCOU UMA SENSIBILIDADE QUE NUNCA ANTES FOI TRADUZIDA NESSES SERES FICTÍCIOS! O ROMANCE DE EDWARD E BELLA É O PONTO CHAVE DA TRAMA, MAS NÃO É SÓ ISSO QUE FICA IMPLÍCTO NA SÉRIE… OS VAMPIROS DA TIA SETPH SENTEM SÃO CORAJOSOS, MAS TB SENTEM MEDO.. ELES AMAM E ODEIAM, ELES SÃO MALVADOS, MAS TB BONZINHOS, ENFIM… DENTRO DAS DIFERENÇAS HÁ SEMELHANÇAS COM OS SENTIMENTOS E NECESSIDADES HUMANAS! É ISSO QUE OS TORNA DIFERENTE DOS ANTIGOS E DARKS FILMES SOBRE VAMPIROS QUE CONHECÍAMOS…
TIA STEPH COLOCOU MUITA SUTILEZA NAS SUAS ESTÓRIAS E CONQUISTOU OS CORAÇÕES DE TODO O MUNDO! COM ISSO, PODEMOS DIZER QUE ELA INOVOU NA MANEIRA DE RETRATAR OS VAMPIROS E PÔS FIM AO ESTILO DE FILME DARK E COM VAMPIRO ESTERIOTIPADO!”

(Doeu meus olhos. Adoro essa que todas as lovers acham que só Crepúsculo fez vampiros bonzinhos XD!)

Bem, para mais comentários legais, vejam a página da notícia!!o/

Euu, sure, concordo com o Del Toro. I mean, os vampiros precisam URGENTEMENTE serem revistos XD!Porque, se continuar como está, daqui a pouco eles caem MESMO no conceito, e aí nem salvação tem!!

Eu já falei umas 800 vezes aqui (Inclusive, tem TRÊS posts que eu falo disso aquiaqui E PRINCIPALMENTE AQUI) QUE VAMPIRO É UMA CRIATURA QUE JÁ PASSOU PRO NÍVEL MITOLÓGICO E PORTANTO NÃO PODE SER MUDADA COMO UM CONTO DE FADAS QUALQUEERRRRRRRRRR!!!*pira*. Vou ter que repetir e fazer outro post sobre isso?Preciso?Sério?

Tá tensa a coisa, muito, muito tensa.

Giovanna (Com preguiça de logar na própria conta XD!)


Resultado do sorteio – Opúsculo!

Pois então, gente…

Depois de muita ansiedade e espera e expectativa, eis os felizes que levaram Opúsculo pra casa!

Ou as felizes, porque foram duas garotas :)

O sorteio, como dito, foi feito pelo SorteiosPT e contamos manualmente os comentários – 70 válidos. Os números sorteados foram 26 e 34, e os comentários correspondentes a esse números foram os da Diana Krugger Martins e da Daniela Brunner!

Meninas, entraremos em contato com vocês pelo e-mail passado por vocês e aguardamos um retorno até sábado, 25/9. Se não houver resposta até lá, sortearemos outra pessoa.

Parabéns às duas!


Presente pra vocês! – Opúsculo

Pois sim, cordeiros queridos, o Twilight Haters BR presenteará vocês com dois exemplares de Opúsculo (comentado pela Nani nesse post).

Por quê?

De fato, por nada. Não é uma ocasião especial pro blog (que completa 2 anos em janeiro) nem nada do tipo, é só uma forma de agradecer a vocês, leitores, que ao longo desses quase-mas-nem-tanto 2 anos nos ajudaram, de forma essencial, a fazer o blog acontecer, crescer, aparecer na MTV, etc.

Nós nunca fizemos nada pelos leitores e sentimos falta de alguma coisa, de certa forma, interativa (ainda que os comentários sejam interativos… ah, vocês entenderam, né?). E qual seria o melhor jeito de começar se não fosse justamente presenteando nossos queridos, hein? Por isso, sortearemos dois exemplares da paródia Opúsculo pra vocês – um pra cada leitor, ninguém vai levar dois pra casa!

“Ah, mas por que sorteio? Prefiro promoção com frases, textos ou desenhos!”

Primeiro porque sorteio é mais justo com todos, já que as chances de ganhar são iguais. Muita gente não participa de promoções porque fica insegura e com a certeza de que não vai conseguir, e a gente não quer isso logo de cara. Também porque queremos conhecer o terreno primeiro, ver o retorno de vocês antes de assumir algo que ocupe tempo – vocês sabem que todos nós temos dias bem corridos.

As regras gerais são bem simples:

– Deixe um comentário, nesse post, dizendo “Sou hater de orgulho e quero ganhar Opúsculo no blog Twilight Haters Brasil!”, com seu nome e endereço de e-mail válido. Precisamos do endereço de e-mail porque é assim que vamos contatá-los. Pode ser preenchendo o espaço “e-mail” ou pode ser no corpo do comentário, fica a critério de cada um. Mas precisa ser válido!

– Só vale uma inscrição por pessoa. Acho desnecessário explicar.

– Infelizmente, pra concorrer, tem que ter endereço de entrega no Brasil. Pedimos desculpas aos leitores portugueses (e de outras partes do mundo, se temos algum), mas o problema é todo com o frete. Sabemos que, por ser impresso, é possível ser enviado de forma mais barata… porém essas formas mais baratas não dão opção de rastreio e queremos evitar ao máximo que o produto se perca no caminho. Espero que vocês entendam que a gente não tem retorno financeiro NENHUM com o blog e tanto livros como envio saíram do nosso bolso, e só por isso é que precisamos restringir os participantes aos que têm endereço de entrega no Brasil.

– A equipe Twilight Haters BR não poderá participar do sorteio. Agora é a vez dos leitores, né? :)

Vocês podem se inscrever até sábado, 18/9, e o resultado sai aqui no blog na segunda-feira, 20/9.

O sorteio será feito pelo SorteiosPT, por conta de imprevistinhos com outras opções de sites de sorteios. E pedimos, por favor, o mínimo de flood possível nesse post, só pra facilitar pra nós quando formos contabilizar os comentários e sortear os vencedores.

Lembrando que só serão considerados válidos os comentários com a frase, já que ela é a “chave” pra sabermos quem participa ou não!

Boa sorte a todos! =)

Equipe Twilight Haters BR


Stephen King x Twilight Fãs

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O grande escritor de livros fictícios, Stephen King, concedeu uma entrevista ao USA Weekend onde nela, o escritor fala da carreira das duas escritorias do momento, J.K. Rowling e Stephenie Meyer (escritora da saga Crepúsculo), que atualmente são reconhecidas mundialmente, assim como Stephen.

Stephen disse na entrevista que não sabe a sua influência que teve em Meyer, mas que ele já sabe que Rowling lia seus livros quando ela era mais jovem, o escritor elogia o trabalho da autora mas diz não gostar dos livros de Stephenie:

“Eu acho que sirvo como fonte para alguns escritores, e isso é muito bom. Tanto Rowling e Meyer são direcionadas a jovens, a diferença é que Jo é uma escritora maravilhosa e Stephenie Meyer não consegue escrever algo que vale a ser tão merecedor. Ela não é muito boa.”

Na entrevista, King também falou mal de outros escritores além de Meyer, mas ele disse que eles fazem sucesso devido ao assunto dos livros, como Crepúsculo, por ser “uma história de uma geração de garotas que querem participar numa jornada de amor e sexo e um cara que as ame e as proteja como Edward”. Stephen já teve seus livros exibido nas telonas, um exemplo é O Apanhador de Sonhos, lançado em 2003.

Reação das Fangirls

(tudo real tirado no ctrl-C e ctrl-V)

Luu C.: INVEJOSO, NOJENTO, RIDÍCULO, SEM NOÇÃO, VÁ ESCREVER UM LIVRO E VENHA FALAR MAU DE QUEM QUER QUE SEJA.

• ana c! (: É o prazer que essa gente tem de criticar o trabalho de alguém. Se ele acha o livro de Meyer ruim, porque não vai ele mesmo escrever algum? Dae ele vai ver a frustração de ver um trabalho pra que você se esforçou sendo criticado por algum BABACA que não faz merda nenhuma :)

• ana c! (: Sim, mas continuo achando, que a opnião dele pouco importa para fãs que realmente amam Twilight.
Eles não entendem, sabe? Todos os livros que o Stephen King fez, não tem o mesmo objetivo de Twilight.
Crepúsculo é um livro para teenagers, jovens, e claro que todos podem ler mas os livros dele, são feitos para observar casos da vida, coisas lindas. Twilight não tem esse objetivo, ele conta amor e aventura.
Os livros de Stephen são feitos para a vida ;)

Luu C.: O fato dele ser escritor também só torna a inveja mais pronunciada, tipo ‘ela é melhor que eu, vou esculachar ela.’ Louco, frustrado só por que os livros dele não fazem tanto sucesso, bjs.

ஒ Dєbbiє: fora q isso neeem deve ter a vr com o fato d q ele é um escritor q atualmente mta gente nao conhece (como eu o/) e ela tbm é escritora e d mto sucesso

‘ Teleco~/:  Stephen King? quem é este mesmo…? é a mesma coisa das Rouges vir falar que acha a Madonna muito fraca ¬¬
Nem sabia da existencia da pessoa :~ tsc ²

Giselly: Quem é esse SER chamado Stephen King (?) Minha opinião: Só falou mal da Stephenie Meyer pq ela conseguiu fazer em pouco tempo o q ele não deve ter conseguido fazer em ANOS de carreira!

Fê: Concordo com a kamila.. Esses criticoos se achaam neh.. Pelo amor de deus.. A opinião desse cara num importa..Talvez ele deva checar o tamanho do sucessoo do livro..pra depoiis ficar falando :S

яααphαєℓ: ciceramente king é ridiculo…fala mal dos outros e fica famoso é facil…faze melhor que eles é meio complicado…mayer é uma das melhores escritoras que eu ja lii, e seus livros estão em 1º loguar na lista de best sellers do the new york times um dos + renomados programas de tv americano!

diana corti.: Q ridiculo isso!!!

Stephan King ta é cm inveja da Stephanie pq ele nao tm criatividade e habilidade suficiente pra chega aos pés dela.
Esses criticos se acham mtoo neh…eu nao me importo cm a opinião dele, pra mim a Stephanie sempre vai ser uma das escritoras mais s destaca no mundo inteiroo!!
p.s.: tambem gosto da J.K.

Katherine: eu nem sei se essa criatura é homem ou mulher… mais na real ela ou ele é mto sonso….. (ou sonsa)

FONTE: Bignadaquasar

Este vídeo é uma resposta à opinião de uma fã de Crepúsculo, que tentou desacreditar Stephen King e sua crítica que dizia que Stephenie Meyer não consegue escrever nada que preste.

O vídeo foi feito por auraldemolition, e as legendas em português foram adicionadas depois por smithsony23.

Vídeo usado com permissão do autor.


Saiba quem são os 10 escritores mais bem pagos do mundo

A Forbes anunciou na última quinta-feira, dia 19, a lista com os 10 escritores mais bem pagos entre junho de 2009 e junho de 2010.
O interessante é que quase todos os citados já tiveram alguma obra adaptada para o cinema ou TV. Os valores listados pelo site correspondem aos ganhos dos autores tanto com vendas nas livrarias quanto em direitos autorais (cinema, TV, gibis, etc.).

Veja quem são eles abaixo, em ordem decrescente:

10° – J.K.Rowling

Faturamento no período: 10 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: Série Harry Potter.

9° – Nicholas Sparks

Faturamento no período: 14 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: Um Amor Para Recordar, Noites de Tormenta, A Última Música e Diário de uma Paixão

8° – John Grisham

Faturamento no período: 15 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: O Júri, A Firma, O Cliente, O Dossiê Pelicano, O Homem que Fazia Chover.

7° – Janet Evanovich

Faturamento no período: 16 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: Série Stephanie Plum.


6° – Dean Koontz

Faturamento no período: 18 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: Caminhos Escuros do Coração e Do Fundo dos Seus Olhos.


5° – Ken Follett

Faturamento no período: 20 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: Os Pilares da Terra.


4° – Danielle Steel

Faturamento no período: 32 milhões de dólares.
Algumas obras: O Brilho da Estrela, Um Longo Caminho Para Casa e Segunda Chance.


3° – Stephen King

Faturamento no período: 34 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: O Iluminado, Carrie – A Estranha e Um Sonho de Liberdade.


2° – Stephenie Meyer

Faturamento no período: 40 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: Série Crepúsculo.

1° – James Patterson

Faturamento no período: 70 milhões de dólares.
Obras de Sucesso: Caçada ao Predador, O 1° a Morrer e Mary Mary.


Romeu e Julieta – o que o mundo esqueceu

Incluindo Stephenie Meyer

Todo mundo já ouviu falar de Romeu e Julieta. A aclamada peça de teatro de William Shakespeare atravessa gerações (e MUITOS anos), inspirando autores e apaixonados de todas as formas. Inclusive, dizem algumas más línguas que andou inspirando Stephenie Meyer também. Afinal, todas as citações da obra shakesperiana que aparecem em Twilight devem ter servido como inspiração para alguma coisa (ou será que não?). Também costumam relacionar o casal Edward e Bella a Romeu e Julieta, mesmo depois que Meyer declarou que “Romeu e Julieta eram meio idiotas, eles mal se conheciam quando ficaram juntos” (o que também assusta um pouco, pode confessar). E aí fica aquela pergunta: terá um sentido nisso tudo?

.
.
.

Olha, sentido ATÉ TEM. Afinal, amores sublimes e desmedidos como o de Romeu e Julieta, tem aos montes, e Meyer não foi a primeira e nem a última que usou do amor proibido a ponto de causar suspiros em milhares de românticos por aí. A questão é: até que ponto Meyer usou, de fato, a VERDADEIRA essência do romance de Shakespeare (e até que ponto ela realmente ENTENDEU do romance)?

Bem, os haters já devem imaginar a resposta que eu tentarei dar no final do post. Mas para TENTARMOS buscar uma resposta, temos primeiro que pensar o que foi Romeu e Julieta. E isso é uma questão complicada. A começar que eu não sou nenhuma entendida máxima no assunto da Literatura (embora tenha estudado um pouco na faculdade e lecionado a matéria por um ano, mas o que quero dizer é que não sou nenhuma expert e também não sou da Área de Letras, então tudo que falarei aqui é através dos estudos que fiz no Ensino Médio, bem como do material que li na época que fui professora). Segundo, e creio que nosso principal “problema”, é que Romeu e Julieta já foi imortalizado como o “maior romance de todos os tempos”, no sentido de que ele é visto apenas como “uma história de amor”, quando na verdade a coisa é BEM maior do que isso. Terceiro… bem, terceiro problema, a meu ver, é que, hoje, Romeu e Julieta é uma história conhecida, mas pouco lida (ou assistida). Muitos sabem que Romeu era um Montecchio, Julieta uma Capuleto, e as duas famílias eram inimigas. Muitos sabem que eles morreram no final. Mas, muitas vezes, é só. É como a historinha da Chapeuzinho Vermelho, é uma história do conhecimento público que a gente conhece porque ouve outros dizerem. Mas a sua totalidade, e tudo que envolveu a sua confecção… bem, os que sabem alguma coisa viu algum filme (o mais recente, que eu me lembre, é a versão com Leonardo di Caprio, da década de 90 – um filme interessante, aliás, porque, apesar de manter os diálogos originais, contextualiza a história em algo mais… contemporâneo). E às vezes, nem isso é suficiente para fazer com que possamos ver além dos beijos e abraços dos dois infelizes apaixonados.

Então, vamos começar falando só de Romeu e Julieta:

1) Classicismo – a volta da razão

A primeira coisa que devemos ter em mente é o período em que Shakespeare viveu, bem como a escola literária em que ele se encaixou.
William Shakespeare (1564-1616) pertenceu a um movimento conhecido como Classicismo. Vamos dizer que Classicismo foi a manifestação literária do Renascimento. O movimento Clássico se espalhou não só na Inglaterra, mas também em outros países como Portugal (cujo principal representante era Camões) e Espanha (Miguel de Cervantes). As características do Classicismo são basicamente: a valorização da cultura antiga (principalmente a greco-romana), o resgate dos valores pagãos (muitas vezes utilizados em mescla com os valores cristãos, como Camões fez em “Os Lusíadas”), e o principal: a valorização dos conceitos ligados à razão (racionalismo, universalismo, naturalismo, etc). Vejam bem: valorização da RAZÃO. Ou seja, sentimentos poderiam até ser retratados e explicados, porém seriam vistos com um viés RACIONAL. Afinal, a Europa estava saindo de um período bastante agitado (e as Cruzadas que o digam), quando a emoção, sobretudo a religiosa, eram não só a vida, mas também a diretriz do estilo de vida. Até mesmo para apagar e desvalorizar toda a produção medieval (que não é pouca e muito menos pobre, que fique claro), os clássicos fizeram questão de rebater cada ponto, e para isso apertaram forte na tecla da razão: os sentimentos podiam ser bonitos, mas ao mesmo tempo eram perigosos. E eles retraram isso das mais diversas formas.
Cervantes foi um dos mais “cruéis”, satirizando nosso querido Dom Quixote, apaixonado por romances e por novelas de cavalaria, a ponto de que até seu escudeiro, Sancho Pança, fosse mais inteligente (sendo ele a voz da razão para o louco Dom Quixote – o que seria considerado um absurdo entre os cavaleiros, imagine um escudeiro sendo mais que seu mestre). Camões não foi muito diferente. Nota-se isso em seu trabalho minucioso em deixar seus poemas perfeitos, sempre na medida nova, com esquemas constantes de rimas e temas também constantes (seus poemas líricos, principalmente).

Ah, mas Camões criou o poema do “Amor é fogo”. O que tem de racional nisso?

Bom, vamos analisar o poema.

“Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É nunca contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder

É estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É ter com quem nos mata lealdade

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade
se tão contrário a si é o mesmo amor?”

Bonito? Concordo! Mas vejam bem… amor é fogo que arde, é ferida, não contenta completamente, te deixa solitário, e o ponto chave: deixa a pessoa completamente à mercê de outra (fica preso por vontade, você é leal a alguém que talvez te mate). Apesar do poema ser bonito (e bastante sincero), ele é meio claro: amor é um sentimento meio paradoxal, e por vezes perigoso (mas como causar pode seu favor, nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo amor?). Isso é o lado racional do poema falando mais alto: o sentimento existe, é complexo, mas não é tão bonito assim (mesmo que o poema seja).

Oks, e onde William Shakespeare se encaixa nisso?

Bom, vamos dizer que William foi nosso representante inglês do Classicismo. Seus trabalhos mais famosos foram peças de teatro como Hamlet, Rei Lear, Otelo, Macbeth, Sonho de uma noite de verão e, claro, Romeu e Julieta.

Antes de falar de Romeu e Julieta especificamente, quero falar de duas obras de Shakespeare que eu particularmente conheço um pouco e demonstram o que quero dizer sobre valores clássicos: Otelo e Sonho de uma noite de verão.

Bem, Otelo é um drama. Conta a história de um mouro (árabe), que apaixonado pela bela e européia Desdêmona, se torna cristão e se casam (meio a contragosto do pai dela, mas caso que foi resolvido rapidamente, principalmente porque Otelo era um homem muito bem visto entre os membros do governo). A felicidade do casal ia muito bem, até que Otelo, general do reino de Veneza, promove Cassio (seu grande amigo e um dos responsáveis por ajudar Otelo e Desdêmona a ficarem juntos) a tenente, causando a ira de Iago, alferes que queria o posto.

O que Iago faz? Causa uma intriga digna de novela das oito (ou até mais do que isso, tendo em vista a qualidade das novelas ultimamente), forjando cartas de amor de Desdêmona para Cassio, e fazendo com que Otelo descubra. O ponto alto da intriga se dá quando Otelo encontra o lenço que deu a Desdêmona no quarto de Cassio (obra de Iago, claro). Descontrolado, Otelo acusa Desdêmona de traição e a mata por asfixia. 

Quando descobre a armação de Iago, se desespera e se mata.

Cabe dizer aqui duas coisas, uma sobre Otelo e outra sobre Desdêmona. O mouro era considerado um homem fiel, inteligente, forte e tinha grande estima entre os membros do Estado de Veneza. Suas habilidades e estratégias faziam dele uma pessoa de confiança, tanto que foi capaz de convencer o pai de Desdêmona, Brabâncio, e todo o governo de que ele era um bom marido e que eles poderiam ficar juntos (o que era meio raro, tratando-se da união de um europeu com um mouro). Desdêmona, por sua vez, era completamente apaixonada por Otelo. Suas cartas de amor e sua dedicação ao marido (a ponto de desafiar seu pai e o governo de sua nação) eram claras, e ninguém jamais duvidaria de seu amor, quem dirá dizer que ela o traía.

E o que amor fez a eles? Principalmente a Otelo? Transformou-o em uma pessoa desconfiada, descontrolada e matou a ambos, Desdêmona e Otelo. O amor de Otelo era tão desmedido e perigoso que ele sucumbiu aos planos de Iago, como um patinho pagando uma pensão para Stephanie Brito.

Talvez, se Otelo tivesse sido mais racional e apurado o caso com mais cuidado (e tido mais paciência), talvez Desdêmona não tinha morrido. Mas não foi o que aconteceu. Desdêmona e Otelo morreram. Morreram vítimas de um sentimento desmedido, controlado pelos ciúmes. É Shakespeare dizendo “olha só, se não tomar cuidado, se deixar se levar pelo amor, é isso que acontece”.

(e só pra lembrar, Dom Casmurro, de Machado de Assis, foi baseado em Otelo. Vejam também o final de Capitu e de Bentinho)

E aí temos Sonho de uma noite de verão. Essa obra é o total oposto de Otelo: é uma peça leve, de comédia, que retrata a predileção dos clássicos pela cultura greco-romana. A história se passa em Atenas, e começa com Egeu querendo casar sua filha Hérmia a força com Demétrio. Porém, Hérmia é apaixonada por Lisandro, enquanto que sua melhor amiga, Helena, é apaixonada por Demétrio. Para resolver a situação, Hérmia e Lisandro resolvem fugir de Atenas, pois aí podem se casar em outra cidade, livrando-se assim da obrigação do casamento com Demétrio e deixando o caminho livre para Helena.

Os problemas começam quando, na floresta por onde os apaixonados irão passar em sua fuga, está acontecendo a briga entre a rainha das fadas, Titânia, e o rei das fadas, Oberon: ambos disputam a posse de um menino indiano, que é protegido de Titânia. Para descontar sua raiva com a briga e conseguir o menino para si, Oberon arma com o elfo Puck uma armadilha para ela: aproveita que uma companhia de teatro amadora de artesões está ensaiando uma “tragédia hilariante” para o casamento do Duque de Atenas, Teseu, e pede para que Puck jogue uma poção do amor para Titânia se apaixonar perdidamente por algum deles (e quando digo perdidamente, é perdidamente MESMO, para Titânia fazer TUDO pelo seu novo amado, inclusive entregar o menino indiano). Ao mesmo tempo, Oberon presencia a novela de amor de Hérmia, Lisandro, Demétrio e Helena. Demétrio, furioso ao descobrir sobre a fuga de sua noiva, vai para a floresta atrás de Hérmia, e é perseguido por Helena, que chora e suspira para que ele a ame. Oberon, comovido pela dor de Helena, pede para Puck que também jogue a poção em Demétrio, para que assim ele se apaixone pela jovem.

Puck, ser muito travesso e muito atrapalhado, consegue parte do plano. Joga a poção em Titânia, mas no meio do caminho tem um acidente com a companhia de teatro, e com o susto, transforma a cabeça de um deles em uma cabeça de burro – e quem diria, é o primeiro que Titânia vê e por quem se apaixona loucamente. Bem, parte do plano executado. PROBLEMA começa quando tenta cumprir a outra parte do plano. Puck encontra um ateniense dormindo na floresta, e meio afastado dele, uma ateniense dorme também. Puck deduz que esse ateniense é o mesmo de quem Oberon falou, e joga a poção do amor nele. Porém, esse ateniense é Lisandro, que ao acordar, se dá de cara com Helena. E se apaixona perdidamente por ela.

Oberon, ao saber disso, fica furioso, e ambos tentam consertar a situação. Jogam a poção em Demétrio, que finalmente se apaixona por Helena. Porém, agora Lisandro também a quer, e os dois novamente voltam a brigar, deixando Helena confusa e Hérmia desesperada por ter perdido seu grande amor para sua melhor amiga.

E nem vamos dizer que Oberon começa a ficar enciumado ao ver Titânia com tantos carinhos para seu querido burro, mesmo sabendo que isso fazia parte do seu plano (do qual não desiste, deixemos claro).

A história termina com Puck conseguindo um antídoto para a poção, curando Titânia e Lisandro. Titânia volta às pazes com Oberon (principalmente depois das loucuras de amor que fez por um cabeça de asno, o que a deixa bem envergonhada, e depois, claro, que Oberon consegue o menino), e Lisandro volta com Hérmia. Demétrio é deixado sob o efeito da poção, e assim fica com Helena. Os quatro jovens voltam para Atenas, e agora que Demétrio quer ficar com Helena, não resta opção para Egeu a não ser aceitar Lisandro como genro. Todos se casam junto com Teseu e Hipólita, e durante a festa de casamento assistem a peça dos artesões (só para matar a curiosidade, o cidadão amante de Titânia é curado por Puck e volta a ter cabeça de gente), que encenam uma versão cômica da tragédia Píramo e Tisbe (uma das obras que inspirou Shakespeare a escrever Romeu e Julieta, aliás). Puck encerra a peça abençoando todos os casais presentes e dizendo que tudo que viram não passou de um sonho de uma noite de verão.

E eu contei todo esse pastelão que eu amo pra quê?

Bem, vamos ver do começo. A história toda é uma comédia, ou seja, tudo tende a ser satirizado. Incluindo o romance. Basta ver toda a confusão que se cria por causa do amor mal-fadado de Lisandro e Hérmia e dos sofrimentos da solitária Helena. A própria poção de Puck demonstra o lado “escuro” do amor, que deixa cego e faz as pessoas agirem sem pensar: Demétrio e Lisandro começam a brigar e a se duelar por causa de Helena, coisa que não acontecia por Hérmia, por mais que ambos gostassem dela. O amor insano, descontrolado, juvenil, imprudente, impensado. E que fez Titânia se apaixonar perdidamente por um asno O.O

Aaaaaaaah, mas aí não é amor de verdade.

EXATO! Não é amor de verdade. Mas todos pensaram que fosse. Assim como muitos pensam que aquele carinha legal é o amor da sua vida, ou que vai se casar com seu primeiro namorado/amor. Esse tipo de “amor” é o amor louco, perigoso, que só não terminou em tragédia porque os enamorados (com exceção de Demétrio) acordaram. Ou seja, Shakespeare satirizou e condenou de novo o amor, agora de uma maneira diferente. Em Otelo, condenou o amor verdadeiro, porém obsessivo, sem controle. No segundo, condenou o falso amor. A racionalidade sendo valorizada em relação aos sentimentos (neste caso, o amor), mesmo que de uma maneira indireta (e no caso de Sonho de uma noite de verão, de maneira bastante divertida).

Mais provas? Ainda em Sonho, temos que Oberon foi o único que REALMENTE se deu bem em toda a história. Ele gosta de Titânia? Gosta, não vamos dizer o contrário (mesmo que os dois só briguem e ele constantemente arraste uma asinha para Hipólita). Ele se comove com as questões sentimentais? Se comove, tanto que tentou ajudar Helena. Ele fica incomodado ao ver Titânia com outro, mas ainda assim segue seu plano até o final. Resultado: volta às pazes com ela e ainda consegue o menino. Se isso é certo? Eu não sei. Confesso que acho até meio sacana da parte dele (e algumas outras coisas que não vem ao caso agora). Mas o fato é que Oberon foi o único que conseguiu controlar suas emoções, deixando sua astúcia falar mais alto, ao executar o plano contra Titânia. E ele se deu bem. Mesmo com todas as atrapalhadas do Puck, detalhe.

Shakespeare é um autor clássico. E suas obras seguem essa tendência. Incluindo Romeu e Julieta.

Então vamos a ele.

2) Romeu e Julieta – antes de tudo, uma tragédia.

Eu disse um pouco acima que uma das inspirações para a obra de Shakespeare foi Píramo e Tisbe, que na peça Sonho de uma noite de verão é satirizada na versão cômica dos artesãos. Bem, rola boatos de que, paralelamente a Sonhos, Shakespeare escreveu “Romeu e Julieta”. Se escreveu, não vem ao caso, mas é legal por ver como ele usou o conto grego de maneiras diferenciadas. No caso de Romeu e Julieta, a inspiração foi clara, tendo em vista a tragédia devido ao romance proibido (o que prova que nem Romeu e Julieta foi inovador nesse ponto.Quem dirá a Meyer). E o final evidentemente trágico.

Acho que a história de Romeu e Julieta já é conhecida pelo público, mas já que descrevi a de Otelo e a de Sonho, vamos falar um pouco dela: Romeu Montecchio é o único filho dos Montecchio, família importante em Verona, e rival de outra família igualmente importante, os Capuleto, de quem Julieta era única herdeira (embora tivesse seu primo Tebaldo). As brigas entre Montecchio e Capuletos estão proibidas em Verona pelo príncipe Escalo, e a pena para quem se envolver em tais brigas é a pena de morte. Ótimo, as coisas parecem estar sob controle.

Até que os Capuleto decidem dar uma festa à fantasia, onde todas as famílias nobres da cidade (com exceção dos Montecchio, claro) são convidadas. Nessa festa, o senhor Capuleto pretende apresentar sua filha Julieta ao nobre Páris, parente do príncipe Escalo, com quem quer casá-la.

Paralelo a tudo isso, temos o jovem Romeu sofrendo as dores do amor. Apaixonado por Rosalina, uma jovem que prometeu ser virgem para sempre, Romeu está em depressão profunda, querendo morrer por causa de sua paixão não correspondida. Para consolá-los, seus amigos Bertólio (que é primo de Romeu) e Mercuccio decidem levá-lo à festa dos Capuleto: Mercuccio, também parente do príncipe, foi convidado, e pode levar todos os amigos que quiser. Os jovens aproveitam que o Baile é de máscaras e entram disfarçados, e não são reconhecidos. Romeu não gosta muito da ideia, mas quando sabe que sua amada Rosalina vai, decide ir também para contemplá-la.

No baile, Romeu vê Julieta e a paixão entre os dois é instantânea. Exatamente o que você leu, é a primeira vista. Mas e Rosalina? Bem, Romeu encontrou em Julieta o conforto para esquecer Rosalina de vez e recomeçar. E nessa festa ambos trocam juras de amor, até descobrirem quem realmente são, e começarem todas as lamentações.

Isso não seria nada, se na festa o primo de Julieta, Tebaldo, não tivesse reconhecido Romeu e jurado matá-lo pela infâmia de ter ido ao Baile. Só não o faz na festa porque seu tio, senhor Capuleto, o impede, dizendo que não era ocasião, além de que Romeu era bem visto em Verona, para não falarmos da lei do príncipe Escalo. Mas isso não faz Tebaldo desistir: pelo contrário, ele jura ir desafiar Romeu no outro dia.

Entre o fim da festa e o outro dia, temos a famosa cena do balcão de Julieta, onde ambos trocam suas juras de amor, lamentam a rivalidade de suas famílias e prometem que, mesmo assim, vão se casar, como prova do amor de Julieta e das boas intenções de Romeu. É, amigo, é o que você pensou: eles se conheceram, se apaixonaram e já vão se casar. E eu garanto, assim como está parecendo estranho para você, também era meio estranho para Shakespeare. E por isso ele fez assim.

No outro dia, Romeu vai conversar com Frei Lourenço, pedindo sua ajuda para realizar, ainda naquela tarde, o seu casamento com Julieta. E surpresa? Frei Lourenço TAMBÉM estranha muito essa paixão repentina. O que fica claro em sua fala:

“Por São Francisco! Que mudança é essa? Rosalina adorada e tão depressa posta no esquecimento? O coração no amor dos moços nada influi, senão somente os olhos. Ai! Jesus Maria! Quantas ondas salgadas, noite e dia, a postura banharam-te amarela, só pelo amor de Rosalina bela? Quanta água salsa em vão jogada fora por um amor que ele não sente agora! Não desfez ainda o sol, em muitos giros, os vapores, no céu, de teus suspiros. Sinto ainda tuas queixas nos ouvidos. Eis em tua face, aqui, dos tempos idos, uma lágrima ainda não lavada, que origem teve em tua namorada. Se o mesmo ainda és, que só de amor se fina, foi causa de tudo isso Rosalina. Mudaste tanto? Ouve a sentença amara: cai a mulher, quando o homem não a ampara”

Ou seja… WTH, ROMEU? Chorou tanto por Rosalina e de repente ama a sua inimiga?

Só que, apesar de estranhar MUITO esse amor, Frei Lourenço vê na união dos jovens uma chance de acabar com a rixa entre os Montecchio e Capuleto. Então, pensando nas vantagens e no bem maior da cidade, que não aguenta mais a briga, ele decide ajudar o jovem casal, combinando com Romeu o casamento para aquela tarde. Romeu, contente, encontra-se com a ama de Julieta, que leva o recado para sua querida pupila, e o casamento acontece. Frei Lourenço fica feliz: afinal, que mal poderia resultar naquele casamento? Só coisas boas viriam.

Mas acho que vocês lembram do primo da Julieta, Tebaldo. Que jurou vingança. Pois bem, logo após o casamento secreto, Tebaldo encontra Romeu, e o desafia. Romeu, agora parente de Tebaldo, tenta negar o duelo, dizendo que agora ama Tebaldo, e não pode fazer mal a ele. Tebaldo, irado e querendo lutar de qualquer forma, duela com o amigo de Romeu, Mercuccio. O duelo é tão desastroso que Romeu, tentando impedir o combate, entra na frente de Mercuccio, deixando chance para Tebaldo ferir Mercuccio por debaixo do braço de Romeu. Mercuccio morre, amaldiçoando aquela guerra, e Romeu, frustrado, duela com Tebaldo, vencendo ao matá-lo.

Agora Romeu matou Tebaldo. O primo da sua esposa. E o príncipe Escalo está doidinho, porque sua lei foi quebrada. O que ele faz? Foge. Se esconde na capela de Frei Lourenço.

Escalo, por sua vez, ao ver que duas pessoas já morreram, decide que não é hora de condenar mais um a morte, e ao invés do castigo inicial, decide apenas exilar Romeu em Mântua. Ok, Romeu não será morto, vamos dar tempo ao tempo e quando a poeira abaixar, contemos de seu casamento com Julieta e tudo voltará ao normal, certo? Bem, foi isso que pensou Frei Lourenço. Mas Romeu estava tão desesperado e tão triste por ter que ficar longe de sua Julieta. Frei Lourenço o conforta, falando de seu plano e de como o destino foi bondoso com ele (e realmente foi), pois estava vivo e só tinha sido exilado. Com o tempo, tudo ia se acertar. Romeu passa sua noite de núpcias com Julieta e, pela manhã, vai para Mântua.

Tudo certo de novo… até o pai de Julieta, tentando consolá-la pela morte de Tebaldo (razão pela qual ele acha que ela está chorando), marca seu casamento com Páris para quinta-feira. Mas espera aí: Julieta JÁ está casada. E ela não quer nem saber de outro marido, ela apenas quer o seu Romeu. E discute com o pai, ele a amaldiçoa, e ela fica sozinha aos prantos. Sem alternativa, Julieta tenta se matar, mas algo fala mais alto e ela vai conversar com Frei Lourenço. O pobre padre se vê de novo numa enrascada, mas consegue arrumar uma solução: Julieta tomaria uma poção que a faria parecer morta por um dia. Enquanto os Capuleto a enterravam, Romeu seria avisado em Mântua, e no fim das vinte e quatro horas, ele e Frei Lourenço a roubariam de seu túmulo, e o casal ficaria em Mântua. Quando tudo estivesse passado, e a poeira abaixado, eles voltariam, revelariam o casamento e tudo ficaria bem. Tinha jeito ainda. Julieta aceita, e na véspera de seu casamento com Páris, ela toma a poção.

O plano seguia bem. Mas a carta de Frei Lourenço a Romeu não chega a ele. E para piorar, um amigo de Romeu fala da morte de Julieta. Romeu enlouquece, de tal forma que decide se matar, pois não pode mais viver sem sua amada. Compra veneno e, sem pensar duas vezes, vai para Verona. Frei Lourenço até tenta tirar Julieta do mausoléu antes de Romeu chegar (afinal, conhecendo Romeu, sabia que ele viria ver o corpo da amada), mas é impedido com a chegada de alguém. Romeu e Páris.

Páris chega primeiro, e começa a chorar. Ao entrar no mausoléu dos Capuleto, Romeu encontra e mata Páris para entrar no mausoléu, onde encontra Julieta sob o efeito da poção. Toma o veneno e assim morre. Instantes depois, Julieta acorda. E para seu desespero, tanto Páris quanto seu amado Romeu estão mortos. Frei Lourenço, desesperado, tenta levá-la consigo, mas com a chegada do príncipe Escalo, foge, deixando Julieta sozinha no mausoléu. A jovem, encontrando uma adaga com Romeu, se mata. Quando Escalo vê a situação e ouve Frei Lourenço, amaldiçoa toda a cidade, mostrando até onde o ódio das famílias chegou.

Ok, qual a moral nisso tudo? Bem, primeiro que Romeu e Julieta eram amados por Murphy -n. Tá, brincadeiras à parte (embora seja bem verdade o azar dos dois), temos um romance que tinha tudo para dar certo, MESMO com os infortúnios. E por que não deu? Porque tanto Romeu quanto Julieta foram imprudentes. E não digo isso porque eles se apaixonaram e já foram se casando, embora isso ajude no que falarei a seguir. Foram imprudentes porque se deixaram levar pelas emoções, do começo ao fim. Se Romeu não tivesse se descontrolado com a morte de Mercuccio, Tebaldo não teria morrido por suas mãos, e ele não seria condenado a nada (e não tinha por que se vingar de Tebaldo, ele seria castigado de qualquer maneira, principalmente porque ele matou um parente do príncipe). Mas matou. E aí foi para Mântua.

Se Julieta não tivesse se descontrolado tanto ao saber do exílio de Romeu, talvez seu pai não tivesse levado o seu sofrimento como perigoso, e não teria marcado o casamento. Mas não, ela chorou tanto que ele preferiu apagar a dor com outra coisa. Tudo bem. Mas se Julieta não tivesse se descontrolado mais ainda quando soube de seu casamento, provavelmente ela não brigaria com seu pai, e talvez até o convencesse a adiar o casamento. Mas não, Julieta se recusou terminantemente a casar, e com isso só causou a ira do pai, deixando o casamento para quinta. Ok, então. Vamos tomar a poção.

E vem o erro fatal. Se Romeu não tivesse se desesperado TANTO por Julieta, se tivesse ido buscar mais informações com Frei Lourenço sobre a morte, se não tivesse achado que sua vida acabou só porque ela morreu, com certeza ele saberia da verdade e Julieta seria resgatada. Mas não, ele achou que sua vida perdeu o sentido, pegou a poção, matou Páris e se matou, se nem mesmo saber detalhes do que tinha acontecido. Se nem mesmo buscar auxílio de alguém. Se nem ao mesmo CONSIDERAR de que a vida dele podia continuar, mesmo com tragédia tão forte. Com isso, Julieta também comete o mesmo erro, se negando a seguir com Frei Lourenço e preferindo a morte.

Eles podiam evitar a tragédia. Mas Shakespeare não quis assim. Porque ele queria UMA TRAGÉDIA. Para comprovar até onde o amor obsessivo e imprudente poderia levar. A razão faltou DIVERSAS vezes ao casal (mesmo que Frei Lourenço e por várias vezes a ama também os alertassem e dessem sábios conselhos), e com isso chegaram ao fim que conhecemos. O casal que se apaixonou daquela maneira até meio inacreditável, que eram tolos o suficiente para se deixarem levar pelo amor cegamente, para Shakespeare, só poderiam terminar tragicamente. NÃO ERA PARA SER UM ROMANCE BONITO. NÃO ERA PARA SER UMA HISTÓRIA DE AMOR VERDADEIRO (aliás, algumas vezes me questiono se o amor de Romeu e Julieta era de verdade). Era para ser uma tragédia, alertando os jovens para o que a falta de razão e bom senso pode fazer. Shakespeare queria nos passar uma lição. Amor tem que ser MEDIDO, PONDERADO, RACIONALIZADO. E pelo visto a lição é ignorada até hoje ¬¬ Afinal, Romeu e Julieta viraram sinônimo de amor eterno, verdadeiro e ideal. Por que, eu não sei. Mas virou.

E o engraçado é que em vários momentos da peça, vemos a verdadeira opinião de Shakespeare falando mais alto, principalmente na figura do Frei Lourenço. A minha cena favorita é a cena do casamento, onde o padre dá um discurso bonito sobre amor e de como ele deve ser levado. Vou colocar para vocês lerem.

“Essas violentas alegrias têm fim também violento, falecendo no triunfo, como a pólvora e o fogo, que num beijo se consomem. O mel mais delicioso é repugnante por sua própria delícia, confundindo com seu sabor o paladar mais ávido. Tem, pois, moderação, que o vagaroso, como o apressado, atrasam-se do pouso. (Entra Julieta.) Eis a dama que chega; uns pés tão leves não gastarão jamais a pedra eterna. O amante pode andar por sobre as teias que no ar balouçam, álacre, do estio, sem, contudo, cair; leve é a vaidade.”

TEM, POIS, MODERAÇÃO, QUE O VAGAROSO, COMO O APRESSADO, ATRASAM-SE DO POUSO! Quer coisa MAIS CLARA DO QUE ISSO? Shakespeare não disse que não podia amar, mas disse algo, lá no século XVI, que dizemos até hoje: AMEM, MAS COM MODERAÇÃO. Saibam ponderar, saibam levar, que tudo em exagero é ruim.

Mas pobre Frei Lourenço, foi esquecido nesse quinhentos e tantos anos..

E talvez isso explique muito.

3) Romeu e Julieta através dos tempos – o que ninguém ousou contrariar.

Assim como Shakespeare seguiu a linha das histórias que o inspiraram para Romeu e Julieta – tragédia! – a gente nota que outros autores, com o passar dos anos, repetiu o feito. Todos consideravam Romeu e Julieta um belo exemplo de casal, mas qualquer casal que repetisse os seus feitos geralmente terminavam com o mesmo fim. E isso é meio curioso: por mais que as pessoas TORCESSEM por Romeu e Julieta e seu final feliz, poucos ousaram a concretizar esse final feliz, e até me arrisco a dizer que os que tentaram não foram bem sucedidos.

O mais engraçado nessa história toda é que, de Shakespeare pra cá, tivemos muitos movimentos literários. Alguns mais voltados à razão, como o Arcadismo e o Realismo, outros voltados mais para o sentimental, como o Romantismo e o Simbolismo. Alguns nem se conseguem definir exatamente para que vertente segue, como o Modernismo. Mas é fato: até mesmo os mais exacerbados, como os românticos (já discutidos aqui nos posts da Tammie e da Jã), sabiam que o amor idealizado, sublime e exagerado tinha um fim meio comum: morte. A diferença se dava apenas na maneira como viam isso: se de maneira boa ou ruim. Mas o fim era sempre o mesmo.

E os romances de folhetim? E as obras de, sei lá, José de Alencar? Eles também seguiam a fórmula? Também não eram amores impossíveis, mas com finais felizes?

Bem, primeiro depende do romance. Nem todo romance de folhetim tinha final feliz, assim como nem todo romance do Alencar tinha bom final (vide Iracema). Nem todo romance daquele tempo tinham problemas ou eram tão intensos como de Romeu e Julieta. Aliás, uma parte dos romances de folhetim, pelo menos dos que eu li, apresentavam casos de amor puros, inocentes e fofos, mas também ponderados, e o maior sofrimento se dava mesmo em pequenas confusões, facilmente resolvidas (principalmente quando a razão dava o ar da sua graça). Mas bem, isso não significa que não existiu os casos de amor extremamente complicados que, depois de muita luta, conseguiu ter seu final feliz.

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Nenhum com muito êxito, creio eu. Tanto que a “síndrome” de Romeu e Julieta continua perdurando por anos, todos torcendo que os casais de amores impossíveis tenham seu final feliz, e geralmente chorando no final porque alguém morreu. Titanic que não me deixe mentir.

(o que me faz pensar… pelos céus, NEM EM TITANIC O CASAL FICOU JUNTO! Uma história de amor em um filme feito para vender, e James Cameron não arriscou, talvez por saber que não seria a mesma coisa e não seria coerente se Rose e Jack ficassem juntos – pra mim, ficou até mais bonito com Rose seguindo sua vida sozinha, a prova de que, MESMO com um amor intenso, e mesmo sofrendo, ela ouviu a voz da razão e seguiu em frente pra ficar viva. Coisa que Julieta não fez. E convenhamos, Rose e Jack tinham muitas semelhanças com Romeu e Julieta – e não digo isso só porque Romeu e Jack foram interpretados pelo Leonardo Di Caprio).

(e vendo bem agora, até as iniciais são as mesmas. R e J. LOLEEEEEEE!)

Mas aí chegamos no século XXI. E uma escritora resolve fazer sua versão de Romeu e Julieta.

E finalmente, o objetivo do post: por que deu errado?

4) Twilight – onde Meyer errou (não, não é repeteco do outro post. Mas estamos quase lá)

Acho que vocês perceberam na história de Romeu e Julieta semelhanças incríveis com nosso casal amado (-nn) Edward e Bella. O amor repentino, a vontade súbita de ficar juntos (mesmo que digam que é meio irracional), os desastres pelo caminho, e até mesmo a “suposta” morte, que faz o Romeu da situação (Edward) enlouquecer e querer morrer sem nem pestanejar. O amor é igualzinho: desmedido, intenso, inconsequente. Então, é normal que comparem mesmo, ainda mais quando a autora resolve citar a obra no livro. A única diferença? Edward e Bella não morreram (quer dizer, Bella não morreu, já que o Edward está morto… ah, vocês entenderam). E isso é MUITA coisa.

Por quê?

Simples: porque, quando Edward e Bella não morrem, significa que tudo que eles fizeram valeu a pena, e muitos passam a tomar o amor dos dois como algo válido e correto. FINALMENTE Romeu e Julieta ficaram juntos E VIVOS. Agora posso me tranquilizar e viver um amor tão irresponsável quanto o deles, porque não corro mais o risco de morrer.

(e nem vou tocar que, além de vivos, eles agora são IMORTAIS. Tudo que Romeu e Julieta não podiam ser – embora o sejam, de certa forma, mas em um sentido diferente)

Parece exagerado falando assim, mas é exatamente o que acontece, PRINCIPALMENTE PORQUE MEYER CITOU ROMEU E JULIETA NA OBRA. Quem lê pensa: ótimo, ela conseguiu fazer com que desse certo. Agora posso ser feliz, sem ter medo de ser ultra romântica(o) e esquecer o mundo e a prudência. Isso aconteceu porque ela DISTORCEU o que Romeu e Julieta significavam.

(e talvez por isso faça tanto sucesso: ela deu pro público o que eles queriam por anos, talvez por séculos. Claro que isso não a faz uma heroína nem nada – afinal, nem tudo que o grande público quer é o ideal, certo?)

Não que o problema esteja em eles ficarem juntos. Longe disso. O problema tudo foi O MEIO com que eles ficaram juntos. Eles repetiram a dose de Romeu e Julieta. Só que a dose de Romeu e Julieta leva à morte. E Meyer usou a mesma fórmula para… deixá-los vivos e felizes para sempre. Ou seja: DANE-SE o que rolou no meio. Enquanto Shakespeare se esforçou para valorizar o meio e com isso chegar ao final, Meyer usou o meio apenas para entreter, e o final não foi coerente.

“Ah, mas por que ela não pode deixar os dois juntos? Ninguém disse que todos precisam imitar Romeu e Julieta”.

É, ninguém disse. Mas ser de Deus, pensa comigo, o que você ESPERA de histórias emotivas demais, com tanto drama e tanta inconsequencia junta? O que você espera de um romance que começa sem mais nem menos (que é o caso de ambas histórias)? Se você pensar de maneira coerente, de maneira REALISTA, termina em algo triste. E histórias tendem a seguir a coerência da vida real (ainda mais livros, que influenciam milhares de pessoas. E agora, jovem Werther que o diga). É ISSO que faz as histórias serem BOAS (ou, no mínimo, plausíveis e razoáveis).

O que Meyer fez? Copiou TODA a receita de Romeu e Julieta, que só pode levar a um fim. E quando chegou a esse fim, MUDOU TUDO. Me diga: isso é mérito?

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Claro que não. Isso só mostra que ela quis satisfazer um desejo íntimo dela, ignorando algo que ela, como profissional da área de Letras, deveria saber mais do que ninguém: NEM TUDO É POSSÍVEL EM UMA HISTÓRIA. Tipo, você não pode dar um final bonitinho pra sua história só porque você quer, se ele não é coerente com tudo que você escreveu. E desculpem-me, se você imitou Romeu e Julieta, o final tem que ser no mesmo rumo. A não ser que você seja MUITO bom. Muito bom MESMO. OU que você queira passar uma mensagem com tudo isso, que vai além do “quero que eles fiquem juntos porque gosto disso”. Como Meyer não é muito boa, e muito menos tinha qualquer outra mensagem útil a passar… bem, creio que posso considerar isso um erro da parte dela.

Não adianta você querer mudar uma coisa dessas proporções. Tem que saber fazer.

5) Então, a gente não pode comparar Twilight a Romeu e Julieta?

É amigo, é mais ou menos isso. Não, você não pode. Quer dizer, até pode, mas não como obras iguais. Não importa se ela imitou a receita. Só o fato de ela ter mudado o final assim, sem mais nem menos, demonstra que as duas obras não tem NADA A VER. Mesmo que tenham usado a mesma historinha de amor. Usando uma comparação bem esdrúxula, Twilight e Romeu e Julieta são como sonho e lua de mel (os doces): mesmo recheio, mas doces completamente diferentes.

Ok, perdão de novo pela brincadeira tosca. Mas o que eu quero realmente dizer é: Twilight não pode ser o “Romeu e Julieta” do século XXI porque as MENSAGENS são diferentes. Os OBJETIVOS são diferentes. Você pode compará-los, mas a conclusão que você precisa chegar é essa: NÃO SÃO IGUAIS. Romeu e Julieta tinha um objetivo BEM diferente a passar para o público em relação ao que se vê em Twilight. E aposto com você que cada vez que alguém diz que Edward e Bella são os novos Romeu e Julieta, Shakespeare se remexe em seu túmulo (como se ele não tivesse muitos outros motivos para isso).

O problema NISSO tudo é que parece que tanto os leitores da saga quanto a própria Meyer se esquecem disso. E creio que a razão disso é a mesma que eu disse no começo do post: as pessoas esquecem de que Romeu e Julieta é uma tragédia do Classicismo, e a veem apenas como uma história de amor. Só que os leitores errarem isso, ainda mais aqueles que não tem muito contato ou muito interesse pela Literatura, ainda é aceitável. Mas Meyer é formada em Letras! Formada em Letras nos EUA, ou seja, estudou A LÍNGUA INGLESA e com certeza ESTUDOU SHAKESPEARE ATÉ SE ENTUPIR. Ela deveria entender Romeu e Julieta mais do que ninguém (entender, não gostar, que fique claro). Então, não faz o MENOR sentido ela cometer uma gafe dessas. Quer dizer, faz, se você considerar que ela ignorou tudo isso para seu próprio benefício. O que, vindo da Meyer, não me espantaria muito.

E isso só torna ainda pior a declaração dela de que “Romeu e Julieta eram meio idiotas, eles mal se conheciam quando se apaixonaram”. Porque demonstra que, além dela não olhar pro próprio umbigo (afinal, Edward e Bella TAMBÉM não se conheciam, EXATAMENTE por imitarem Romeu e Julieta – o que também torna a coisa meio cínica), ela não entendeu o romance. Afinal, se Romeu e Julieta não fossem “meio idiotas”, a gente não tinha a peça, e muito menos a mensagem que Shakespeare quis passar.

E, claro, o fato dela CITAR Romeu e Julieta na Saga confirma tudo isso. E aí fica a minha mensagem: queridos fãs hards, por favor, não achem que só porque ela citou obras clássicas que isso faz do livro bom ou dela uma grande entendida. SAIBAM do que falam esses livros. E aí, quem sabe, vocês veem que Meyer realmente não entende muito da coisa. Do contrário, ela não citaria.

Lily