2 Anos trazendo a lógica!!

E todo mundo agora é hater!

Na véspera de Lua Nova, a mídia *minha área de trabalho, que orgulho* bota a boca no trombone e mostra as críticas que as pessoas tem a fazer sobre o filme. E como nós, haters, adoramos uma alfinetada na série, hoje vamos trazer TODAS as notícias haters mais importantes da semana.

Primeiramente, vamos começar com a crítica do Omelete!

Segundo filme da série é superior ao anterior, mas muito repetitivo

A Comic-Con deste ano foi marcada pela invasão dos twilighters, os fãs da saga Crepúsculo. Para ver o painel em que os atores da série estariam presentes, teve gente que acampou do lado de fora do Centro de Convenções de San Diego. Um público que causou uma histeria inédita com gritos nunca ouvidos antes na Sala H, acostumada a nerds, mas não a meninas histéricas. Houve até uma brincadeira feita pelo quadrinista, cineasta e humorista Kevin Smith que exaltou o alto nível de hormônios femininos na Sala H (veja aqui por sua própria conta e risco).

Sim, os fãs da série escrita por Stephenie Meyer estão se multiplicando como leucócitos em tempos de gripe suína e graças a eles – e aos 380 milhões de dólares que geraram nas bilheterias mundiais com o Crepúsculo – a Summit teve dinheiro para bancar não apenas o segundo, mas também o terceiro capítulos da série, que foram filmados um em seguida do outro. A Saga Crepúsculo: Lua Nova (Twilight Saga: New Moon, 2009) estreia agora e Eclipse já está programado para junho de 2010.

Sabendo que está falando para um público fanático, o diretor Chris Weitz (que substitui sem deixar saudade a fraca Catherine Hardwicke) não perde tempo com flashbacks. Quando o filme começa, é aniversário de Bella (Kristen Stewart) e a passagem do tempo pesa muito para ela, afinal, seu purpurinado amado Edward (Robert Pattinson) não envelhece. Na festa na casa dos Cullen, Bella sofre um corte de papel e quase é atacada por um dos irmãos. É o início do drama do esbranquiçado Romeu, que percebe o risco que sua Julieta corre ao ficar ao seu lado e decide se afastar. Inventa, então, uma historinha furada que ela não é boa o suficiente para ele e some de Forks, a cidadezinha onde viviam. Não sem antes explicar para ela quem são os Volturi, a realeza de sua raça, e o que eles fazem.

Depois de muitas noites sem dormir e chiliques, a desconsolada menina pouco a pouco volta a viver, mas não esquece Edward, que aparece em forma de visões sempre que ela se coloca em perigo. Ao perceber isso, Bella começa a se atirar em situações arriscadas. Uma delas envolve andar de moto. E é aí que entra Jacob (Taylor Lautner), amigo da família e apaixonado pela moça. Juntos os dois vão reconstruir umas motos, para que ela possa se aventurar sobre duas rodas e assim vislumbrar flashes daquele que dilascerou seu coração. Porém, passar tempo ao lado de Jacob cicatriza o peito da garota, que agora começa a nutrir emoções pelo descendente de índios. Até que leva o segundo pé-na-bunda e a história começa a se repetir – até os não-beijos são iguais! – , desta vez trocando o drama dos vampiros pelo clã dos lobisomens, seus grandes rivais.

O drama novelesco, as atuações exageradamente teatrais (embora já bem melhores do que no filme de estreia) cheias… de… longas… pausas… entre… uma… palavra… e… outra… podem enervar os desavisados, mas é tudo o que querem as menininas de 12 anos (tenham elas a idade real que for). A cada jura barata de amor do tipo “Você é a única coisa que me mantém vivo” dita por Edward ou barriga de tanquinho que aparece, suspiros serão ouvidos nos cinemas. E se prepare, pois eles são tão frequentes quanto as cenas em que a câmera passeia ao redor da Bella, mostrando como ela está perdida – ora em um mundo que não é o dela, ora em seus sonhos, ora entre seus dois amores. Tecnicamente, é um grande avanço em relação ao limitado primeiro capítulo e seu jeitão de telefilme, mas a repetição de cenas como essa ou as contemplativas que visivelmente só estão ali para mostrar as músicas que estão no CD da trilha sonora do filme cansam.

Mas se você é fã, nada disso importa. E é fácil entender o seu “guilty pleasure”, desde que você tenha plena consciência que gosta de algo que não é bom, mas mesmo assim lhe dá prazer – como comer aquela pipoca doce do saquinho rosa mesmo sabendo que o verão está aí na porta. Qualquer meninina que está descobrindo sua sexualidade sonharia em ter dois caras sarados brigando por ela, dizendo que a amam e fariam de tudo para protegê-la de todos os perigos até o fim de suas vidas. E nada melhor do que criar um príncipe encantado que, literalmente, já vem brilhando. O sábio Kevin Smith mais uma vez acertou na mosca. De forma grosseira, verdade, mas qualquer um que use óculos certamente vai ficar com eles embaçados depois da última frase do filme. É muita umidade!

Agora, a crítica do Kevin Smith

E agora, hora de Rubens Ewald Filho. Aquele crítico foda, sabe?

Temos boas e más noticias: as boas, infelizmente, são somente para os produtores e distribuidores que têm em suas mãos um filme à prova de crítica, as adolescentes certamente o transformarão num grande êxito, ainda maior que o primeiro (até porque tiveram de tempo de aumentar desde então a popularidade dos livros e tornar a série mais conhecida).

A má é que dá impressão que não melhoraram de propósito, este segundo capítulo é quase tão ruim quanto o primeiro. Tem pouca ação, é interminável e com vários finais (depois que se percebe que são realmente 130 minutos), os efeitos especiais não melhoraram (os lobisomens são falsos e mal feitos e deixam saudade do Lobisomen Americano em Londres feito há mais de 20 anos). Não adiantou trocar de diretor, este Chris Weitz (A Bússola de Ouro, Um Grande Garoto) é frio, não sabe criar tensão, atmosfera, emoção ou sequer romance. Para não dizer que tudo é pior, realmente a maquiagem de Edward (Pattinson) está ligeiramente menos falsa (mas em compensação resolveram cobrir o rosto dele de vez em quando com uma camada de brilhos de estrelinhas que é absolutamente inadequada).

A mocinha Kristen Stewart é um fenômeno de passividade, em qualquer circunstância, a qualquer momento, ela tem a mesma expressão de coisa alguma. Uma água parada com a boca perpetuamente aberta (tenho dúvidas, não sei se é para esconder o queixo feio ou mesmo falta de ar). Os olhos são parados, a cara pálida (aliás, comentada várias vezes no filme), declarando amor ou morrendo ferida tem sempre a mesma cara de ausência. Não está nunca aí para coisa alguma.

Verdade que o roteiro não ajuda nada. Não vamos lembrar nem do diálogo risível (a própria plateia da pré-estreia não perdoou, debochando de alguns), mas nos fixar na tentativa frustrada de criar um triângulo amoroso, o que nunca sucede porque o novo casal, Bella e Jacob, nem sequer consegue se beijar direito.Obviamente, então, o rapaz não é páreo para o vampiro. Neste caso, a sumida que Edward dá logo no começo da história só tem sentido porque a autora assim o ordenou, para prolongar a trama. Ele continua a fazer aparições esporádicas na forma de anjo da guarda/fantasma, enquanto a moça desenvolve uma perigosa tendência auto-destrutiva. Dá a impressão de que a roteirista (Melissa Rosenberg, a mesma do anterior e do próximo, Eclipse) se enganou de filme e fez uma cena de comédia tipo American Pie, com Bella indo no cinema com Jacob e outro rapaz (que passa mal quando vê filme de ação!). Nada a ver com o espírito do filme.

Nem tudo, porém, é desastroso. Robert Pattison tem um certo charme europeu que parece lhe ajudar (mas falta intensidade na cena de despedida do casal no começo, que é muito frágil). Depois, só Bella mesmo não saca que Jacob virou lobisomem (o menino Taylor do filme anterior tomou tanto anabolizante que ficou deformado, parecido com o Incrível Hulk. O rapaz ao menos ainda tem certa juventude e espontaneidade que compensam sua aparência mais assustadora que sedutora).

De vez em quando o filme melhora por instantes, porque surge um ator de verdade no deserto geral. Por exemplo, o vampiro de dredds, Laurent (Edi Gategi), que dá vida aos poucos momentos em que aparece. Mesmo Dakota Fanning, que tem errado muito, não se sai mal em suas poucas cenas como Jane. Não entendo o que faz o excelente Michael Sheen (A Rainha) novamente fazendo vampiro depois daquele horrível Underworld 3. Mas sempre um bom intérprete dá um up, apesar de prejudicado pelo figurino ruim e a direção de arte inominável (aquele gentarada vestida de encapuzados vermelhos em plena Volterra medieval, onde de repente pegam um elevador moderno e verde!). Não vou nem mencionar o fato de esquecerem de Bella que machucou o rosto na cena anterior (bateu na pedra) e a trilha musical de canções insistentes (nenhuma delas é valorizada, mas ainda assim me pareceu das melhores coisas desta continuação).

Afinal é igual, ou pior do que o primeiro? Na dúvida, os autores vão ficar muito chateados no caminho do banco contando o dinheiro que fizeram.. Ah, esses fãs tão incautos…

Depois… SIMPSONS E DANIEL RADCLIFFE!

Astro de “Harry Potter” será vampiro em episódio de “Os Simpsons”
O ator Daniel Radcliffe, astro da saga “Harry Potter”, emprestará sua voz para um episódio do seriado “Simpsons” que irá satirizar “Crepúsculo”, série de filmes sobre vampiros baseada nos livros de Stephanie Meyer.

De acordo com informações da “Entertainment Weekly”, Radcliffe fará Edmund, um jovem vampiro pelo qual a personagem Lisa se apaixona. O pai de Edmund e Homer tentarão então dar fim ao romance.

O episódio, intitulado “Treehouse of Horror 21”, deve ir ao ar somente no ano que vem.

“Daniel está bem animado para participar de ‘Os Simpsons'”, disse Al Jean, produtor executivo da série. “Nós tentamos arrancar dele alguns segredos sobre os próximos filme do ‘Harry Potter’, mas depois nos demos conta de que eles estão todos nos livros”, brincou.

(nota minha, eu só não gostei do nome Edmund, mas isso é porque eu sou fã de Nárnia, e Edmund é MARA)

E pra completar, a mais surpreendente de todas… MILEY CYRUS O.O

“Eu não gosto de nada em ‘Crepúsculo'”, diz Miley Cyrus
A atriz Miley Cyrus disse não gosta de nada na saga “Crepúsculo”, nem se interessa pelo universo de vampiros e lobisomens que virou febre entre grande parte dos adolescentes do planeta.

Famosa pelo papel principal em “Hanna Montana”, Miley disse em entrevista a uma rádio dos EUA, que não dá a mínima para a saga, cujo último filme, “Lua Nova”, estreou recentemente.

“Eu não poderia me importar menos. Eu nunca vi [o filme] e nunca vou ver”, salientou a atriz.

Miley explicou o porquê de seu pouco caso com o universo vampiresco: “eu não acredito nisso, eu não gosto de vampiros, nem de nada dessas coisas”.

Ela acrescentou ainda que também não acha legal “o lobo que salta da tela quando estou assistindo televisão de noite. Não quero ter nada a ver com isso. Não gosto das camisetas nem de nada relacionado a isso”, reforçou Miley.

Ok ok… depois que Miley disse isso, eu concluí que tem de TUDO!

EDITANDO NO DIA 20/11, ESTREIA DE LUA NOVA!

Ok, hoje surgiram MAIS críticas ao filme. E como eu não resisto, BORA ver o que temos a dizer.

Terra fala o seguinte…

Terra viu ‘Lua Nova’. Infelizmente, é ruim

(ok, comentário meu porque eu sou bicuda… infelizmente uma ova, vocês esperavam MESMO que fosse bom?)

Tsc, tsc, tsc. Lua Nova – que estreia nesta sexta-feira (20), mas que, às 0h desta quinta-feira (19), já será exibido em alguns cinemas do país – tinha tudo para ser um filme redondinho, para arrebatar uma grande audiência que não só a plateia adolescente e fã dos livros, dos personagens, dos atores e da parafernália toda de produtos que vem pendurada à saga de livros – que virou cinessérie – Crepúsculo. Tinha história e dinheiro para isso (não muito mais que o primeiro, na realidade). Mas as oportunidades foram desperdiçadas. É uma pena.

O segundo filme consegue ser pior que o primeiro (Crepúsculo, de 2008), muito criticado principalmente pela maquiagem amadora e efeitos especiais que deixaram a desejar -falha imperdoável em filmes que tratam de um mito tão forte quanto o do vampiro. Em Lua Nova, os atores principais parecem ter se mediocrizado e nem mesmo a substituição da diretora Catherine Hardwicke por Chris Weitz (de A Bússola de Ouro), considerado mais experiente e adequado a esse tipo de filme (aventura fantástica), injetou apuro e sofisticação à cinessérie.

Ok, os efeitos melhoraram, mas ainda falta muito pra chegar no nível dos filmes do bruxo Harry Potter ou até mesmo de True Blood, uma bem-sucedida série de TV sobre vampiros da HBO. Mas a maquiagem…

Receita de bolo que desandou

Escrita pela dona de casa americana Stephenie Meyer, a série de quatro livros que conta as agruras do amor entre a humana Bella (Kristen Stewart) e o vampiro Edward (Robert Pattinson) – ambos adolescentes (quer dizer, ele tem 17 há 109 anos) – virou best-seller, com mais de 80 milhões de livros vendidos desde 2005. Seus ingredientes são perfeitos para uma receita de bilheteria apetitosa: amor, dor, paixão, ocultismo, sofisticação, aventura, muita fantasia e o tema da hora, o vampirismo.

Na verdade, o cinema já se fartou desse caldo substancioso e arrecadou, no primeiro filme, Crepúsculo, mais de US$ 383 milhões – a maior bilheteria de todos os tempos de um filme de vampiro. Quantia pra deixar qualquer estúdio com água na boca e gostinho de quero mais. Mas os problemas do primeiro filme, que teria custado US$ 37 milhões, reaparecem neste segundo – orçamento estimado de US$ 50 milhões – e outros novos dão as caras.

O que deu errado?
Como o ritmo de Lua Nova, em comparação ao de Crepúsculo, é mais lento (arrastado?), sem tanta coisa acontecendo ou tantos elementos novos a introduzir, fica mais evidente a inconsistência do elenco principal e torna a aventura de assistir ao filme quase um suplício. Mesmo para quem curte a série de livros.

Na sessão que o Terra teve acesso, cerca de 80% da sala era composto de fãs teenagers. Até eles, fissurados por Bella, Edward e Jacob, riram nos muitos momentos constrangedores do filme.

A transformação dos lobisomens ou, melhor, lobos gigantes (aos debutantes no mundo de Stephenie Meyer vale avisar que muitas das características conhecidas de vampiros e lobisomens são modificadas em seus livros), também fica aquém da expectativa, talvez pelo orçamento limitado. A título de comparação, os primeiros filmes da cinessérie Harry Potter gastaram cerca de US$ 100 milhões, ou seja, o dobro da conta de Lua Nova – blockbuster custa caro.

É quase certo que Lua Nova terá uma carreira promissora nas bilheterias. A histeria dos fãs espalhados pelo mundo em torno de tudo o que diz respeito ao casal Bella/Edward, o interesse demasiado no pretenso romance (na vida real) de Kristen e Pattinson – que esta semana integrou a lista dos 100 homens mais sexy do mundo da prestigiada revista People – e o número da vendagem dos livros da série, que só aumenta, são argumentos suficientes para acreditar nesse sucesso.

Mas, num mundo dominado pela tecnologia, no qual o twitter dita (e muda) a cada segundo o way of life de legiões de seguidores – que levam a opinião, mesmo que curta (140 caracteres), a ferro e fogo e usam e abusam de seu poder verborrágico ao “tc qquer” comentário -, é complicado acreditar que somente o belo rosto e o sarado torso de Pattinson – e agora também de Taylor Lautner (o lobisomem Jacob) são suficientes para ludibriar a audiência teen. Pode até acontecer, mas não por muito tempo. É subestimar demais os garotos e garotas, que estão cada vez mais espertos e críticos.

(ok, para TUDO. Olha, eu sei que você acredita num mundo melhor e tal, mas juventude mais esperta e crítica? Desculpa, amigo, mas sinto dizer que não é assim. Afinal, Crepúsculo virou moda, não?)

O que provavelmente faltou e o que foi bom

Uma solução para os problemas de Lua Nova poderia ser arriscar mais na direção e investir melhor na preparação (dramática, não física) do elenco. Isso poderia reverter a falta de ritmo e minimizar o ridículo de algumas situações provocadas pela, talvez, mão brega de algum produtor com medo de sair fora do padrão “água com muito açúcar”, que se padronizou para filmes teens ou focados na plateia feminina.

Mas nem tudo está perdido em Lua Nova. A fotografia ganhou matizes e pinceladas de sofisticação, resultando numa atmosfera onírica – bem ao sabor da história. Dá até para arriscar o adjetivo belo nesse quesito.

Taylor Lautner (Jaocb) é uma grata surpresa. É o menos pior do elenco principal. Justo ele que, logo após o primeiro filme, era estraçalhado pela mídia, indústria e até fãs da série por acharem que ele não teria estofo para alcançar o “talento” e o carisma de Kristen e Pattinson. Inclusive, sua substituição chegou a ser ventilada.

Mas dói o coração ver desperdiçado o talento de Michael Sheen, como o afetado vampiro Aro Volturi, e Dakota Fanning, como Jane, a vampira de olhos vidrados e feições inexpressivas – a menina tem 15 anos e parece que enfiou a cara numa bacia de Botox. Triste.

O problema nisso tudo é que mexer com filmes desse porte, que envolvam uma franquia midiática como a de Crepúsculo, com uma legião de adoradores, é uma faca de dois gumes – chavão, mas ele é perfeito para explicar o caráter pernicioso da adaptação dos livros de Meyer. Se por um lado é tentador – como o sangue humano para os vampiros -, pela grande vocação comercial que esse tipo de projeto traz, por outro é aterrorizador, já que a responsabilidade em satisfazer a expectativa dos passionais fãs é gigantesca e qualquer deslize pode ser mais fatal que uma patada de lobisomem.

Entre gritos e sussurros

Para quem faz questão de estar com o assunto do momento na ponta da língua, uma dica: vá ver ao filme com algum fã da série. É o maior entretenimento que Lua Nova proporciona aos não-fanáticos. A cada suspiro e grito (sim, grito histérico) das garotas toda vez que Edward surge, tira a camisa ou se declara a Bella é uma diversão. Quando o Cristo Redentor aparece ao fundo de uma cena “tensa” de Edward (sim ele se refugia no Rio de Janeiro, no início da trama), então, os teens brazucas vão à loucura.

Muito bem, agora, mais do Terra

Crítica internacional detona ‘Lua Nova’

Vai ter fã mandando más vibrações para jornalistas (principalmente pra mim, falei) antes da estreia de Lua Nova na próxima sexta-feira (20). A crítica especializada internacional é unânime: o mais esperado filme do ano já é considerado, por muita gente, o pior lançamento de 2009.

O respeitado New York Post disse que as más atuações do elenco são como notícias ruins: não melhoram com o tempo. Além disso, citou que o plus de US$ 15 milhões injetado na produção desta segunda aventura protagonizada pelo casal insosso Edward e Bella, não foi o suficiente para trazer qualquer tipo de empolgação. “Lua Nova deveria ser a mais excitante história de amor do ano, adicionado a uma trama de monstros. Mas onde está a excitação? Pra onde foi a ação?”, cita o ácido crítico Kyle Smith.

Roger Ebert, do Chicago Sun Times, afirmou que o carisma dos atores é digno de uma homenagem no Madame Tussaud – o museu de cera de Nova York e Londres.

O jornal Charlotte Observer seguiu outro caminho, detonando a direção de Chris Weitz: “como em Bússola de Ouro, ele se preocupa em filmar cenas muito longas e desnecessárias”, dispara. Ele termina o artigo citando que Eclipse, terceiro filme da série, vem aí: “Eu preferia que alguém arrancasse minha cabeça no lugar.”

Nenhum artigo, no entanto, foi mais cruel do que o escrito por George Roush no site Latino Review. O crítico abriu entrelinhas para cada personagem principal do longa-metragem. À atuação de Kristen Stewart, disparou ironias, dizendo que, como no primeiro filme, ela adora mexer nos cabelos, ficar com a boca entreaberta e dizer uma série de falas inexpressivas olhando para o chão.

Disparando “elogios” à atriz -à qual se referiu, com ironia, como a melhor de todos os tempos- disse que todas as meninas de hoje deveriam ser como Bella, usando palavras agressivas para expressar seu ponto de vista.

O site The Wrap fez uma matéria explicando porque as pessoas deveriam detestar Crepúsculo. Segundo ele, os filmes da série são chatos. “Os fãs deveriam seguir os conselhos da lendária atriz Lauren Bacall, que deve conhecer um ou dois filmes, além de amor verdadeiro”, diz a resenha. Recentemente, a atriz do cinema clássico – que essa semana recebeu um Oscar pelo conjunto da carreira – disse que queria “enterrar seu salto agulha na cabeça da neta” quando ela a fez assistir Crepúsculo. Para ela, os fãs da série deveriam conhecer mais sobre cinema e assistir Nosferatu (1922), clássico absoluto do gênero vampiros.

Mais surpreendente ainda foi uma matéria que o New York Magazine fez na tarde desta quinta-feira (19). Segundo eles, o diretor do filme, Chris Weitz, já sabia que o filme seria criticado. “Weitz agiu na defensiva desde que o primeiro trailer caiu na rede”, afirma. Segundo a revista, após ler as críticas negativas, o diretor chegou a comentar que deixaria a carreira por um tempo.

AHÁ, E EU ACHANDO QUE NÓS ÉRAMOS MALVADOS, HUAHAUHUA! Adoro os críticos, falei!

Pra terminar, mais uma surpresa: A VEJA!

Descabeladamente romântico
Lua Nova, o segundo filme da saga Crepúsculo, quer atrair agora também os garotos, com lobisomens superpoderosos e cenas de ação. Mas, para manter fiéis as meninas que a-do-ram a série, reforça ainda mais o drama de amor adolescente entre o vampiro cavalheiresco Edward e a adolescente casta Bella

(ok, mais um comentário jornalístico… linha fina GRANDE, hein?)

Como tantos adolescentes do ensino médio, os enamorados Edward (Robert Pattinson) e Bella (Kristen Stewart) estão mais interessados no seu ti-ti-ti íntimo do que naquilo que os professores tentam ensinar. O professor de literatura, irritado com a desatenção de Edward, pede que ele reproduza a fala do Romeu, de Shakespeare, pouco antes do suicídio – e Edward o surpreende. Conhece o trecho de cor e o recita com sentimento: “A morte, que sugou o mel do teu hálito, não teve poder contra tua beleza”. “Foi esquisito fazer aquela cena”, disse o ator inglês Robert Pattinson, de 23 anos, a VEJA. “Toda a sala, cheia de extras, olhava para mim. Errei e tive de recomeçar várias vezes.” Dificilmente essa será a sequência mais lembrada de Lua Nova (The Twilight Saga: New Moon, Estados Unidos, 2009), a continuação de Crepúsculo, que estreia no país na próxima sexta-feira. As garotas – público primordial dos filmes baseados nos best-sellers de Stephenie Meyer – vão suspirar diante do inefável Pattinson. Um novo ímã para seus olhares é o pedaçudo Taylor Lautner (que interpreta o lobisomem Jacob), exibindo seus peitorais malhados. No esforço de incrementar o apelo para os rapazes, há mais sequências de ação e muita computação gráfica. A citação de Romeu e Julieta, porém, dá o tom do filme, em tudo fiel ao espírito do livro original. Stephenie Meyer, mórmon praticante, dispensa o ardor sexual do jovem casal criado por Shakespeare – mas, nos quatro romances que já venderam mais de 80 milhões de exemplares ao redor do mundo, não tem pudor de retratar, com as tintas mais encarnadas, o drama desesperado que é o amor adolescente.

Dirigido por Catherine Hardwicke, Crepúsculo, o primeiro filme, trazia o início do amor entre o vampiro Edward, virtualmente imortal, dotado de força e velocidade sobre-humanas e capaz de ler mentes, e a humana Bella, uma desajeitada garota que se muda do ensolarado Arizona para o frio estado de Washington (as locações não são lá: no primeiro filme, foram no Oregon; em Lua Nova, em Vancouver, no Canadá). Com o orçamento relativamente modesto de 40 milhões de dólares, o filme teve bilheteria mundial de 350 milhões de dólares e projetou Kristen e Pattison como o casal mais queridinho do cinema (sim, eles namoraram fora das telas, mas agora estão aparentemente dando um tempo). Lua Nova é sobre rompimento e dor. No seu aniversário de 18 anos (a atriz tem 19), Bella começa a se angustiar com o fato de que está envelhecendo, enquanto seu namorado, que tem 108 anos, estacionou na aparência de 17. Edward, cioso dos perigos que a companhia dos vampiros traz à amada, acaba se afastando de Bella, na tentativa de protegê-la. Ele tem sede do sangue de Bella, mas contém-se: não quer transformá-la no monstro que ele mesmo julga ser. Essa abstinência tem sido interpretada como uma pregação da contenção sexual para os jovens, muito de acordo com o ideário religioso da autora. A menina entra em desespero, até encontrar consolo na companhia do lobão Jacob.

Edward – quase um deus, mas acessível para a prosaica Bella – inflama a imaginação das fãs. Depois de Crespúsculo, fotos de Pattinson ganharam as paredes dos quartos de adolescentes e pré-adolescentes de todo o mundo. “Nunca imaginei algo assim. No meu tempo de escola, eu não era nem de longe o garoto mais desejado da classe”, diz o encabulado ator de cabelos desgrenhados, enquanto seus dedos de unhas um tanto sujas atarraxam e desatarraxam ansiosamente a tampa de sua garrafa de água mineral.

Com Edward ausente em grande parte da história, tudo indica que chegou a hora de Taylor Lautner, 17 anos. Sua participação no primeiro filme era pouco mais do que uma ponta. Em Lua Nova, o papel cresceu – e Lautner também: ameaçado de ser substituído, o ator franzino malhou e engoliu meses de dieta proteica. “Eu tinha de comer a cada duas horas. Não era agradável”, diz ele. Seu torso esculpido tornou-se um recurso dramático primordial para o novo filme. “Era meio esquisito trabalhar o tempo todo sem camisa no frio de Vancouver, onde todo mundo anda encasacado”, diz o ator. Lautner está namorando a cantora country Taylor Swift (mais um casal dos sonhos…), que recentemente lhe mandou um recadinho carinhoso no monólogo de abertura do programa cômico Saturday Night Life (para em seguida estrelar uma hilária paródia de Crepúsculo, com Frankensteins no lugar dos vampiros).

Nas entrevistas que o elenco concedeu em Los Angeles, todos se fecharam ferreamente contra “perguntas pessoais”. “Kristen é uma ótima atriz”, diz Pattinson quando lhe perguntam sobre a química que os dois demonstram na tela. Dá-se como certo que a situação entre ambos é o inverso daquela representada no filme: teria sido Kristen a responsável pelo fim do namoro. Na entrevista, a atriz filosofou sobre a tristeza mortal de Bella ao ser abandonada pelo namorado hematófago: “A dor de Bella ao perder Edward, embora metaforicamente represente algo muito real, é colocada em um mundo com o qual não temos como nos relacionar. Eu acho que a história se sustenta sem os aspectos míticos, tem uma dinâmica sólida entre os personagens, mas… Eu me perdi totalmente. O que você perguntou mesmo?”.

Os aspectos míticos e a dinâmica dos personagens são o de menos: o enredo é descabeladamente romântico. O torturado Edward dá o fora em Bella e, ato contínuo, Bella perde-se, alucinada, na floresta, até desabar entre as árvores. Edward, exilado em um Rio de Janeiro de fancaria, recebe a notícia equívoca de que alguém morreu, logo conclui que foi Bella – e parte para tentar o suicídio (muito difícil de conseguir entre os vampiros). Até os lobisomens são hipertrofiados: no lugar da criatura tradicional, meio canina, meio humana, são lobos enormes – do tamanho de um cavalo. Tudo isso é um tanto indigesto para o público maduro. Mas Lua Nova deve abocanhar a bilheteria com dentões enormes – de vampiro ou lobisomem, agora tanto faz.

EUROPEUS — E, PORTANTO, MALVADOS

Os vampiros imaginados por Stephenie Meyer são diferentes daqueles consagrados em clássicos como Drácula, de Bram Stoker. Expostos ao sol, não viram cinza, mas brilham. Não são necessariamente maus – podem escolher o caminho do bem, como fizeram Edward e sua família. Em Lua Nova, porém, surgem personagens mais clássicos: nas ruas sinuosas de Volterra, na região italiana da Toscana (substituída, nas locações, pela cidade próxima de Montepulciano), vive o clã dos Volturi, a realeza do mundo dos vampiros. Fazem parte desse núcleo os dois atores mais experientes do elenco: o galês Michael Sheen, 40 anos, que interpretou o primeiro-ministro britânico Tony Blair em três produções, e a americana Dakota Fanning, que, apesar dos tenros 15 anos, acumula uma filmografia respeitabilíssima. Os Volturi representam a visão mais tradicional desses monstros: europeus, aristocráticos, sofisticados e muito perversos. Mas, com suas perucas compridas e o figurino cheio de fru-frus, o bando resulta mais pavoroso do que apavorante. Sheen tem uma filha de 10 anos que, leitora apaixonada de Stephenie Meyer, exultou ao saber que o pai iria trabalhar em Lua Nova. Dakota, que cursa o ensino médio, faz parte do público típico dos livros. “Li todos os quatro livros em uma semana. E depois fiquei triste por ter acabado tão rápido”, diz, com seu sorriso ainda infantil, de dentes pequenos. É seu primeiro papel de vilã – ela interpreta Jane, uma vampira que tem o poder de, apenas com o olhar, submeter suas vítimas a uma dor excruciante. Seus grandes olhos claros aparecem ocultos por lentes de contato, de um vermelho bizarro. “Dakota fica assustadora com as lentes vermelhas. Já eu fico parecendo um coelho”, afirma Sheen, com seu humor britanicamente autoderrisório.

Ou seja, meus amigos, transformaram os Volturi em bibelôs. Porque vampiros mais próximos dos decentes parecem bonequinhas agora, ÓTIMO!

E vocês, o que tem a dizer?

Lily

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44 Respostas

  1. Como diria Aladdin… “um mundo ideaaaaal”. HAHAHAHA. Adorei a crítica do Rubens! E quase fui atrás da Hannah Montana depois da notícia. Perceberam que até n’Os Simpsons pode ter vampiro, né? Não estrelinhas de luz.

    19/11/2009 às 5:47 pm

  2. Mal posso esperar para ver esse episódio. Pena que é a Lisa. Sempre paguei maior pau pra ela… >:

    19/11/2009 às 6:13 pm

  3. mari

    e ainda teve aquela critica do site r7. UHSAUH cara rachei.

    mas tiops a miley ta revoltada que crepúsculo ta levando os fãs dela embora…lálálá

    19/11/2009 às 6:16 pm

  4. A Miley é bem desligada do resto do planeta Terra, né? Eu li esses dias um comentário dela dizendo que nunca tinha ouvido falar do Jay-Z, sendo que… eh, até eu que não gosto de hip-hop sei quem é essa criatura, né.

    19/11/2009 às 6:23 pm

  5. Rolou também na revista Veja de ontem (18/11). Tá nas bancas. Veja arrasou. Gente, tô até com medo! Dia 20 vai ser horrível, mas no domingo também vai ser dose, tem aquela galerinha que leva a família toda só pra ver de novo. E eu vou assistir “2012” pra fazer um trabalho da facul (e também pq curto um filme catástrofe… e acredito nessa teoria…).

    Minha amiga quase virou a cara pra mim pq eu disse que não via Lua Nova com ela nem de graça!

    19/11/2009 às 6:56 pm

  6. Saki Morgan

    “Sim, os fãs da série escrita por Stephenie Meyer estão se multiplicando como leucócitos em tempos de gripe suína”
    *se mija de tanto rir*

    E [2] em tudo que o Ewald Filho disse. OK, nem tudo, discordo da parte de “expressão de coisa alguma”. Provavelmente, “coisa alguma” tem MUITO mais expressão que ela nesse filme o-o

    19/11/2009 às 7:03 pm

  7. Luisa

    É que até o Dean é hater (superrnatural)

    Talvez ainda haja esperança!

    19/11/2009 às 7:08 pm

  8. ritah

    Será que ainda há esperança? É talvez haja depois dessas criticas *a que quotou as melhores partes para as amigas lovers* principalmente a do Rubens (mesmo que eu não saiba quem é o sujeito, já gostei dele e já concordei com tudo!)

    Miley é estranha, mas não gosta de twilight, já é um ponto a favor, falei.

    19/11/2009 às 7:32 pm

  9. Euri dele .-.

    19/11/2009 às 7:50 pm

  10. Fê Koffke

    Ri demais, com absolutamente TUDO :D agora todos são haters skaopskaopskap (e com orgulho :D)

    19/11/2009 às 8:54 pm

  11. kuka

    KEVIN ARRASA SEMPRE! DESDE DE QUE VI UM FILME DELE PELA PRIMEIRA VEZ, SAIR ASSISTINDO TUDO E NUNCA ME DECEPCIONEI!!!!
    adorei as criticas!
    auhauhauhauh miley? Eu concordo com alguma coisa disso?
    Melhor disso todo pode falar pra minha priminha ” Não vá ver lua nova, a hannah montana naum gosta disso!”
    BRIGADA MILEY!
    uauhauhahuauhauha

    19/11/2009 às 10:10 pm

  12. Dany

    Rubens está apoiadíssimo! Concorda com cada palavra, mesmo antes de ter visto o filme… É de se esperar que seja mesmo quase a mesma porcaria do anterior.

    Porra por que a Lisa? Ela tem um cérebro, diferente de Isabella Swan.

    Miley tem cara de retardada, mas pelo menos detesta Twilixo também.

    19/11/2009 às 10:54 pm

  13. Twilight Haters

    Duas coisas:

    1) Miley Cyrus tem um pouco do meu respeito agora (só um pouco).
    2) Kevin Smith: pegava mais fácil que Edward Cullen. Rilitros.

    19/11/2009 às 11:10 pm

  14. Twilight Haters

    Ai, e foi a Ana aí.

    19/11/2009 às 11:10 pm

  15. M.J

    Eu ri out loud com as críticas XD até a Miley Cirus man hauhauahauahuahuhauhua
    eu sou uma hater com orgulho <3

    19/11/2009 às 11:10 pm

  16. Julia

    Duas coisas:

    1) Miley Cyrus tem um pouco do meu respeito agora (só um pouco).
    2) Kevin Smith: pegava mais fácil que Edward Cullen. Rilitros. [2]

    ri demais com tudo, simplesmente perfeito! *O*
    na Veja também saiu uma matéria sobre o filme e foi bem engraçado!

    “Na entrevista, a atriz (Kristen Stewart) filosofou sobre a tristeza mortal de Bella ao ser abandonada pelo namorado hematófago: ‘A dor de Bella ao perder Edward, embora metaforicamente represente algo muito real, é colocada em um mundo com o qual não temos como nos relacionar. Eu acho que a história se sustenta sem os aspectos místicos, tem uma dinâmica sólida entre os personagens, mas… Eu me perdi totalmente. O que você me perguntou mesmo?’
    Os aspectos míticos e a dinâmica dos personagens são o de menos: o enredo é descabeladamente romântico.”
    Veja, 18 de novembro de 2009

    tem bem mais, mas esse trecho foi um dos melhores. Ela é drogada por acaso? WTF? o que ela quis dizer? o_o

    20/11/2009 às 2:48 am

  17. Laís

    “A mocinha Kristen Stewart é um fenômeno de passividade, em qualquer circunstância, a qualquer momento, ela tem a mesma expressão de coisa alguma. Uma água parada com a boca perpetuamente aberta…”

    [2]

    Agora todo mundo é hater, até a Miley. O que é bom, pra ver se botam um pouco de juízo nessa gente lover. Amei as críticas, só acho estranho a Veja fazer crítica falando mal do filme quando no ano passado puxou o maior saco da Stephenie numa entrevista.

    20/11/2009 às 9:56 am

  18. Beatriz

    Ah, a caipiranha da Miley só diz isso porque ela odeia coisas “de terror” (Note as aspas!). Ela é tão sem-noção que para ela Crepúsculo, Vampire Diaries, Supernatural e Drácula são a mesma coisa.

    20/11/2009 às 1:49 pm

  19. quando tu falou área de trabalho eu pensei em desktop :x
    que burra kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    oquei, agora vou ler o resto :B

    20/11/2009 às 4:59 pm

  20. Isadora

    Agora só falta Lua Nova ganhar um Framboesa de Ouro ou pelo menos ser indicado. Vai ser mais perfeito que o edinho =X

    20/11/2009 às 5:51 pm

  21. ariel

    Gostei muito de todas as criticas,todos são haters agora ,e parece que leem o blog pois a maioria tem humor ao fazer as críticas ,porque fazer uma critica sobre lua nova levando o filme a sério é rídiculo,por favor coloquem a critica do blog mente aberta da revista época,essa foi uma das mais engraçadas que vi.Lá diz :basta assistir a alguns minutos de Lua nova para perceber que o filme foi feito com o único propósito de arrancar gritinhos das adolescentes. E, ao menos nesse aspecto, trata-se de uma obra-prima.Tudo estrategicamente calculado para garantir que, a cada cinco minutos de filme, pelo menos uma fã vai colocar as cordas vocais para funciona.

    20/11/2009 às 6:20 pm

  22. Narcisa Le Fay

    A scene in the 3rd act shows Edward with his shirt open, ready to break vampire law because he is so tortured inside. No actor could do such a scene filled with such emotional depth. DeNiro? DiCaprio? Depp? Oldman? Penn? Nope. No way. Only Robert Pattinson, who has become the stuff fat 14 year old girls dream of, could pull of scenes like this.

    HAUHAUAHAUHAUAHAUHAUAHAUHA

    Porque essa parte da crítica me fez rir loucamente XD

    Site: http://www.latinoreview.com/movie-reviews/the-twilight-saga-new-moon-746

    20/11/2009 às 7:06 pm

  23. melhor!

    20/11/2009 às 8:22 pm

  24. Jucinéia Beatriz

    ”Mas dói o coração ver desperdiçado o talento de Michael Sheen, como o afetado vampiro Aro Volturi, e Dakota Fanning, como Jane, a vampira de olhos vidrados e feições inexpressivas – a menina tem 15 anos e parece que enfiou a cara numa bacia de Botox. Triste.”
    HASUAUHSUAHUSUAHSUAHS morri

    20/11/2009 às 10:34 pm

  25. nem preciso criticar nada, eles criticaram tudo :D

    21/11/2009 às 11:13 am

  26. Anísio

    Acho que a minha preferida ainda é a do Spill.com. Sério, tô passando mal aqui.

    http://my.spill.com/profiles/blogs/new-moon-audio-review?id=947994%3ABlogPost%3A1799271&page=2#comments

    21/11/2009 às 1:31 pm

  27. Bernardo

    Cara, até a patricinha retardada caipira nojenta da Miley Cyrups não gosta de Crepúsculo!
    Perderia um pontinho do “retardada” se não fosse só pq se ela visse ia ficar com medinho que a Maria Purpurina chupasse *sublinha “chupasse”* o sangue dela.

    Mas vem cá, já tava estranhando que Crepusculixo ainda não tivesse aparecido nos Simpsons.
    Mas por que a Lisa? Ela não merece o sofrimento de fazer o papel da Ferra

    Cara, mas esse diretor não presta. O vexame que foi A Bússula de Ouro! Tirou 99% do importante pra série, e isso sem nem comentar aquela cena no barco com a Serafina (a feiticeira que no filme dá as “instruções-para-quebrar-Bastilhas” pra Lyra). Estragou uma das melhores séries que eu já lí.

    E foi muita besteira da Dakota aceitar o papel.
    Cara, no 1º filme tentaram contratar a atriz-que-eu-num-sei-o-nome da Violet Baudeleire (do Desventuras em Série) pra ser a Ferra
    Que bom que recusou, matava ela se aceitasse
    Ou pedia pro Bin Laden pra matar -okn

    21/11/2009 às 4:15 pm

  28. Bernardo

    Caramba, viciei em por “cara” no início das frases -apanha

    21/11/2009 às 4:17 pm

  29. Jacii

    Kevin Smith: pegava mais fácil que Edward Cullen. Rilitros. [3]

    21/11/2009 às 8:00 pm

  30. Takka

    “Para ela, os fãs da série deveriam conhecer mais sobre cinema e assistir Nosferatu (1922), clássico absoluto do gênero vampiros.”
    Meu professor de artes fala a mesma coisa, Q.

    Enfim, RIDEMAIS com as críticas.

    21/11/2009 às 11:12 pm

  31. isabella

    gente, somos superfãs do blog de voces ! alias, fizemos um video zuando crepusculo. vejam: http://www.youtube.com/watch?v=ntpHHXaa1nk
    também tem a parte dois, o link tá na descrição do video.
    beeijos!

    22/11/2009 às 12:03 am

  32. Aibell

    Pra mim a opinião da Miley é irrelevante pq ela não fede nem cheira, mas é bacana ver famosos criticando a série. Fiz uma oração pedindo a proteção divina e assisti o filme. Apesar de ter me rendido uma dor de ouvido por causa das fangils histéricas, foi divertido ver meu irmão mais velho gritando “Gostosooo!” de modo bem afetado, a meu pedido, quando a lantejoula aparecia na tela. Algumas fãs ficaram meio escandalizadas, mas eu nunca ri tanto na vida. Isso e a Dakota, mesmo inexpressiva,compensaram a grana do ingresso. =D

    22/11/2009 às 1:39 am

  33. A crítica A-CA-BOU com New Moon (y) Ri demais aqui do quanto que eles tiraram, ri ainda mais com a crítica do Kevin Smith.
    Só fiquei triste porque eu JURAVA que a Dakota ia mandar bem. Muito ruim isso, sempre a achei uma puta atriz, não quero que a carreira dela se prejudique por causa disso.
    Na verdade, acho que Twilight faz as pessoas ficarem ruins. A Kristen fez um filme chamado “Speak”, que ela até faz junto com o Michael Angarano e, tipo, conta a história de uma menina que foi estrupada. Ela atua SUPER BEM, aí depois eu vejo ela em Twilgiht e… e… WTF? O que aconteceu com aquela atriz? Isso é macumba, vudú, sei lá

    22/11/2009 às 12:34 pm

  34. isabella d.

    HASHUAHASHUA!!! A-do-rei!!! E bom ver que nem todos são idiotas a ponto de serem “lavados cerebralmente” por new crap. até minha mae gosta disso ( embora ela tenha um gosto discutivel coitada,fazer o q, mae é mae) Minha amiga que foi na pre-estreia chegou rouca de tanto gritar, e segundo ela o cinema tremeu, e quando ela me perguntou seu eu iria gastar cinco reais pra ver isso eu só nao falei “no dia 29 de fevereiro” por q gosto muito dela!!!
    amei as criticas

    23/11/2009 às 3:15 pm

  35. anrpa

    Tá cara. Raxei com o Crepésculo.

    23/11/2009 às 11:04 pm

  36. Eu ainda me revolto quando alguém que tem essa descrição “[…] A mocinha Kristen Stewart é um fenômeno de passividade, em qualquer circunstância, a qualquer momento, ela tem a mesma expressão de coisa alguma. Uma água parada com a boca perpetuamente aberta (tenho dúvidas, não sei se é para esconder o queixo feio ou mesmo falta de ar). Os olhos são parados, a cara pálida (aliás, comentada várias vezes no filme), declarando amor ou morrendo ferida tem sempre a mesma cara de ausência. Não está nunca aí para coisa alguma. […]” é chamada de ATRIZ!!!

    Ela nunca nem sequer tentou imitar seu ator favorito. Nem o dinheiro q ela vai ganhar faz ela ter cara de alguma coisa.

    Isso sim e ganhar dinheiro no mole!!!

    25/11/2009 às 9:19 pm

  37. O Rubens é foda!!!

    ADOROOOOOOOOOOOOOOOOOO

    a Miley deve ser mto religiosa pra ter tanta aversão assim a seres das trevas.
    Mas perdoo, os vamps de twilight nao são das trevas, eles SÃO A TREVA!!!!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    25/11/2009 às 9:26 pm

  38. AHUAHUAHUAHAUHUAHUAHUAHUHAUHAUHAUHAUHAUHUAHUAHUAHUHAUHAUHAUHUAHUAHHAUHAUHAUHAUHA AMEI MUITO OK!

    E, cara, eu também fiquei inconformada com o Edmund. Mas talvez seja pelo Pevensie/Skandar ser tão bom que eles resolveram colocar /lixa

    O da Miley eu já sabia, mas ler as outras críticas, minha nossa, RIMUITO!

    mas a minha favorita ainda será essa:

    “(…)Ora, o segredo de uma obra do gênero é relativamente simples: estabelecer um casal que inspire a torcida e a simpatia do espectador, mas Meyer (e a roteirista Melissa Rosenberg) tortura o público com duas figuras desinteressantes e aborrecidas cujo único atrativo dramático reside no fato da mocinha estar sempre prestes a ser destruída pelo mocinho. Mas nem isso é o bastante; se fosse, alguém já teria lançado um filme chamado A Lesma e o Potinho de Sal.”

    Oi, eu assistiria à “A lesma e o potinho de sal” xD

    27/11/2009 às 7:27 pm

  39. Anne

    Juro que eu estou chorando de rir até agora com o que eu li, cara. Passei a tarde lendo críticas ao filme e encerrei com chave de ouro aqui.

    Amanhã eu vou ir no cinema pra ver só pra zoar com a cara das fãs 8D

    OLHA A GLOBELEZA AÍ MINHA GENTE \O/

    27/11/2009 às 7:57 pm

  40. vcs tem que assistir isso

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    29/11/2009 às 9:51 pm

  41. Amélie Poulain

    vcs tem que assistir isso

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    http://dicademusica.blogspot.com/2009/11/o-som-do-vampiro-emo.html

    29/11/2009 às 9:52 pm

  42. Joe

    Finalmente as pessoas estão se tocando. O fantástico podia se redimir agora também, seria lindo! (Sim, ainda estou chocada com aquela coisa sei lá o quê de regravar a ceninha podre)

    30/11/2009 às 7:27 pm

  43. Juuh

    Pela primeira vez concordo com a vaca da Miley Cyrus, eu odeio ela tanto (até mais) do que Crepusculo. Finalmente as pessoas estão se tocando MWAWAWAWA a familia hater deve crescer \O/

    17/01/2010 às 8:59 am

  44. paulinha

    odeio que fiquem comparando Harry Potter com essa merda!

    04/07/2010 às 7:32 pm

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