2 Anos trazendo a lógica!!

QUEM é melhor que Edward Cullen/Bella Swan

Depois de tempos sem aparecer por aqui, decidi fazer uma postagem leve a respeito não do que é melhor que Twilight, mas a respeito de QUEM é melhor que Edinho e Bella – tanto o casal quanto cada protagonista em si.

Não entendeu? Achou confuso? Vou explicar.

Observando a personalidade de Edward – e a falta de personalidade em Bella – e, relembrando todos os meus personagens favoritos, decidi estabelecer uma amostra sobre o que eu considero bons personagens – e com boas histórias de romance, que não necessariamente são a trama de todo o livro como a falta de enredo que o livro do vampiro-lamparina mostrou e.

Aqui falarei sobre quatro dos meus “casais 20” e o desenvolvimento individual e em conjunto dos mesmos.

1.     Alec Buchanan/ Regan Madison

(A Próxima Vítima – Julie Garwood)

 

Um dos melhores romances da Julie, em minha opinião – achei que a história começou a ficar bem repetitiva em suas histórias contemporâneas após Vítima. Mas, em termos de história e romance, acho que Alec e Regan ficam na terceira ou quarta posição entre os melhores casais criados pela Julie – e, diferentemente da Meyer, queridos, ela tem uma COLEÇÃO de casais para se analisar, obrigada por perguntar.

Regan Madison é membro de uma proeminente família de Chicago, uma das donas da rede dos hotéis Hamilton, dirigida por ela e seus dois irmãos, Spencer e Aiden. O prólogo do livro começa mostrando uma garotinha que oscila entre a sensibilidade – que às vezes beira ao tom mimado de uma criança criada a “leite ninho”, como diria minha mãe – e coragem. Coragem no sentido de que Regan defende as pessoas que gosta ainda que esteja numa situação completamente desfavorável a ela. É interessante observar que isso não muda mesmo depois que ela se torna adulta e tudo o mais – quando criança, defendeu sua amiga Cordie de uma “malvada” do jardim de infância; quando adulta, praticamente salvou a vida de Alec quando o alvo era ela própria.

Ao longo da história, vamos descobrindo mais coisas a respeito da herdeira: além de rica (algo que, sinceramente, ela sequer dá importância) e com um rosto de modelo de revista (uma bela morena de cabelos cacheados e olhos azuis, a partir da descrição do livro), ela é uma mulher que gosta do trabalho filantrópico (área que atua na rede de hotéis onde é herdeira), que tem alguns traumas (como detestar casais “desprezíveis”- homens velhos com garotas novas loucas pelo golpe do baú – porque seu padrasto foi um desses caras), chorona (do tipo que chora até em comercial para cachorro, praticamente – e não, não estou exagerando. Ela chora, e MUITO), entre outras coisas.

Além disso, a partir de atitudes (e observações de Alec), nota-se que a personagem é bastante insegura, e seus medos são superados conforme a trama vai se desenvolvendo, com a ajuda de Alec e das situações que passa – e isso se chama desenvolvimento da personagem, fangirls. Isso costuma acontecer em narrativas normais, sabe. Ela tem medo de machucar as pessoas com as suas palavras, e também tem medo que as pessoas que gosta (como seus irmãos, por exemplo) se afastem dela por causa de atitudes que talvez eles recriminem. Graças a isso, ela se mostra uma pessoa retraída… Quero dizer, ela é retraída no sentido de não dizer o que pensa num primeiro momento – mas isso não significa que ela seja muito boa em esconder suas emoções e sentimentos. Na verdade, ela é aquele tipo de pessoa que vai guardando todas as raivas.

Vamos a um exemplo: quando Aiden rebocou a lata velha o carro de Regan sem seu consentimento, achando que tudo iria se resolver se ele simplesmente lhe desse uma BMW:

 

Mais uma vez, Henry estava excitadíssimo:

– Ele comprou um carro para você.

Alec percebeu que a pálpebra esquerda de Regan tremeu um pouco. Era evidente que ela estava fazendo um esforço descomunal para manter o controle.

– Seu irmão comprou um carro novo para você – comentou Alec, animado – Você não acha que foi extremamente gentil da parte dele? – acrescentou a pergunta,  só para ver a reação dela.

– É uma Beemer. – anunciou Henry. Ele olhava para o emblema do chaveiro.

Como Regan não demonstrou nenhuma reação imediata, Henry pensou que ela não tivesse entendido – Você sabe do que eu estou falando, não é? Beemer é uma BMW.

Como ela não sentia a confiança necessária para falar, simplesmente concordou com a cabeça. Não conseguia encontrar as palavras e estava tão furiosa com o irmão que sentia vontade de gritar. A audácia dele ultrapassava os limites. Por que diabo ele se dava ao trabalho de cuidar da vida dela?

– Regan, está tudo bem? Você está comum brilho estranho no olhar. – disse Henry.

– Acho que ela está se recuperando da surpresa. – disse Alec, tentando ser diplomático. Na verdade, parecia que ela estava com vontade de matar alguém.”

(A Próxima Vítima, pág. 185 – Julie Garwood)

 

Alec Buchanan é o contrário de Regan. Um dos oito filhos (sim, OITO) do Juiz Buchanan (eles não tinham tevê, haha – piada inútil do dia, eu sei), o terceiro filho do clã é, assim como grande parte de sua família (e que família *suspira* – e eles nem precisam ser ANÊMICOS para serem bons!), um dos servidores à manutenção da lei. Detetive na área de Narcóticos da Polícia de Chicago, ele é confiante, controlado, arrogante, desleixado (“o homem parecia que tinha feito uma limpeza na garagem”), sarcástico e possui um determinado humor negro que faz qualquer um gargalhar – a menos que você viva numa bolha cor-de-rosa e não goste de rir da desgraça alheia… Hum:

                                                                                

– Você é muito mais competitivo do que eu; pensa que é liberal, mas na verdade é extremamente conservador. Tem valores sólidos e inegociáveis (…)” ( A Próxima Vítima, pág. 216)

 

Alec também é competitivo (vide trecho acima) – mas não tanto quanto Michael, um de seus irmãos mais novos – e, de fato, ele é conservador. Mas não no sentido de “mimimi, sexo só depois do casamento” ou qualquer determinação conservadora de Edward Cullen, beirando a século dezesseis. Em alguns momentos ele é machista – aquela historia do macho salvar a fêmea  – mas em outros ele possui total respeito pelas capacidades de Regan. É legal ver isso. – Tanto que, ao final, ELE é quem é salvo por Regan, e reconhece isso.

 

A respeito do casal, Julie conseguiu desenvolvê-los de uma maneira bonita e, ao mesmo tempo, realista. Ainda que Regan fosse extremamente bonita (e cheia da grana), Alec se apaixonou por ela pela pessoa que era – e o mesmo acontece com Regan, porque, sério, choviam rapazinhos interessados na horta dela, se é que me entendem. O que ela viu no cara maloqueiro que trabalhava na Narcóticos para preferi-lo ao invés dos milionários que convivia?

Igualdade. Ele não era melhor que ela, e ela não era melhor que ele.

O legal é que nenhum dos dois esconde as falhas do outro. Enquanto Bella e Edward parecem apenas ver as qualidades ( as perfeitas qualidades) um do outro, Alec e Regan percebem os defeitos um do outro e, ao invés de afastá-los ou fazê-los perderem o interesse, se interessam pelas falhas – onde chegam até gostar de algumas.

Não só isso, mas o desenvolvimento de um romance entre os dois faz com que os personagens evoluam como pessoas, o que mostra uma relação sadia – ainda que eles estivessem em pleno caso de assassinatos, mas enfim.

Regan aprendeu a se impor mais graças a Alec – ainda que essa influência tenha sido indireta – e também Alec, que antes era um cara bem fechado.

 

“Naquela noite, eles foram para a suíte e pediram pizza, pipoca, refrigerante, cerveja e assistiram a um filme. A história de amor era um clássico, que fez com que ela chorasse enquanto Alec ria o tempo inteiro. Ela o acusou de não ter sentimentos, o que ele recebeu como um elogio.

Na noite seguinte, ele escolheu o filme e eles assistiram a outro clássico antigo. Entretanto, não era um filme romântico, mas sim um daqueles repletos de efeitos especiais, com muitos extraterrestres. Ele adorou.

Ambos apoiaram os pés numa banqueta. Ela estava descalça e ele, de meias, das quais uma tinha um enorme furo.

Os créditos eram exibidos na tela quando ele perguntou: – Quer assistir de novo?

Ela não achou que ele estivesse brincando. – Não, obrigada. Esse filme é muito violento para mim.

– Você achou violento? – ele parecia surpreso.

– Alec, eu contei 32 pessoas mortas.

– Isso não é tão mal assim. – ele disse na maior cara dura.

– Trinta e dois corpos na primeira meia hora. Depois disso, desisti de contar.”

(A Próxima Vítima, pág.214 e 215)

 

Chega um momento na história em que os dois se separam – Alec foi convidado para trabalhar no FBI, e isso implicava sair de Chicago e ir até Boston. Ao contrário de Edward e Bella, onde toda hora parece que eles queriam brincar de “Quem vai se suicidar primeiro”, Regan resolveu usar esse acontecimento como forma de amadurecimento – onde foi, aliás, o impulso que lhe fez se impuser mais em frente aos seus irmãos.

Um fim de namoro ou flerte não é o fim do mundo – ou da sua vida – mas uma oportunidade para se crescer.

 

“Ao amanhecer de um novo dia, Regan tinha uma nova atitude.

Enquanto tomava banho e se vestia, fez um discurso para si mesma: era uma garota crescida e poderia muito bem cuidar do próprio coração partido. Tinha certeza de que sim. Seria capaz de sobreviver quando Alec fosse embora e jurou para si mesma que ele jamais saberia dos sentimentos que ela nutria por ele.”

 

Regan sofreu? E como. Mas isso não foi motivo para que ela dissesse “Minha vida acabou, matar-me-ei porque eu apenas respiro e vivo por Edward Cullen Alec.

Agora vou achar muito engraçado se vier alguma fangirl dizendo:  Mas Bella tinha apenas DEZESSETE ANOS! POR ISSO QUE ELA QUIS SE MATAR!

A-hem. Não são vocês que afirmam tão veementemente sobre o amor deles ser REALMENTE verdadeiro? Algo maduro? É bem estranho que o “amor verdadeiro” seja tão egoísta ao ponto de não suportar uma despedida.

Aliás, essa intensidade toda é bem típica dos hormônios em fúria. Então se é tudo baseado em hormônios, julgando as ações de Bella, como se pode afirmar que o que Bella nutria por Edward era o amor verdadeiro?  Como eu li uma vez em uma análise sobre um casal (O Manifesto NaruSaku, em inglês: [colocar link aqui]), amor verdadeiro não é aquele em que você tem duas ou três noites fantásticas de sexo, porque não é isso que faz um casamento durar cinqüenta anos, mas sim um romance onde você aprende a viver com a pessoa no dia-a-dia, na ROTINA. Pode parecer simples, cansativo até aos olhos das mais românticas, mais eis aí um romance que dura. A rotina necessariamente não precisa ser entediante, mas tem que ser comum a você a personalidade de uma pessoa. É você saber viver cada dia ao lado de alguém, respeitando seu espaço e suas características que a fazem realmente amar alguém.

Nem tudo é simplesmente hormônios e mármore esculpido, Bella Swan.

 

 

“Além da compaixão que vira nos olhos dele, havia muitas coisas que amava nele. Ele era um homem de honra e integridade – Regan descobrira isso na primeira hora que passara com ele. Um homem totalmente dedicado ao seu trabalho; terrivelmente leal para com aqueles que amavam, além de ter um maravilhoso senso de humor.

Ele tinha defeitos, mas no momento, ela não era capaz de se lembrar de nenhum.”

(A Próxima Vítima, pág. 285)

 

Diferença entre o casal: Lendo Twilight, Bella mais parecia interessada em ressaltar todos os pontos físicos maravilhosamente esculpidos e brilhantes de Edward Cullen (er…NOT!). Não lembro de quantas vezes ela realmente parou no livro para falar sobre as qualidades não-físicas de Edward. Quero dizer, ele era um cara que ela amava ou era o frango de domingo para o almoço?

Sabe aquela expressão de televisão de cachorros? Era o que Edward me lembrava. ¬¬

De novo: romance não aquele em que você NUNCA vai brigar com a pessoa – por Deus, onde isso é um desenvolvimento? – e vai viver feliz todos os dias da sua vida. Isso seria, no mínimo, falta de personalidade. Bella sempre dava a maldita sensação de que, pelo fato de Edward ser tão “perfeito”, seu amor e casamento com ele também seria tão “perfeito” ao ponto de que os dois jamais teriam uma discussão, jamais discordariam e viveriam uma eternidade de felicidade e gozo – e eu nem quis ser irônica sobre “gozos” nessa parte.

Ah, pelo amor de Deus. Sou mais aprender a viver numa rotina com alguém, ter discussões gigantescas e aprender a amar cada defeito de um cara do que esse tédio todo de “perfect family”, beijos.

2.      Theodore  Buchanan/ Michelle Renard

(O Testamento – Julie Garwood)

 

Em minha opinião, o casal mais bem desenvolvido que a Julie já escreveu é esse. Entre todos os da série contemporânea, foi o casal mais bem estruturado – e, sinceramente, ocupa o primeiro lugar como meu casal favorito. Enquanto eu amo o Alec quanto personagem, eu acho a química Theo/Mike perfeita e eles nem precisam brilhar.

Michelle Renard, a Mike, é uma médica que acabou de finalizar toda a sua especialização. Enquanto é mostrada logo no livro por possuir um talento nato na arte de se segurar um bisturi, ela também é mostrada como uma mulher simples – preferiu voltar para sua minúscula cidade, Bowen, e ajudar os habitantes do local a trabalhar em Boston e ganhar rios e rios de dinheiro. Além disso, ela é uma mulher determinada e, ao mesmo tempo, possui aquela inocência que chega até ser charmosa na personagem – perceba que Julie não usou “burrice” para descrever “desastrada”, como algumas pessoas. Diferentemente de Regan, ela veio de uma família em humilde, e tem uma história bem realista. Sua mãe entrou em coma ao dar a luz à Mike, e seu pai, Big Daddy Jake continua com sua vida, cuidando da filha e de mais dois meninos (Remy e John Paul Renard).

Aliás, até a forma como ela conhece Theo dá uma sensação de familiaridade e realidade impressionante.

Enquanto Mike quer ser “médica de um buraco” (palavras de um dos cirurgiões que a ensinou), Theo Buchanan é um importante promotor do Ministério da Justiça americano. O filho mais velho do Juiz Buchanan é um homem bastante engraçado (é sério, ele consegue ser engraçado sem querer ser engraçado. A ironia dele e seus comentários inconformados são ÓTIMOS), além de ser considerado um homem extremamente atraente (diferentemente de Vítima, em que as únicas opiniões sobre a beleza de Alec partiram de Regan – e, às vezes, de uma de suas amigas), Theo é considerado garanhão por quase todo o centro cirúrgico ¬¬.

Mike e Theo se conhecem por acaso em um evento em comum – ele foi dar um discurso, ela ganhou um convite por um dos médicos. Por fim, Mike acabou salvando a vida de um Theo com apendicite, após ele ter vomitado em seu vestido e socado seu olho sem querer (e eu registro aqui minha frustração por ele ter vomitado e rasgado um ARMANI, obrigada).

Após a operação, é interessante perceber o crescente interesse de Theo por Michelle. Começa como quase todo o relacionamento – baseado na beleza do outro, seja ela exterior ou uma pequena mostra da interior. A questão é, logo após ser liberado do hospital e colocar algumas coisas em ordem, Theo “se dá” umas férias e parte até a cidade de Michelle, Bowen, sob a mentira (que disse a si mesmo, detalhe) de que iria “pescar” com o pai dela, que conheceu no hospital – e que foi convidado pelo mesmo para ir até Bowen pescar.  

A partir daí, começa o desenvolvimento do relacionamento entre os dois – e as divirtidas confusões, como um time de futebol americano confundir Theo com o novo treinador e com quase a cidade inteira tentando “ajuntar-los” daquela maneira gostosa interiorana. Ao mesmo tempo que ocorre o relacionamento, acontece a trama, em que um grupo pretende matar Michelle, mas meu ponto hoje é falar sobre os personagens e o casal.

 

“Visões de uma linha de pesca nas águas tranqüilas do bayou da Louisiana surgiram em sua mente. Antes de partir de Nova Orleans, havia prometido voltar para dar a palestra que havia perdido e achava que aquele seria o melhor momento. Depois da palestra, poderia ir conferir o local de pesca do qual tanto se gabara Jake Renard. Sim, um pouco de tempo para refrescar as idéias era só o que lhe faltava. Havia outro motivo pelo qual estava ansioso para voltar à Louisiana… e não tinha nada a ver com pesca”.

(…)

Lembrava-se como, deitado em sua cama hospitalar, não conseguia tirar os olhos dela. Qualquer homem normal teria reagido da mesma maneira que ele. Estava doente na época, mas não inconsciente.”

(O Testamento, pág. 84 – Julie Garwood)

 

O que estava fazendo ali, afinal? Por que viera tão longe só para pescar? Porque era ali que ela estava, admitiu e, de repente, começou a se achar bobo. Pensou em fazer uma manobra e voltar a Nova Orleans. Sim, era isso que deveria fazer. Se fosse depressa, ainda poderia pegar um avião e voltar a Boston pela meia-noite.

 (…)

Devia estar louco, sim era isso que era. Sabia exatamente o que deveria fazer, mas continuava indo em frente.”

(O Testamento, pág. 94)

 

Mas, não podemos dizer que Michelle também não havia se interessado por ele graças à aparência.

 

“Michelle fechou a pasta, recolocou a tampa na caneta e a colocou no bolso. Dedicou a ele toda sua atenção. As enfermeiras do centro cirúrgico tinham toda a razão. Theo Buchanan era lindo… E sensual como o diabo. (…) Seu cabelo estava desalinhado e precisava fazer a barba, mas ainda assim era sensual.

(O Testamento, pag. 44)

 

Bem, geralmente essa é a ordem natural das coisas – nossos rostos são os nossos “Cartões de visita”. Contudo, diferentemente de Twilight, o romance não se desenvolveu APENAS em apetite sexual e tensão sexual – e não venham me dizer que houve desenvolvimento, porque eu não vi nenhum ali. Só vi uma garota se dizendo apaixonada DO NADA e dizendo a todo o momento em palavras bonitinhas “Edward, eu te amo. Edward, me coma”. O relacionamento dos dois resumia-se simplesmente a “não fale, procrie”. Fala sério, cadê a cumplicidade do casal? A forma em que os dois viviam juntos era bastante tediosa, sério.

 Theo e Michelle começaram a conhecer um ao outro, verdadeiramente, suas atitudes, seus gestos e tudo o mais, e isso foi o que começou a uni-los. Theo acaba se hospedando na casa de Mike durante suas “férias” e, ali, um começa a conhecer melhor o outro. Na verdade, essa é meio que uma fórmula da Julie, pelo menos nos livros contemporâneos: os casais passam determinado período morando sobre o mesmo teto. Como diria minha mãe, você só passa a realmente conhecer uma pessoa quando convive as 24 horas com ela, e a autora faz bom aproveito disso.

E, bem, os secundários e terciários de Garwood conseguem ser muito mais bem trabalhados que os secundários de Meyer ¬¬   – obviamente. Em determinado momento, estão todos determinados em unir Theo e Michelle – menos John Paul, o irmão de Mike – mas você percebe cada personalidade dos personagens – eles não vivem pelo casal principal, quando se relacionam com o mesmo é apenas uma faceta de uma situação qualquer. De resto, eles são pessoas com seus próprios dramas e vida. Isso é ótimo.

 

“Quatro garotas esbeltas e louras adiantaram-se, falando em uníssono. Todas usavam as mesmas roupas, shorts brancos e camisetas vermelhas. Uma delas levava um grande pompom vermelho e branco e liderava as demais na torcida.

– Eu quero um B! – ela comandou.

Foi recompensada com um grito B! E assim foi com U, depois K, depois A, depois um N, mais um A e um N.

– E o que se escreve assim?

– Bukanan! – a garotada explodiu.

– Essa é boa! – Theo comentou.

Michelle quase rachou de tanto rir. Theo levantou as mãos, tentando controlar a massa.

– Eu não sou seu treinador! – ele gritou – Escutem aqui, é tudo um mal entendido. Esse garoto…

Não houve jeito. Ninguém prestava atenção aos seus protestos. Os adolescentes animados e felizes correram para ele, gritando todos ao mesmo tempo.

Como aquela massa havia se descontrolado? Sentiu que Jake pôs a mão em seu ombro e voltou-se para ele. O velho abriu um enorme sorriso de satisfação.

– Bem vindo a Bowen, filho.”

(O Testamento, pág. 104)

 

(…)

 

“- Eu quero um B!

– Sabe do que esses meninos estão precisando? – ele perguntou

– Hum, deixe ver se adivinho… Um treinador? – Michelle arriscou.

– Não, estão precisando urgentemente de alguém que os ensine a soletrar direito o meu nome.

(…)

– Foi um prazer ajudar. – ele respondeu secamente – Quero que me responda uma coisa: por que ninguém nessa cidade parece querer me ouvir?

– Estão ocupados demais tentando impressioná-lo. Vai deixar Andy Ferrand ser atacante este ano?

– Muito engraçadinha.”

(O Testamento, pág. 106)

 

 

– Mas é claro que Elvis pode estar por aí. É melhor levar a vassoura junto, para garantir.

– Elvis? – ele perguntou, parando de chofre.

– Nossa celebridade local. Da ultima vez que foi visto, juraram que ele tinha quase cinco metros de comprimento.

– E vocês batizaram um crocodilo de Elvis? Qual é o problema de vocês aqui?

– Não damos nomes a todos – ela se defendeu – Só aos maiores.

– Você está brincando com essa história de Elvis, certo?

– Mais ou menos.

– Pois saiba que MAIS OU MENOS é crueldade com um homem que tem verdadeira fobia por crocodilos, Michelle”.

(O Testamento, pág. 144)

 

Comentário pessoal: Theo teria que amar muito Michelle para suportar tudo o que suportou em Bowen AHHAHA.

Mas aos que procuram por aquela parte linda e romântica do romance, aqui está:

 

“- Michelle?

– Sim?

-Descobri seu ponto forte.

– E o que é? – ela perguntou com a voz pastosa de sono.

Ele baixou o lençol um pouco e colocou a mão sobre seu peito. Se não estivesse tão cansada, perguntaria a ele porque certos homens possuíam tanta obsessão por seios, mas então percebeu onde exatamente a mão dele fazia pressão, e seus olhos encheram-se de lágrimas.

Como não amar aquele homem?

Ele havia colocado a mão sobre seu coração.”

(O Testamento, pág. 252)

 

E há vários trechos e passagens assim, mas esse é simplesmente o meu favorito. :D

 

3.    John Paul Renard/ Avery Elizabeth Delaney

(Prazer de Matar – Julie Garwood)

Sim, mais um casal da Julie – e percebam que o cara se chama JP! YEAH! A historia dessa vez se passa com o irmão de Michelle, John Paul Renard, um agente aposentado da CIA que detesta agora essa e quaisquer outras formas de governos judiciais, e Avery Delaney, uma analista do FBI. A história se passa um ano após toda a confusão d’O Testamento, em que John Paul procura por Monk, o assassino de aluguel que quase matou sua irmã. Enquanto isso, Monk se envolve com Jilly, a mãe psicopata de Avery, que a abandonou logo na primeira semana de vida, e que agora quer matar a ela e a sua irmã – tia de Avery -, Carrie. Diferentemente dos outros romances contemporâneos de Julie, eles não passam a historia morando sob o mesmo teto – na verdade, eles mal possuem tempo para parar, salvo uns dois dias de acordo com a cronologia. É o tempo inteiro numa correria que só, até conseguirem se livrar dos joguinhos de Jilly e conseguir um desfecho surpreendente para a trama.

A opinião de cada um sobre o outro começa de uma maneira bastante peculiar: ambos acham que o outro é um desmiolado focado apenas em seu corpo, algo que tanto ela quanto ele detestam.

 

“Ele estava estirado sobre uma espreguiçadeira meio escondida por uns ramos de palmeira, dentro do bar do saguão, quando Avery Delaney entrou, pavoneando-se. Foi preciso apenas um olhar atento e ele soube tudo sobre ela. Ela era uma típica loura californiana. Não, talvez não fosse típica. Ela não era uma pessoa comum, ele tinha de dar a mão à palmatória. Mas era, definitivamente, obcecada pelo corpo. De outra maneira, por que passaria uma semana num SPA?”

(Prazer de Matar, pág. 121)

 

As suposições de John Paul só pioram conforme ele vê Avery perdida no saguão. Mal sabe ele que ela é completamente o oposto do que ele imagina…

 

“Seus cabelos loiros, longos e lisos, brilhavam na luz. Apesar de parecerem naturais, ele duvidou que fossem. Talvez fossem conseqüência de um pote de água oxigenada. Seus olhos estavam escondidos sob os óculos escuros e ele imaginou que talvez usasse lentes de contato coloridas. A camiseta fazia um bom trabalho para esconder seu umbigo, mas ele não duvidava que tivesse um piercing. Afinal, não era essa a moda hoje em dia?

(…)

A mulher deveria ter o cérebro de uma mosca, mas quando se trata de sexo, inteligência não é exatamente uma coisa a ser considerada.

A Senhorita Cabeça Oca parecia incapaz até mesmo de encontrar a recepção.”

 

As suposições de Avery a respeito de John Paul também não são as melhores. Assim que o viu:

 

Ela nunca tinha visto alguém assim, a não ser, talvez, no cinema. Ele se tornava maior à medida em que se aproximava. Alto e musculoso, cabelos escuros e pele bronzeada. Ela imaginou que ele passasse boa parte do tempo ao ar livre ou em alguma academia, trabalhando seus músculos. Ele tinha uma beleza tempestuosa, mas parecia totalmente centrado no aspecto físico.

Ela preferia os homens cerebrais.”

(Prazer de Matar, pág. 126)

 

Obviamente, eles vão se conhecendo conforme  começam a lutar pela sobrevivência  no jogo de “caça ao tesouro” criado por Jilly. Inicialmente, John Paul mais a ajuda por motivos próprios – afinal, o homem que ele queria matar estava acompanhado da psicopata. Mas, conforme o tempo passa, ambos começam a se preocupar realmente com a sobrevivência um do outro.

 

John Paul definitivamente não é um cara perfeito. De todos os homens criados pela Julie, ele é o mais estúpido, grosseiro, arrogante, convencido, malcriado, anti-social, mal humorado, pessimista, e a lista só aumenta. Mas, de novo, tem toda aquela historia de desenvolvimento do personagem – ele é uma pessoa bem mais controlada ao final do livro. De novo, tudo questão de desenvolvimento propiciado por um relacionamento.

Onde tem isso em Twilight? Bella até o fim foi descrita como desastrada – e, quando mudou, foi porque mudou de “espécie”, não por causa do relacionamento – sem contar que ser desastrada nem é um “problema” a ser tratado – e Edward era perfeito demais para possuir qualquer falha. Qual o proveito além da necrofilia praticada entre os dois, se é que isso pode ser chamado de proveito, que nojo que um tirou do outro?

 

Avery também tem uma personalidade bastante difícil. Traumatizada pelos eventos que passou durante a infância – um dos quais a tornou estéril para a vida toda – ela fica constantemente na defensiva, apesar de ser extremamente durona, inteligente, orgulhosa e não permitir que ninguém lhe diga o que não fazer.

E, acima de tudo, Avery não é, definitivamente, o estereotipo de mulherzinha que precisa de proteção. E John Paul obviamente gosta disso:

 

“Seus dedos estavam presos ao redor da cintura dela. Ela pegou um de seus dedos mindinhos e virou-o para trás, com força. No mesmo instante, abaixou o queixo e arremessou a parte de trás da cabeça na cara dele. Ela ouviu um estalo de cartilagem quando ele começou a gritar de dor e a soltou.

– Puxa! – balbuciou ela – Merda, isso doeu! – ela se afastou de Kenny e esfregou a mão na parte de trás da cabeça, enquanto ia ao encontro de John Paul – Não é tão simples quanto parece ser no cinema. Lição aprendida.

Ela notou a expressão incrédula no rosto de John Paul.

– O que foi? – perguntou

Ele desabrochou um sorriso largo e fácil.

– Nada mal.”

(Prazer de Matar, pág.192)

 

 

 

 

E, diferentemente de Edward Cullen, John Paul não tem jeito nenhum com palavras. Na verdade, ele é bem lacônico, e suas tentativas de elogiar Avery são hilárias. Mas, sejamos francas, acho muito mais interessante um homem todo macho que se porte como o mesmo do que um que é pintado como “_o_  MACHO MAIS PERGIOSO DE TODOS” que no fim fala toda uma gayzice simplesmente para soar “cavalheiro” ou “romântico”.

Nada de “leões e cordeiros” aqui, queridos, mas sim:

 

“Ele olhou para ela e perguntou:

– Então, a cor é verdadeira?

– Como assim?

– A cor do seu cabelo. É verdadeira?

Ela piscou.

– Por acaso você está me perguntando se eu uso peruca?

– Não, estou perguntando sobre a cor do seu cabelo. Você é loira de verdade ou loira tingida?

– Que interesse você pode ter na cor do meu cabelo?

– Na verdade, interesse nenhum – respondeu ele, ficando irritado – Mas, se a mulher se parecia com você, acho que preciso saber se -.

– Não, não tinjo o cabelo.

Ele não escondeu sua surpresa.

– É mesmo? E os seus olhos?

– O que tem meus olhos?

– Lentes de contato coloridas?

Ela balançou a cabeça.

– Não.

– De verdade?

– Você está, deliberadamente, tentando bancar o idiota?

– Escute, estou apenas tentando juntas as peças, está bem? Você deve saber…

– Saber o que? – pressionou ela, quando ele não continuou.

Ele franziu o cenho e olhou para ela.

– Diabos, mulher! Você é linda!”

(Prazer de Matar, pág 212)

 

 

Ou…

 

“Agora, ela estava quase em cima dele, tentando roubar algum calor gerado por aquele corpo.  O homem parecia um cobertor elétrico.

– Sai daí. – depois de dar a ordem, ela fez uma careta. Sua expressão parecia a de um sargento.

Ele fez força para não rir.

– Se eu puser meus braços em volta de você, doçura, é bastante provável que eu deixe de ser um cavalheiro. “

(Prazer de Matar, pág. 222)

 

 

Apesar do John Paul ser um ogro – falo sério – você acaba se apaixonando por ele, e acaba torcendo pelos dois. Fica evidente que ele primordialmente gosta da Avery não pela beleza, mas pela inteligência e força dela. A Avery se apaixona por ele porque, além da segurança que ele transmite, ela se sente confortável o suficiente para fazer o que quer, e não o que as pessoas esperam que ela faça – e ao longo da trama você aprende o quanto isso é importante para ela.

 

“Mas John Paul era diferente dos homens que conhecera. Ele não dava a mínima bola para status. Ele não era manipulador e não tinha interesses ocultos. Ele era o que mostrava ser. Talvez fosse essa a razão da atração que sentia por ele. E do conforto que sentia ao seu lado.”

(Prazer de Matar, pág. 324)

 

Será que gostava mesmo de Avery? Sim, teve de admitir que gostava. A mulher era super inteligente. Como poderia não gostar dela?

(…)

Maldição, ela estava o enlouquecendo. Ela pareci um carrapato, não parava de coçar e irritar.

(…)

Ela o fizera rir. Fizera com que quisesse coisas que pensara nunca poder ter.

(…)

– Se você quiser vir comigo, doçura, é melhor que saiba que quem dá as ordens aqui sou eu, e você vai fazer exatamente o que eu lhe disser que faça. Você pode dar conta disto?

Ela não hesitou em responder:

– Quando eu pulei da escada de incêndio, aterrissei no teto do seu carro, que ficou amassado. Você dá conta dessa parte?”

(Prazer de Matar, pág. 301)

 

 

4.      Gabriel Dean/ Jane Rizzoli

(O Dominador, O Pecador, Dublê de Corpo, Desaparecidas – Tess Gerritsen)

 

“Dean entrou na sala e seu olhar imediatamente fixou-se em Rizzoli. Estava de terno e gravata, a aparência impecável contrastando com a blusa amarrotada e o cabelo despenteado dela. Quando finalmente ergueu a cabeça para ele, foi quase em desafio.

Aqui estou. Aceite ou caia fora.”

(O Pecador, pág. 234)

 

Praticamente meu casal favorito. O romance entre os dois começa de modo bem peculiar: não começa. Inicialmente, Jane tem tanto desprezo por Gabriel que o próprio leitor acaba se frustrando com as aparições dele, imaginando, assim como ela, que ele quer roubar seu “brilho” na investigação – ou, pelo menos, qualquer workaholic (Tammie ergue as mãos) pensaria assim.

A primeira aparição de Gabriel Dean se dá em O Dominador, segundo na série “Isles-Rizzoli”. Jane estava no meio de um caso com um serial killer quando Dean aparece, pavoneando-se e brandindo seu distintivo do FBI, praticamente se colocando como o novo chefe da operação – gerando, obviamente, conflitos com a responsável pela operação, Jane.

 

“Ele olhou para Maura.

– Sabe como nos conhecemos, não sabe?

– Reversa Stony Brook, não foi?

– Aquela cena do crime. Demorou trinta segundos para termos a nossa primeira discussão. Uns cinco minutos antes ela me mandara sair de sua área”

(Desaparecidas, pág. 129)

 

Jane e Gabriel são os extremos opostos; ele é controlado, o suficiente para que muitas pessoas o considerem “sem coração” – ele parece não se comover com a situação da vítima, ele parece movimentar tudo ao seu redor como um jogo de xadrez. Jane, por sua vez, é tempestuosa, teimosa, o tipo de pessoa que, se você empurra, ela empurra de volta ainda perguntando “Qual é seu problema, seu babaca?”. Às vezes, a mulher é tão forte, mas tão forte, que você acaba se irritando, pois, ao mesmo tempo em que ela quer gritar para o mundo que “Jane Rizzoli não precisa de ninguém”, internamente ela está apenas aterrorizada e humilhada com a perspectiva que possam taxá-la de incapaz pelo simples fato de ser mulher – não que eu a culpe. Ela realmente está no meio dos garotos, afinal, sendo detetive do Departamento de Homicídios de Boston. Gabriel, aliás, nota isso mais de uma vez, esse desejo incontrolável dela de sempre querer sobressair-se e jamais demonstrar fraqueza – e também o fato dela sempre achar que está sendo analisada. Como, por exemplo:

 

 “Finalmente, Rizzoli se recompôs e deixou o reservado. Sua cabeça parecia menos entontecida, o estômago controlado. O fantasma da Rizzoli de sempre voltou ao corpo. Na pia, lavou a boca com água gelada para afastar o amargor e, depois, jogou água no rosto. Acorda, garota. Não seja fraca. Se deixar que vejam uma brecha em sua armadura, vão atirar justo ali. Sempre fazem isso.”

(O Pecador, pág. 48)

 

– Já requereu proteção?

A pergunta chocou Rizzoli.

– Proteção?

– Um carro patrulha, pelo menos. Para vigiar seu apartamento.

– Sou policial.

Dean inclinou a cabeça, como se esperando pelo resto da resposta.

– Se eu fosse homem você teria feito essa pergunta?

– Você não é homem.

– Isso significa automaticamente que eu preciso de proteção?

– Por que está tão ofendida?

-Por que o fato de eu ser mulher me incapacita de defender minha própria casa?

Dean suspirou.

– Sempre precisa superar os homens, detetive?

– Dei muito duro para ser tratada como todo mundo – endureceu-se ela – Não vou pedir favores especiais porque sou mulher.”

(O Dominador, pág. 243)

 

 

O interessante do casal é justamente isso, ao contrário dos anteriores, que tinham seus defeitos, mas não eram completamente expostos – mesmo que isso seja um avanço, se considerar Twilight e seus músculos de mármore, puf – nos livros de Tess, os defeitos misturam-se muitas vezes com as qualidades. Por ora, defeito ou qualidade sobressaem-se ao anterior, mas cada um tem seu momento de pico. É a série mais “humana” que eu leio, atualmente. Você se identifica tanto com um personagem, sente-se socado pela escrita crua de Tess – ela não enrola vinte linhas para falar de um sentimento. Retrata-o às vezes tão frio, tão “na cara” que isso acaba tocando mais que qualquer descrição de vinte páginas – e às vezes surpreende-se pelo rumo de seus pensamentos – uma hora você sente a ira tempestuosa de Jane Rizzoli, sente-se como ela. Outros momentos sente-se envergonhado que sua curiosidade por passado e cultura possa se assemelhar tanto a um serial killer, por mais que grande parte do momento você o julgue doente.

E, claro, o thriller da historia é capaz de fazer qualquer um enlouquecer. Especialmente Desaparecidas, que começa “rock ‘n roll” desde o segundo capitulo do livro.

Mas, deixemos a trama de lado e vamos falar de Gabriel e Jane. Vamos para o primeiro encontro romântico e dazzling (not) do casal.

 

“Quando voltou do bosque para o campo de golfe, Rizzoli estava suada, suja e exausta de bater em mosquitos. Ela parou para tirar folhas dos cabelos e carrapichos das calças. Empertigando-se, subitamente deu-se conta da presença de um homem de cabelos ruivos, vestido de terno e gravata, ao lado do furgão do instituto médico legal, com um celular pressionado contra a orelha.

Rizzoli dirigiu-se ao patrulheiro Doud, que ainda estava administrando o perímetro.

– Quem é o engravatado? – perguntou a detetive.

Doud olhou na direção do homem.

– Ele? Disse que é do FBI. “

(O Dominador, pág. 88)

 

Rizzoli, como a investigadora-chefe da operação, obviamente foi conversar com ele. E apesar de Gabriel Dean ser um homem capaz de virar a cabeça de qualquer mulher em um aposento (ao contrário de Jane e homens :B), tudo o que passava pela cabeça da mulher era: “esse #$%##%^ quer roubar minha investigação!”

 

Como investigadora-chefe, não queria ver anuviadas as linhas da autoridade, e este homem, com sua pose militar e terno de executivo, já se comportava como se fosse o comandante da cena criminal.

(…)

– Imagino que vocês recebam muitos comunicados rotineiros – começou ela.

– Sim, recebemos.

– Cada homicídio, correto?

– Somos notificados.

– Há alguma coisa neste que o torna especial?

Ele simplesmente fitou-a com sua expressão impenetrável.

– Com certeza as vítimas achariam isso. “

 

Jane detestou-o inicialmente, como dito no primeiro trecho, o de Desaparecidas. Contudo, Gabriel Dean pareceu se encantar de imediato com ela, e justamente pela força tempestuosa que Jane Rizzoli era – porque, se fosse pela aparência… Jane não é descrita como uma mulher bonita, pelo contrário. O maior elogio que li, em todos os livros da série, sobre aparência, foi que ela possuía olhos muito vivos e bonitos. De resto, ela é o tipo de garota que cresceu caçoada pelos irmãos, com o apelido de “Cara de Sapo”.

Nota-se isso [o encanto de Gabriel por Jane] por pequenos trechos, não mais que uma linha, como a continuação dessa briga por território:

 

A raiva de Rizzoli estava subindo como um submarino retornando subitamente à tona.

– Este corpo foi encontrado há apenas algumas horas. – continuou Rizzoli – Esses comunicados agora são instantâneos?

Houve um leve tremor de sorriso nos lábios do agente quando ele disse:

– Não estamos completamente fora de sincronia, detetive.”

(O Dominador, pág. 89)

 

Apesar de completo desgosto que Jane sente por Gabriel – especialmente quando recebe uma pseudo-bronca de seu superior, graças ao fato de Gabriel ter conversado com o mesmo dizendo que Jane não estava apta para seguir a investigação por causa de problemas passados -, conforme a investigação vai avançando, o relacionamento entre os dois começa a desenvolver e, ao mesmo tempo, Jane começa a analisá-lo de uma maneira diferente. Mais de uma vez.

 

Dean caminhou lentamente até ela, até estar perto o suficiente para ser intimidador. Talvez fosse sua intenção. Eles agora estavam cara a cara, e embora Rizzoli jamais fosse recuar, não teve como evitar que seu rosto enrubescesse. Não foi apenas a superioridade física de Dean que a fez sentir-se ameaçada; foi sua compreensão repentina de que ele era um homem desejável – uma reação profundamente perversa, à luz de sua raiva. Rizzoli tentou sufocar a atração, mas ela já havia fincado suas garras e não estava disposta a largá-la”.

(O Dominador, pág. 140)

 

Dean falou muito pouco durante o percurso, mas o silêncio entre os dois parecia apenas intensificar a percepção que Rizzoli tinha de seu cheiro, de sua confiança. Ela mal olhava para ele por medo de que Dean visse, em seus olhos, a agitação que ele inspirava.”

(O Dominador, pág. 251)

 

O romance começa a se desenvolver, até que, em uma viagem para Washington, onde grande parte das duvidas de Jane sobre a investigação é esclarecida, Gabriel e ela finalmente se rendem e acabam dormindo juntos. Horas mais tarde, após prazeroso esquecimento de todos os problemas que enfrentavam, eles já estavam brigando mais uma vez, por falta de interpretação um sobre o outro.

O Dominador termina com um Gabriel e uma Jane decididos a passar algumas horas juntos – Deus sabe como, hehe. Em O Cirurgião, a conseqüência daqueles encontros é mostrada: Jane está grávida de Gabriel Dean, o cara que mora em Washington, tão viciado em trabalho quanto ela.

Mais uma vez, em meio a uma investigação – o estranho assassinato de uma freira de 19 anos, que vivia em um convento – tem-se passagens do dilema de Jane: ter ou não o bebê, contar a Gabriel ou não. Nisso, por mais que ela demore praticamente O LIVRO INTEIRO para admitir, percebe que esse não é o único medo dela: ela tem medo de contar sobre o bebê, porque se apaixonou por Gabriel e tem medo que ele a rejeite.

A ela, e ao bebê.

 

“- E ainda assim não vou dizer. Tenho que escolher o que é melhor para mim, não para os outros.

– O que tem medo que ele diga?

– Que ele diga para eu estragar minha vida. Que me diga para ter o bebê.

– É disso mesmo que tem medo? Ou será que tem medo que ele rejeite o bebê? Que ele rejeite você primeiro?

Rizzoli olhou para Maura.

– Sabe de uma coisa, doutora?

– O quê?

– Às vezes, você não faz a menor idéia do que está falando.

E às vezes, pensou Maura ao observar Rizzoli saindo do escritório, eu acerto na mosca”.

(O Pecador, pág. 170)

 

Mas não é o que acontece. Gabriel, ao descobrir sobre o bebê, aparece à entrada do apartamento dela, usando todo seu jeito Gabriel Dean de ser para dizer que ele está ali para assumir a responsabilidade, e é o que ele quer. Não apenas isso, mas pede Jane em casamento.

Não pelo bebê, mas porque ele a quer.

 

“Ele estava perfeitamente ereto, ainda fazendo pose de homem de cinza. Mas, ao ouvi-lo falar, Rizzoli sentiu um toque de irritação que a surpreendeu:

– E onde eu entro nisso? – perguntou ele – Fez todos esses planos e não me mencionou uma vez. Não que eu esteja surpreso.

Ela balançou a cabeça.

– Por que está tão furioso?

– É a mesma coisa sempre, Jane. Você não consegue evitar. Rizzoli toma conta da própria vida. É toda segurança por trás de sua armadura. Quem precisa de um homem? Droga, não você.

– E o que eu devo dizer? Por favor, ó, por favor me salve? Não consigo carregar este bebê sem um homem?

– Não, você provavelmente é capaz de se virar sozinha. Arranjaria um jeito, mesmo que isso a matasse.

– Então o que quer que eu diga?

– Você tem uma escolha.

– E eu já escolhi. Eu disse para você, vou ficar com o bebê. – começou a caminhar em direção à escada, lutando contra a neve.

Ele a agarrou pelo braço.

– Não estou falando do bebê, estou falando de nós. – e acrescentou, baixinho – Escolha-me, Jane.”

(O Pecador, pág. 360)

 

Eu sei que, falando assim, até que parece que o romance dos dois foi algo corrido. Não foi, mas seria simplesmente impossível dar todos os detalhes sobre os dois sem ultrapassar a marca das 60 páginas, e eu seria obrigada a fazer um “Manifesto Dean-Rizzoli”, iguais aos Manifestos de quem shipa casais. Mas, só para dar uma noção, há um desenvolvimento de quatro livros sobre o relacionamento deles – isso até onde eu li, e até onde foi traduzido. Ainda há mais dois livros já escritos da série, que ainda não foram publicados aqui no Brasil.

Em Desaparecidas, ultimo livro da série que eu tenho – por enquanto – vemos um Dean-Rizzoli casado. E um Gabriel praticamente surtando em emoções, perdendo toda sua compostura de homem frio e “Homem do Terno Cinza”, controlado e com suas respostas comedidas.

Motivo? Jane, pronta para dar a luz, foi feita de refém.

E Gabriel Dean desmoronou. Perdeu a calma, socou um cameraman, chamou a repórter de poota após a mesma ter divulgado o nome de sua esposa aos jornais – e isso poderia acarretar a morte de Jane -, gritou com colegas policiais, praticamente arrancou os cabelos, além de tentar negociar com os que mantinham Jane refém, completamente desarmado e sem plano.

 

Você ainda está viva. Tem de estar viva. Eu saberia, eu sentiria caso não estivesse.

Não sentiria?

Gabriel refestelou-se no sofá do escritório de Maura, a cabeça apoiada nas mãos, tentando pensar no que mais poderia fazer, mas o medo continuava obscurecendo sua lógica. Como fuzileiro naval, ele nunca perdera a frieza em ação. Agora não conseguia nem se concentrar, não conseguia afastar a imagem que o assombrava desde a necropsia, a de um corpo diferente deitado sobre a mesa.

Alguma vez eu lhe disse o quanto a amo?”

(Desaparecidas, pág. 127)

 

A coisa que eu acho mais legal do livro é a rotina dos dois. O mundo não virou uma bolha feliz e PERFEITA, em que os dois jamais brigam, em que subitamente a “Cara de Sapo” se transformou numa princesa e que o COSMO agora parece conspirar para toda a beleza existente no mundo, permanecesse em um único casal. Pelo contrário, Gabriel e Jane continuam suas discussões, agora muito mais profundas, porque eles realmente conhecem um ao outro – são um homem e uma mulher, ambos compartilhando uma rotina, conhecendo os defeitos e qualidades, traquejos, do outro.

E isso diminui o amor? Pelo contrário, apenas o aumenta. Você se apaixona pela dedicação de Gabriel pela pequena família que agora possui, ou pela confiança cega que Jane possui por ele. Apesar dos defeitos, eles SÃO uma família e realmente se amam, e sabem que não existe essa de “isso ninguém pode tirar de mim”, porque combatem monstros que tiram isso das pessoas todos os dias, o que faz com que eles queiram se dedicar ainda mais a ter seus pequenos momentos de felicidade e amor.

 

 

“Súbito, a mão se fechou ao redor da mão de Jane, um aperto quente e familiar. Não pode ser, pensou, quando a dor da contração diminuiu e sua visão clareou lentamente. Ela se concentrou no rosto que olhava para ela e ficou pasma.

-Não – murmurou. – Não, você não devia estar aqui.

Ele segurou-lhe o rosto e beijou-lhe a testa e os cabelos.

– Tudo vai ficar bem, querida. Tudo ficará bem.

– É a coisa mais idiota que você já fez.

Ele sorriu.

– Você sabia que eu não era muito inteligente ao se casar comigo.

– No que estava pensando?

– Em você. Apenas em você.”

(Desaparecidas, pág. 209/210)

 

Enfim, eu poderia listar “n” casais melhores que Edward/Bella – algo não muito difícil – mas o post chegaria a marca de quase trinta páginas, e sinto que nem um terço leria tudo. X) Aliás, estava tentada ainda a falar sobre casais de seriados, filmes e até mangá (como, por exemplo, Alex e Izzie [Grey’s Anatomy], Noah e Allie [The Notebook], Naruto e Sakura [Naruto, apesar de não ser confirmado :B], Harry e Gina [Harry Potter], e até mesmo Jacob Black e Bella [Twilight, pasmem ¬¬]), mas, de novo, o negócio ia ficar tão grande, mas TÃO grande, que provavelmente o mundo iria acabar e eu não teria terminado x) – provavelmente eu faça uma parte dois disso, aí quem sabe….

Então, deixo estes quatro casais da literatura contemporânea americana em suas mãos, dizendo: não são autores consagrados (Julie possui romances simples e Tess, apesar de ser “leitura obrigatória” na casa de STEPHEN KING, não é muito conhecida, pelo menos aqui no Brasil) e, ainda sim, escrevem way better than Meyer, com um romance muito melhor construído, com sentido muito melhor. E muito mais saudável. Não consegui explicar tudo bem explicadinho do jeito que queria, mas espero já ter dado um insight  breve sobre construções agradáveis de romances e personagens.

 

E, para as fangirls obcecadas: Meyer como fenômeno literário, com melhor romance escrito? Com um homem “perfeito”? Com tudo “perfeito”?

 

 

DEFINITIVAMENTE, NÃO!

Tamara

(PS da Lily: E, continuando a lista, teremos QUEM é melhor que Edward Cullen/Robert Pattinson. Mulherada hater, prepare-se)

Anúncios

77 Respostas

  1. Twilight Haters

    NHAAAAAAAAAAAAI! *baba*

    Cara, é com romance ASSIM que eu suspiro. Reais, saudáveis, e ao mesmo tempo fofo. Não essas coisas piegas da Meyer… uma coisa REALMENTE FOFA! Sem cantadas de pedreiros – nada contra os pedreiros – e mulheres que parecem amebas – nada contra as amebas.

    E Tammie, você tá me fazendo se apaixonar pelo Gabriel, sua chata! Um dia eu roubo os seus livros da Tess, só pra conferir se é tão supra sumo quanto você diz. E conferir essa cena de quando eles se conheceram, porque eu rio DEMAIS quando você me conta.

    Enfim… TOME NA SUA FUÇA, MEYER!

    Lily

    19/09/2009 às 11:18 pm

  2. Aliás, só arrumando: Ela descobre estar grávida em ‘O Pecador’, não em ‘O Cirurgião’ – aliás, o gabriel nem aparece em ‘O Cirurgião’, q

    19/09/2009 às 11:20 pm

  3. jessica m.

    esse último casal foi lindo demais ;_; AHISAHSUHAS

    19/09/2009 às 11:50 pm

  4. Amei, li tudo (levou décadas mas valeu a pena)… Só tem um probleminha… Agora eu quero comprar esses livros, brr .-. Se gastar mais um centavo na livraria minha mãe me mata -q

    Quero uma parte dois :B

    19/09/2009 às 11:58 pm

  5. Lilly

    nossa, li tudo suaioausasuoas, muito legal :B perfeito qqq

    20/09/2009 às 11:56 am

  6. “Harry e Gina [Harry Potter]” Tamara ser H/G também *morre* É que eu sou fanática por eles e -q
    Cara, eu vou ter que ler O Testamento, não vai ter jeito.
    Quero uma parte dois :B [2] (só porque vai ter H/G e Alex/Izzie. Se bem que ver um post citando o primeiro casal vai ser meu sonho de consumo, então seria mais por eles *o* [mas eu amo Grey’s Anatomy *-*]).
    Cada vez mais eu me torno hater, é incrível… Mas eu ainda surto ao ver o trailer de New Moon e vou surtar em novembro vendo o filme, mas isso a gente releva ¬¬’

    20/09/2009 às 1:10 pm

  7. Luna Fortunato

    não conheço nenhum desses casais, preciso ler mais DDDD:
    mas adorei! e faça uma parte 2 *-*

    eu só consigo lembrar de Jesse e Suzannah [A Mediadora] de casal lindo, perfeito e maravilhoso, mas com certeza tem mais \o/

    /eu gosto de Calvin e Suse juntos [das tirinhas Calvin e Haroldo/

    20/09/2009 às 4:03 pm

  8. ana

    ah ,concordo lily!please, quero parte dois também (com Harry e Gina,talvez?)

    20/09/2009 às 4:28 pm

  9. Lilyh

    Ah, nunca demorar tanto pra ler um post foi tão legal. Gente, vocês são muito boas.

    Só tem um probleminha… Agora eu quero comprar esses livros, brr .-. Se gastar mais um centavo na livraria minha mãe me mata [2]

    Parte dois, por favor ^^
    Estou com a Luna Fortunato: Jesse e Suzannah, com certeza.
    Pensei em outro também, Rose e Dimitri de Vampire Academy.

    20/09/2009 às 4:40 pm

  10. Twilight Haters

    Ana, só pra lembrar, esse post não é meu, é da TAMARA! O recado final remete ao próximo post da lista de “Quem/O quê é melhor que Twilight”, e não a continuação deste em específico. Embora a Tamara tenha garantido que fará ^^

    Beijos

    Lily

    20/09/2009 às 4:54 pm

  11. amenaske

    Não concordo com Harry/Ginny. É tão superficial quanto Edward e Bella, pronto, falei

    20/09/2009 às 6:18 pm

  12. Kurotora

    Sugestão pro próximo quem é melhor que o Edinho Purpurina: L Lawliet, do anime Death Note.

    20/09/2009 às 8:23 pm

  13. anrpa

    Er, perfeito *-*

    Aliás, posso falar uma coisa? (já falando) Tem casais que não são confirmados (ou não estão juntos; não ficaram juntos) que são ‘n’ vezes melhores que Edward e Bella. Em particular, gosto de Jack e Lizzie (Piratas do Caribe -blé), que são diferente de toda a aceitação da modinha PotC-e-Will-e-Lizzie. Eles são o contrário de Princípe e Princessa Disney. E mesmo que digam: “Mas eles não ficaram juntos!” ou “Mas a Lizzie ama o Will demaaais!”, abra os olhos. Porque, além de Will ser um tapado, eunuco e o novo Davy Jones, ele é um pé-no-saco. É chato – porque é certinho. E essa de “Eles tem um filho” pode ou não ser verdade. Por quê? Ora bolas. Como eu disse, William é o novo Davy Jones. E a Maldição De Davy Jones cabe em ‘Um dia em terra; dez anos no mar’ <- Ou seja, cada dia na terra, dez anos no mar. Se ele ficasse dez dias na terra, cem anos no mar (sonha da Ane, oi). E, na Cena Bônus de PotC-Awe, quando aparece o Suposto Filho de Lizzie e Will, o moleque aparenta no máximo oito anos. E, Will ficou quantos anos no mar mesmo? Dez. E quem me garante que o filho é dele mesmo? Não vejo nada de parecido no moleque com o Will (nem com o ator, beijos). O moleque pode não ser A CARA do Jack, mas tem as CARACTERÍSTICAS dele (-e do ator, aka JD -k)… Vamos ver: bandana, cabelos meios cumpridos… canção pirata… Oh. Nada de Will nele. "Mas a Lizzie ama o Will e" não. Não estou falando isso porque apoio Jack e Lizzie, mas porque A LIZZIE é a LIZZIE. Todo aquele espírito "eu me cuido; eu sou pirata; eu sou crescida; eu posso" não tem nada a ver com William Turner. Will, odiava piratas – Lizzie sempre amou. SEM CONTAR (metendo os atores no meio, mas por um momentinho só) que WILLIAM non é JD, koe. WILLIAM non é SEXY – ainda mais com aquele brinquinho em PotC-Awe que broxou até meu tataravô. Contudo, com o que acabou PotC-Awe? Com um beijinho no joelho e "Cuide do meu coração, porque agora ele é seu *dá baú pra Lizzie, beijinho simples e vaza*" e "Lizzie: Nunca daria certo entre nós
    Jack: Repita isso ATÉ SE CONVENCER" -oi. E mais uma vez, OI! Além de que, Jack e Elizabeth passaram mais tempo juntos na triologia que William e Lizzie (tempo em que se passa o filme, não aqueles meses que se passam do tipo 'seis meses depois…'). Sem contar o ultra-beijo-non-Disney-non-Conto-de-Fadas que a LIZZIE dá no Jack. Não foi o Jack que agarrou, foi a Lizzie. Não foi Will lá, foi o Jack. Mas, oi, Jack é o pirata, Will é mocinho. E JACK FICOU NO PÉROLA E PSEUDO-MORREU! "Mas ele ficou por causa da tripulação!!" Ah, mas que ****! Vai ver, Que Jack Sparrow Ficou Lá Por Causa da Tripulação – aquele bando de cães sarnentos. Ele sorriu, e ficou lá. Podia muito bem ter gritado "GUIBBS!" e Guibbs iria lá e o soltaria. Mas não. Ele ficou – e, anteriormente, voltou ao Pérola, para ajudar a Lizzie – ainda correndo o sério risco de morrer. A bússola apontou. "Ela apontou pro Pérola!" Ah, sim, por isso ele voltou e correu o risco de morrer e -n. Ele voltou PELA LIZZIE. E depois, o Beijo-Mortal e pá-pum, no Fim do Mundo. E PotC-AWE foi deprimente. Não foi O Filme, apenas conseguiu bilheteria. Não gostei. E quando me lembro das piadas sem-graça, sinto nojo. "Meu cérebro caiu!", ah, podiam ter feito melhor. Final William e Elizabeth, eu já esperava -oi,Disney,beijos- mas a espectativa de Jack e Lizzie era grande. Jack e Lizzie são sexy – o que Disney não quer, porque Disney é para criancinhas. Assim, William e Lizzie é mais Edward e Bella. Romance adolescente (koe, a única adolescente alí é a Lizzie-Keira, porque o Bloom já tinha seus trinta e um quando filmaram AWE, em que William tinha dezenove), meloso e com final feliz. Jack e Lizzie sempre brigavam, mas quem salvou a vida dela no final foi JACK e não WILLIAM, porque WILLIAM estava morto. Alémd e Jack tê-lo salvado. "Viu! Jack sabe que Lizzie ama o Will e" Não. Ele salvou o Will porque ama Lizzie. E a quer ver feliz. Ele PENSA que a Lizzie ama o Eunuco. ELE PENSA! Não é que ele saiba, ele pensa.
    E podemos ver a decepção dele quando Lizzie vai embora.

    AWE não só foi ruim por isso, mas porque acabou na MERDA – Will e Lizzie juntos, Jack sem o Pérola Negra, PROCURANDO A FONTE DA JUVENTUDE, com duas garrafas de rum e um mapa. E a bússola apontando para algum lugar. "PARA A FONTE!" E QUEM ME GARANTE QUE É PARA A FONTE?! E, mais, a MAIOR CAGADA vai ser PotC 4 – ainda mais sem o elenco original. Eu não vou pagar 14 reais só para ver Jack Sparrow por duas horas e meia. Ainda mais quando estão falando que vai ter dinossauros.

    "Você enrolou e não falou do amor de Jack e Lizzie"

    Oh, claro. PotC está nas ENTRELINHAS, e Romance Will-Lizzie é bem coisa Twilight – fácil de entender e 'engolível'.

    Há sempre, claro, aqueles que não o engolem. Pessoas como eu, que leem nas ENTRELINHAS.

    Will-Lizzie é coisa Disney. É ADOLESCENTE E MODINHA.

    Jack-Lizzie não é coisa Disney -muito menos High School -k- Pode ser adolescente, mas não é modinha. Mesmo porque, quando você pensa em Jack-Lizzie, pensa em algo a mais que um mero romancezinho barato e insosso. Ao mesmo tempo em que pensamos em cofsexocof, pensamos em amor.

    No mais, o comentário ficou grande. AHSUHAUHAS, sorry, mas dei um exemplo. Espero que gostem -ou não-. Cada um com sua opinião \o

    20/09/2009 às 8:26 pm

  14. Daniela

    Adorei o post, como sempre *-* Também posso citar N casais N vezes melhores que Edward e Bella.
    Mas agora eu fiquei com vontade de ler esses livros >_ converta-se! XD /apanha

    20/09/2009 às 10:38 pm

  15. Laura

    Já tinha visto esse tipo de coisa numa comu anti twilight, mas aí é muito mais completo e melhor, não tem nem comparação! Post mara, bgs.

    21/09/2009 às 6:08 pm

  16. cataclism

    eu tenho q dar estes dados… uma atrofiada twilight esta sempre dizendo q twilight é o melhor filme d sempre… fica aqui os dados! World Wide Most Seen Movies Ever: Twilight 151 Position… até alvin e os esquilos passam esta deprimencia de meyer! falaram os dados né?!

    21/09/2009 às 7:07 pm

  17. Vanessa

    já li esses livros todos :) sou fã da Tess e sou fã da Julie :D

    adorei o post…ficou muito bom!

    21/09/2009 às 8:03 pm

  18. amenaske, seu comentário machucou meu coração H/G, fato. Porque o relacionamento deles é superficial? Tipo, eu nunca achei, sério. Nos livros o relacionamento deles não tem tanto destaque, devido a caça as Horcruxes e talz, mas eu ainda acho o relacionamento deles profundo, entende? O número de vezes que Gina é citada em RdM é INCRÍVEL. Enfim, eu precisava desabafar.
    Bjss ;*

    21/09/2009 às 8:17 pm

  19. Twilight Haters

    Cara, eu vou falar por mim, porque não sei a opinião da Thay. Mas, conhecendo como eu a conheço, creio que deva ser bem parecido.

    Para ser MUITO sincera, eu também acho H/G superficial e forçado. Não tanto quanto Edward/Bella, claro, mesmo porque, em quesito personalidade, a Ginny vai bem mais longe, o que, por si só, já é um fator que ajuda MUITO o casal H/G. Porém, eu jamais gostei do casal, e por algum tempo realmente achei que JK fosse deixá-lo de lado. Por duas simples razões:

    1) Eu não posso encarar o amor de Ginny como um amor verdadeiro, levando em consideração que é o mesmo que ela tinha aos dez anos. CACETE, COMO UMA MENINA NÃO MUDOU O AMOR DELA EM CINCO ANOS? Aos dez anos, você nem sabe o que é amor, Jesus. E por mais que me digam que é diferente quando ela está mais velha, eu creio que não é. O fato dela ignorar o Harry não significou que ela deixou de babar no grande herói que salvou sua vida. Ela mesma diz isso no enterro de Dumbledore, que ela jamais deixou de gostar dele por ele ser tão idiota e destemido, e que apenas o ignorou porque Hermione disse que isso atrairia sua atenção. Ao ler isso, eu simplesmente detestei. Porque não representou uma mudança ou um amor de verdade. Simplesmente ainda parecia o amor da menina de dez anos apaixonada pelo grande herói. A única diferença é que, agora, a menina de dez anos tinha atitude. Mas isso não mudou o fucking amor dela, que eu acho que nem é amor, mas beleza.

    2) A forma como Harry passou a gostar de Ginny foi completamente WTF! Sério, em um livro o menino tá todo revoltado porque a Cho “o traiu”. No começo do sexto livro, ele tá POUCO se lixando pra Ginny, a vendo como uma irmã. E de repente, não mais que de repente, só porque ela beijou outro na frente dele, ele se tocou que gostava dela? AH, JK, FAZ FAVOR! Parecia aqueles amores à primeira vista, só que meio distorcido. Não creio que uma pessoa simplesmente olha a outra e fala: “oh, eu a amo”. Na verdade, parece que a JK fez isso porque Harry precisava ficar com a Ginny, e como já estava no sexto livro, voilá, ele se apaixona de repente. Não seria muito mais fácil ela pôr a Ginny pra crescer durante todos os livros, e Harry, pouco a pouco, ir notando ela? Nem precisava GOSTAR… mas notar, ver ela de uma maneira diferente. Porque não foi isso que aconteceu. Ginny mudou DE REPENTE no quinto livro, e nem assim Harry a notou. Só lá no sexto, DEPOIS que se livrou da Cho. Acabou que Ginny ficou meio “queimada” na história por ter muitos namorados (ok, nem foram muitos, mas perto do padrão de HP, ela foi quem mais teve namorados), e Harry, de repente, caiu de amores por ela. Forçado!

    Claro que isso são as minhas visões sobre o casal, que me fazem achar que sim, eles são superficiais, mesmo porque não houve sequer TEMPO para desenvolver os dois (por mais que Ginny seja muito citada no sétimo livro, ela não participa ativamente das buscas com os três, então não temos NADA do romance dos dois a não ser a parte final do sexto e o começo do sétimo. Não podemos, então, considerar a citação de Ginny ao longo de “Relíquias” como um “desenvolvimento” do romance dos dois, falei). Os fãs tem bons argumentos pra achar que H/G é um bom casal (que, aliás, creio que a Tammie irá trazer aqui na parte dois do post dela), mas que não me fazem gostar do casal, pelo menos não como um que eu shiparia, por exemplo. E serei bem sincera: eu sou muito mais H/G da fic da Tamara, por exemplo, que cobre as lacunas que eu citei lá em cima (sim, eu acho que foi falha da JK, assim como MUITOS outros romances dela), do que o H/G do livro. Mas, claro, não é um casal que eu odeie, também. Pelo menos ninguém é submisso nessa história toda.

    Lily

    21/09/2009 às 8:42 pm

  20. Gabriela (Bee)

    Não concordo com Harry/Ginny. É tão superficial quanto Edward e Bella, pronto, falei [2]

    e [2] também em tudo que a Lily disse. ‘-‘

    No mais, adorei o post. (: Agora quero ler esses livros, atóron romance policial. xD

    21/09/2009 às 10:14 pm

  21. Eu faria já minha lista sobre razões de H/G ser melhor que Edinho/Bella, mas é aquela coisa: vou ter um post com uma parte dedicada a isso, sooooo…

    Mas percebam que eu nunca disse que é bom. É melhor que E/B, mas relativo dizer que é um bom casal. Eu o acho fraco, talvez até superficial em alguns pontos mas, ainda sim, melhor que Edinho/Bella.
    E é exatamente isso que eu vou provar…quando passar meu vestibular e eu criar vida para fazer um post novo :B

    22/09/2009 às 5:40 pm

  22. Dhiro

    Adorei o texto! Sério, me deixou com vontade de dar um tempo no meu livro e escrever um romance URGENTEMENTE @_@ LOLOLOLOLOLOLOLOL -q

    Sobre H/G, sei lá, eu consigo imaginar muito mais o Harry com a Mione do que com a Gina, parece mais… natural. Rony e Hermione fica meio estranho, ao meu ver, talvez porque só olhamos o romance pelos olhos do Harry que, bem, não liga a mínima. Enfim, eu não ligaria se houvesse um Harry/Luna, a cena da pintura no teto do quarto dela foi, tiops, golpe fatal, se eu tinha alguma dúvida de que gostava da Luna, as dúvidas explodiram que nem o Edward explode na purpurina u_u

    23/09/2009 às 4:27 am

  23. Xurupita Hale

    ESSE BLOG EH UMA MERDA

    23/09/2009 às 9:26 am

  24. Rin

    Caramba! Amei a tese, os livros parecem ser ótimos, deu vontade de ler xD *Anota na lista d elivros depois de terminar a torre negra*

    Ah e quanto a H/G concordo em número e grau com a Lily, também achei H/G muito forçado! Pra mim foi bem mais do que apressado ^^

    Espero o próximo, vai ser ótimo!

    Quanto ao comentário acima… Argumentos sólidos e preparados hein!

    23/09/2009 às 10:57 am

  25. anrpa

    -k, chorei com o Xurupita. RONALDO -not

    23/09/2009 às 8:47 pm

  26. manu

    Xurupita Hale :
    Esse é o típico comentario que as lovers fazem no blog…
    Mas então diga:poque você acha esse blog ruim???(ou você é só mais uma lover mimada que não aguenta saber que existe gente que não gosta,e critica,TWILIGHT,”o melhor livro do mundo”???-sarcasmo nas aspas)

    volte qualquer dia pra se justificar(e pra eu rir mais de você)
    :*

    23/09/2009 às 9:54 pm

  27. O nick da criança é XURUPITA e nosso blog que é ruim.

    Definitivamente, eu não compreendo mais os gostos do mundo.

    24/09/2009 às 4:26 pm

  28. EDWARD, BRILHA MUITO NO CREPÚSCULO rs

    25/09/2009 às 2:20 pm

  29. amenaske

    Opa, desculpa se eu não respondi, ainda não tinha visto.
    [2] na Lils. A gina precisou virar A popular para o Harry começar a notar ela. Durante boa parte do livro, o que ele mais se preocupa é o Draco(Drarry feellings, bjs), mas entre isso, em pequenas partes, ele se importar com a Ginny.
    Ela se apaixonou por Harry no primeiro livro, quando nem sequer tinha falado com ele. Ela era apaixonada por Harry Potter e foi apaixonada por Harry Potter até onde vimos, como a Lily mesmo falou.
    Um casal ideal, que é até aceitável[riscado]é Drarry[/riscado] é Harry com a Luna. É muito mais sincero

    25/09/2009 às 8:26 pm

  30. Isabella

    Ah, não sei se vcs estão sabendo, mas saiu um livro novo da Meyer The host ( o hospedeiro). Ainda não li, mas daria um bom post. Quem sabe ela não percebeu que casais imperfeitamente perfeitos são um saco???

    25/09/2009 às 9:55 pm

  31. Twilight Haters

    Sinto te decepcionar, Isabella, mas em The Host, o maldito ideal da perfeição CONTINUA! Até onde sei (também não li), o livro consiste basicamente em pequenos alienígenas de oito centímetros que, quando se “hospedam” nos humanos, tornam os humanos perfeitos ¬¬

    Lily

    25/09/2009 às 10:38 pm

  32. manu

    típico da S.M.
    ¬¬
    (alguem realmente esperava que ela criasse algo decente??)

    25/09/2009 às 11:16 pm

  33. Rin

    amenaske

    “o que ele mais se preocupa é o Draco(Drarry feellings, bjs)”[2]

    Yeah pinhão rula ahsduhduhdaud só pra não perder a oportunidade xD

    Será que a Meyer não cansa de estragar a literatura, assim como a mente de milhares de aborrecentes alienadas?

    26/09/2009 às 12:23 am

  34. Luisa

    Aliens que possuem corpos humanos? Já vi um filme parecido que estreou em 2008 e era baseado num livro. Como se chamava mesmo? “Os invasores”, com a Nicole Kidman, só que aí era um vírus alien, que tornava as pessoas desumanos e insensíveis, acho que era para torná-las perfeitas também…

    26/09/2009 às 4:43 pm

  35. ritah

    Ainda não li tudo, tudo, mas pelo que já li, o post tá óptimo.

    E metendo-me na conversa, H/G é melhor que Edward/Bella mesmo. E olha que eu nem da Ginny, mas é óbvio que ela ao menos tem personalidade, ao contrário da Bella. Mas, concordemos, H/G é forçado, muito forçado. Drarry é muito mais digno, falei.

    Eu li The Host e digo: Meyer não melhora NADA. Quer dizer, aliens tipo vermes – literalmente – de 8cm a dominarem a Terra quase sem os humanos SEQUER darem luta? Humanos-controlados-por-aliens têm saúdes e aparência perfeitas? SÓ MEYER MESMO!

    26/09/2009 às 8:12 pm

  36. ritah

    E esqueci de dizer, dona Lily, eu quero o post dos homens/personagens melhor que Pattinson/Cullen, RÁPIDO. Por favor, obrigada!

    26/09/2009 às 8:14 pm

  37. Dannie

    Humanos controlados por aliens de 8 cm? Vampiros que brilham no escuro? Alguém por favor me diz quem foi a editora idiota o suficiente para começar a publicar a Meyer? Tem autores MUITO melhores que elas que nunca são publicados…

    E sobre o post, adoro a Tess! Já li quase tds os livros dela. Os livros dela são muitoooo bons, mas o meu favorito é O Jardim de Ossos, que apesar de eu ter achado o final meio forçado, ainda é muito bom! E fiquei com vontade de ler os outros livros da outra autora… Vai para a minha lista de livros, que nem tá com 16 livros para mim ler e eu não tenho tempo, mas tudo bem.

    Ron/Hermione era muito previsivel (mas também era forçado), mas Harry/Ginny foi MUITO forçado. J. K. Rowling pode ter escrito uma série incrivel, mas não tem jeito pra romances/casais. Acho que um dos poucos que eu não achei forçado foi Gui/Fleur, que deu para ver um desenvolvimento começando no quarto livro, passando pelo quinto e pelo sexto e chegando no casamento no sétimo. Lupin/Tonks acho que só PARECE forçado, mas é porque o livro é contado do ponto de vista do Harry e ele não vê o desenvolvimento do romance. /acho/
    Parabéns pelo post, mas uma vez excelente!

    27/09/2009 às 6:20 pm

  38. Bia('.')

    Cada vez mais eu me torno hater, é incrível… Mas eu ainda surto ao ver o trailer de New Moon e vou surtar em novembro vendo o filme, mas isso a gente releva ¬¬’ [2]
    mas só porque nesse filme colocaram a ação q o livro nao tem… e lobisomens gostosos. provavelmente vou sair da sala de cinema pra comprar pipoca nas partes melosas, por serem nojentas e doentes.
    enfim, PARTE DOIS POR FAVOR. mas nada de Naruto rs
    nao conhecia esses casais, e nunca tinha me interessado por essas autoras apesar de ja ter ouvido falar, vou ler o/
    otimo post, demorei a tarde toda pra ler, mas foi ^^

    27/09/2009 às 7:46 pm

  39. Veh

    Então, resumindo: Edward é controlado por um alien.

    27/09/2009 às 9:28 pm

  40. Veh

    Fiz um marca-texto, aliás.

    Tão lindo <3: http://img503.imageshack.us/img503/9198/twilixo.jpg

    27/09/2009 às 9:29 pm

  41. Kate

    Fiquei com vontade de ler esses livros…já estão na minha lista.
    sinceramente acho que a maioria dos casais da literatura é melhor que Edward/Bela. Inclusive Gina e Harry, que apesar de não gostar muito desse casal, conseguimos ver que a Gina não é apenas aquela garotinha a ser salva pelo heroi(apesar de achar que isso foi construido para que ela torna-se perfeita para o Harry).
    Lupin/Tonks acho que só PARECE forçado, mas é porque o livro é contado do ponto de vista do Harry e ele não vê o desenvolvimento do romance.(2)
    Esse é um casal que achei interessante ser comparado, mais não daria por falta de informação. Quando estava relendo HP, comecei a pensar “pq a Tonks deprimida não me irrita tanto quanto a Bela?” percebi primeiro pq o livro não é um livro inteiro sobre ela deprimida(como lua nova é) e segundo pq apesar de ela estar deprimida ela não tenta ficar se matando para ouvir a voz da pessoa amada(isso é muita loucutra!), na verdade em uma cena ela prefere sair daonde ela estava a se encontrar com o Lupin(talvez em uma tentativa de superação?). E apesar da Tonks ser destrada(o que falam que a Bela é, mais para mim aquilo é doença) ela nunca colocou a vida dela em perigo por causa disso e nem ninguem fica protegendo ela, foram que ambos(Tonks e Lupin) tem seus defeitos e suas qualidades(como qualquer ser racional).

    27/09/2009 às 10:32 pm

  42. Lily, obrigado por machucar meu coração. Eu não vou defender H/G. Quer dizer, você argumenta bem demais para eu sequer TENTAR te responder direito.
    Ta, eu vou tentar ¬¬’
    Harry vai percebendo Gina aos poucos. Não é do NADA. Ele começa a perceber que sente falta dela no Expresso Hogwarts, quando ela vai pra cabine do Dino. Depois, ele percebe que o cheiro dela é o mesmo que ele sentiu ao cheirar a Amortência.
    O “gostar” vai se desenvolvendo ao longo do ano letivo. Ao ver a Gina beijando o Dino, o Harry se toca que gosta dela MESMO (ele nem é lerdo -q).
    Gina não mudou de repente no quinto livro. Ela sempre foi assim, só que perto do Harry ela não era ela mesma, pois sempre corava perto dele e blablabla. Como o livro é pelo ponto de vista do Harry, ficou parecendo que ela tinha mudado do nada, mas não, ela apenas parara de ter vergonha perto dele.
    No fato de Gina ser citada em Relíquias, eu quis apontar mais como o quanto que Harry pensa nela, não como um desenvolvimento do livro.
    O amor de Gina era um “xodó”, como foi dito em Cálice. Não sei se em Enígma ela amava o Harry, mas tudo indica que sim, a ponto de tentar esquecê-lo e não conseguir. A quedinha dela foi se desenvolvendo através do tempo, pois, como você mesmo falou, Lily, com dez anos nem se sabe direito o que é amor. Talvez Harry no fim de Enígma não ame Gina (ou não tenha consciência disso), mas sim se preocupe muito com ela.
    A falha da JK foi não fazer um capítulo 37. O reencontro seria algo essencial, ao meu ver.
    Eu não sei porque Harry e Gina é meu casal favorito, simplesmente é. Eu acredito que eles se amam, e que Harry tem essa consciência após a Batalha Final. Pensar em Gina antes de se entregar para a morte foi algo muito significante. Ninguém pensa em alguém assim se essa pessoa não for importante.
    Ufa, desabafei lindamente agora.
    Bjss ;*

    27/09/2009 às 10:57 pm

  43. Twilight Haters

    Nossa Mari, tô até me sentindo mal agora. Desculpa, eu não tinha intenção de te magoar, MESMO. Na verdade, minha intenção sequer era condenar H/G, era só mostrar porque EU acho forçado! E embora eu não goste do casal (e aqui não é não gostar do casal junto, ou não gostar dos personagens, é só não gostar do modo como foi feito), é como eu disse, não é algo que eu ODEIE, eu só não shipo, do tipo “OLHA, H/G FOREVER”. Na verdade, eu não shipo é ninguém naquele HP, e H/G é completamente indiferente pra mim. Sabe, o fato deles terem ficado juntos não me incomoda, não é algo que eu fique “DEUS, EU ODEIO ESSE CASAL, VOU IGNORAR A EXISTÊNCIA DELES”, eu só… não considero bem feito, entende? Eu tenho certeza de que, se JK, talvez, tivesse trabalhado mais, eu provavelmente shiparia, como eu shipo, sei lá, Sakura e Shaoran O.O. Mas eu aceito H/G normalmente, se JK quis eles juntos, bom pra ela, quem sou eu pra achar injusto ou errado? Antes a Ginny do que a Cho, aliás! E a maior prova disso é que eu AMO as fanfics da Tamara, que trabalham exatamente esse casal, bem como a da Sally Owens, que também fica neles, e também as da Nani, na mesma linha. Se eu os odiasse, eu não leria, certo?

    Mas enfim, desculpa de qualquer forma. Espero que o mal entendido esteja entendido agora ^^. É só questão de escrita mesmo, nada mais do que isso!

    28/09/2009 às 1:46 am

  44. Ok, estou sorrindo. Eu achei que você tinha algo contra, desculpe-me o mal entendido ^^
    E sobre magoar, relaxa, eu to meio emo. Assisti UP, Altas Aventuras e chorei o filme inteiro /z Tudo que tem relação a H/G que não fale bem eu fico mal, até lendo H² eu fico mal (desisti de betar uma fic por causa disso).
    A Nani é diva, nem tem o que contestar. Eu AMO as fics da Tamara. A propósito, foi fuçando o perfil dela que eu achei esse blog ^^
    Antes a Ginny do que a Cho, aliás! [2] [s]ou qualquer outra pessoa e -q[/s]

    28/09/2009 às 1:03 pm

  45. mariane

    Não concordo com Naruto e Sakura, mas posso aceitar isso e meu coração continua aberto. (SasuSaku <3) até pq aqui não é pra discussões de Naruto ISAUISAIHSAU

    Gostei do post em si.

    ;*

    28/09/2009 às 5:38 pm

  46. HSUAEHUHSUAEH Eu sabia que ia aparecer alguém falando sobre SasuSaku x)))) – até pq maioria é, de lavada, SasuSaku :B. Mas concordo, devemos todos manter nossos corações abertos para um debate e opiniões contrárias a nossa.

    Anyway, obrigada pelo comentário, Mariane :D

    28/09/2009 às 6:07 pm

  47. anrpa

    Eu sou NaruSaku -ever *.*

    28/09/2009 às 7:39 pm

  48. Marininha Potter

    Olha, no meu mundinho feliz, eu acho que o Sasuke tinha que ficar é comigo v.v Mas como a vida nao é assim, ele pode ficar com a Sakura mesmo (que fique claro que eu assisti Naruto até onde passou no SBT e nunca li o mangá -q). O Naruto tem que ficar com aquela menininha que tem cabelo azul marinho e parece cega (nao que a opiniao de uma poser valha alguma coisa –‘)

    28/09/2009 às 10:09 pm

  49. Twilight Haters

    Ah, eu sou meio NaruSaku, embora eu goste da Hinata (a do cabelo azul). Mas nada que eu shipe MAIS em Naruto do que Shikamaru/Temari… ou Gaara e eu, se puder, eu também não reclamo! ^^

    Falando sério, eu babo no Shikamaru. Aquilo sim é homem de verdade!

    28/09/2009 às 10:48 pm

  50. Twilight Haters

    Ah, Lily acima!

    28/09/2009 às 10:49 pm

  51. anrpa

    Não gosto muito do Sasuke. Na verdade, eu adoro o Kakashi -k

    28/09/2009 às 11:14 pm

  52. A única, ÚNICA coisa que não concordei foi esse momento NaruSaku e Harry/Ginny do post. Os dois casais são muito mal desenvolvidos, na minha opinião. Me deu até vontade de escrever um anti-manifesto para eles.

    Muito bom o post, aliás.

    28/09/2009 às 11:39 pm

  53. Rin

    *Se entrometendo*

    Arght! Odeio de ádio odiado (WTF?) SasuSaku e também NaruSaku… Por dois motivos. I Hate Sakura (Tinha começado a gostar dela em Shippuden, mas ela continua muito inutil) e segunda razão… SasuNaru é mais do que obvio [riscado]Não deem bola para a fã-girl yaoi aqui[/riscado]… Não pelo Sasuke (Aquele F** que matou [/Spoiler?] o mais legal e fodão do manga e ainda se acha o rei da cocada preta[/spoiler] mas pelo Naruto que passou desde o primeiro manga até o Shippuden só pra trazer o querido “amigo” dele de volta.

    Opinião de alguém que acompanha fielmente o manga. ^^ E pelo jeito única SasuNaru lover aqui xD

    29/09/2009 às 8:57 am

  54. Mika, eu vou morrer! Eu escrevo um texto grande falando de H/G e você ainda diz que é mal desenvolvido? Ta, pareý, sem briga. “Violência gera violência, e é por isso que eu afirmo que viver em paz no mundo é booooooooooom (8)”
    Rin, SasuNaru? Pode ser, nada contra v.v
    Lily, ela chama Hinata \õ/ Ta, se você não falasse, eu NUNCA ia lembrar. Ser poser é foda ¬¬’

    29/09/2009 às 1:56 pm

  55. Aaaah, gente, deixem eu ser feliz com NaruSaku, ok? HSAUEHUSHAHE Acho muito mais melhor de bão (WAT) que SasuSaku, ou NaruHina (apesar de apoiar ligeiramente esse casal), mas enfim.

    E ei, nunca disse qual era o melhor casal desenvolvido do mangá. Tenho plena consciência de que o mais desenvolvido, ali, é SasuNaru :B – e eu gosto também q

    29/09/2009 às 8:55 pm

  56. Aliás, nada a ver, mas eu ia gostar de ver o Sasuke morrer q
    Ele tem me irritado TANTO ultimamente @___@ Toda sexta feira que sai mangá, eu fico mais poota da vida com ele @____@*

    Pronto, desabafei. :B

    29/09/2009 às 8:57 pm

  57. E dois total na Lily. Eu babo no Shikamaru, também ¬¬

    29/09/2009 às 8:58 pm

  58. Rin

    Marininha Potter – É que você ainda não chegou na parte “G” do manga/anime! A verdadeira história de amor xD Com certeza não teremos um final yaoi, mas espero que pelo menos seja NaruHina (A Sakura não merece o Naruto ¬¬ e o Sasuke… devia morrer sozinho, matou meu segundo personagem preferido *de Naruto*).

    eu ia gostar de ver o Sasuke morrer q
    Ele tem me irritado TANTO ultimamente @___@ Toda sexta feira que sai mangá, eu fico mais poota da vida com ele @____@*[2]

    Tenho plena consciência de que o mais desenvolvido, ali, é SasuNaru[2]

    29/09/2009 às 11:22 pm

  59. Rin

    Sem falar que as openings de abertura e encerramento de Naruto e Naruto Shippuuden são as mais reveladoras…

    Naruto: Seishun Kyousou Kyoku(Opening 5 – Reparem nas lembranças do Naruto mais ou menos á 1:15 de vídeo), No Boy, No Cry (no coments), Nami Kaze Satellite (No final ele olhando pra bandana do Sasuke *esqueci o nome daquilo… hitaiate?*)

    Naruto Shippuuden: Distance (“You are my Dream” Precisa dizer mais?) Blue Birds (Ele olhando pra pena omg!), Closer (Não parece ter muito, mas tem), Nagareboshi (Não precisa nem comentar que foi quase todo yaoi? Tirando a parte da Sakura), Path~ to you all (Até em A.U. consegue ser SasuNaru! Alguém mais já viu todas as pics do mangá publicado?), Kimi Monogatari (Tem um mínimo lá pelo 1:00 minuto), Mezamero Yasei(fãs sabem o que desenham xD), Sunao Na Niji (Pouquinho mais tem) e Broken Youth (o ending inteiro *__*) Esqueci algum Ô.ô ?

    Ah e desculpa por desviar totalmente do post com meus comentários inúteis, mas pra mim SasuNaru é tão “Cannon” quanto Akihiko e Misaki ^^

    30/09/2009 às 12:07 am

  60. Contanto que não termine SasuSaku, eu to feliz da vida já :B – apesar de querer NaruSaku q.
    Do mesmo modo que muita gente acha que a Sakura não merece o Naruto, o Sasuke não merece a Sakura :B Prefiro ela com o Lee do que ela com o Sasuke, falei!

    E um final yaoi seria digno q [/cof, cof]

    30/09/2009 às 3:28 pm

  61. I don’t know If I said it already but …Great site…keep up the good work. :) I read a lot of blogs on a daily basis and for the most part, people lack substance but, I just wanted to make a quick comment to say I’m glad I found your blog. Thanks, :)

    A definite great read..Jim Bean

    01/10/2009 às 3:44 am

  62. Oh, I think I should thank YOU for reading our blog, Jim Bean :) That was quite suprising noticing we recieved a review in English, really.

    And we surely will do our best to always please our readers – now in a international level, I guess lol.

    Thank you very much for reviewing this article, that means a lot!

    Tamara

    01/10/2009 às 3:33 pm

  63. fanychan

    Parte dois, por favor ^^
    Estou com a Luna Fortunato: Jesse e Suzannah, com certeza.
    Pensei em outro também, Rose e Dimitri de Vampire Academy. [2]
    Dimka é foooda! *¬*

    06/10/2009 às 11:25 pm

  64. Mari Lupin

    Amei DEMAIS esse post. Palmas para você Tamara, merece muito.
    Enfim, tomara que você faça uma parte dois com H/G *-*. Eu não entendo porque as pessoas não curtem o shipper.
    Até a propria JK disse: “O plano, que eu realmente espero ter cumprido, era que o leitor, assim como Harry, descobrisse gradualmente Gina como a menina ideal para ele. Ela é durona, não de um modo desagradável, mas ela é corajosa. Ele precisa estar com alguém que possa “aguentar o tranco” de estar com Harry Potter, porque ele é um namorado assustador de muitos modos. Ele é um garoto marcado. Eu acho que ela é engraçada, e que ela é bem calorosa e passional. Essas são todas as coisas que o Harry requer na mulher ideal dele. Mas, eu sentia — e eu estou falando de anos atrás, quando tudo isso foi planejado — que, inicialmente, ela estava apavorada pela imagem dele. Quer dizer, ele é meio que um deus do rock para ela quando ela o viu pela primeira vez, aos 10 ou 11 anos, e ele é um menino famoso. Por isso Gina também teve que passar por uma jornada… Eu sinto que Gina e Harry, neste livro, são totalmente iguais. Eles merecem um ao outro. Ambos passaram por uma grande jornada emocional, e eles realmente superaram muitas desilusões, para usar sua palavra, juntos. Assim, eu gostei de escrever isso. Eu realmente gosto de Gina como um personagem”.” (fonte: Wikipedia)
    E eu estou com ela :D

    Parabens novamente Tammie! *-*

    14/10/2009 às 12:09 am

  65. Line

    Adoro Harry e Gina, mas concordo com todas as letras que foi p*tamente mal desenvolvido! No filme conseguiu convercer mais! :O

    Cara, pode até gostar de NaruSaku, mas pelo amor de Deus, nem cite esse “casal” até porque não é definitivamente canônico. Realmente, odeio NaruSaku, a Bella se menosprezar o Edward é horrível… mas Sakura tratar o Naruto como saco de pancadas é bem pior…

    Tens direito de citar os casais que quiser, mas cite os que são REALMENTE canônicos tipo sei lá… Inuyasha e Kagome?

    Na realidade, Naruto e Sakura são apenas bons amigos, tanto que no Databook 3 não tem setinha dele para ela, e ela apenas se preocupa, até porque se fosse amor… Naruto seria uma versão piorada masoquista da Bella…

    Bem, NaruHina e SasuSaku forever! Parei!

    25/10/2009 às 12:36 am

  66. Eu não acho que o databook 3 mereça ser tão levado a pena assim :P Até porque, considerando os vinte últimos capitulos, por exemplo, muita coisa foi contra o databook 3:

    Naruto ainda gosta da Sakura – apesar de não ter setinha no databook 3
    Hinata gosta do Naruto – apesar de no databook só dizer “admiração”

    E ela não trata mais ele como um saco de pancadas .-. Anime à parte, quantas vezes ela realmente bateu nele, na nova fase? De início, concordo, Sakura era uma pirralha pentelha muito chata e o Naruto era pior ainda, mas ao longo da história todo mundo foi crescendo e amadurecendo. Praticamente a história toda do mangá se foca em aceitação, reconhecimento e superação, e a Sakura foi uma das que mais demorou a reconhecê-lo realmente como shinobi, pessoa e grande amigo, e acho que hoje não tem mais como menosprezar isso. Não sei, se eu tentasse explicar meu ponto de vista o negócio sairia gigantesco e cansativo HSAUHEUHSA então deixa pra lá xD
    Eu só acho que NaruSaku tem muito mais fundamento e base para se concretizar, caso o autor queira dar uma vazão maior a romance, do que NaruHina e SasuSaku.

    Se bem que, lendo os spoilers hoje que saíram do 469, sinto que vou ter algumas decepções a respeito de casais em Naruto ¬¬” – o que eu mais gosto em NaruSaku que não via nos outros casais era aquela coisa de que parecia que um via o outro como igual, pelo menos nessa nova fase, não como “a parte mais fraca que precisa de proteção”… mas de novo, com esse spoiler… É capaz que eu volte a me focar única e exclusivamente só nas lutas e na história em si e vire literalmente SasuNaru q

    26/10/2009 às 5:54 pm

  67. Sobre o databook, aliás, eu me referia ao “relationship chart”. Aliás, saiu um logo depois da declaração da Hinata, ainda na luta Naruto x Pain, e era oficial. Lá tinha a setinha com “suki” de Naruto para Sakura.

    Aqui: http://images.orkut.com/orkut/photos/OQAAAOAeBzWsmD0XYY4ZrsW6fA3488cWIeEqbER_W22SiVMzgyWQ6gGvlNl2Keh-cvbNdbyr4nK6dXz914fmljTsM0sAm1T1UJi7aCUgUqR0VOnSIwE_gNbztL65.jpg

    :B

    Mas ah gente, sei lá. A questão é: até o namoro estranho que minha cadela tem com um bichinho de pelúcia é melhor que o romance Bella/Edcu, prontofalei! xD

    26/10/2009 às 6:00 pm

  68. Letícia

    Adorei esses casais! Tenho que ler eles nas férias.
    Mas eu li que Jacob Black e Bella Swan são um bom casal. Então, acho que vocês gostariam de Russet Noon, assim como eu gostei.

    29/10/2009 às 10:38 am

  69. fanychan

    Sobre os comentários de The Host…. eu li o livro, e não achei tão horrível assim não… os aliens não têm aparência perfeita, sorriso torto e blábláblá whiskas sachê. Eles se hospedam no corpo de seres humanos (de mendigos feios e sujos também!), tem a medicina mais desenvolvida (por isso não tem mais doenças e a porra toda) e são “pacíficos”, não querem violência, são amáveis e chatos de tão perfeitos. Tanto que isso causa estranhamento nos humanos remanescentes. Ela explica mal como eles vem pra Terra, mas comparando Bella e Melanie, Mel ganha de 1000×1. É um tipo de livro pra se ler quando vai ao banheiro (é MESMO) E os casais estão melhores… Em nenhuma hora ela cita que os carinhas são “perfeitos” (achei isso um salto imenso)
    Eu tenho esperança de que um dia Meyer canse de escrever ou passe a pensar e pesquisar antes de publicar um livro.

    10/11/2009 às 7:04 pm

  70. Letícia

    Eu quero ler The Host, mas o que eu quero ler mesmo é “O pequeno príncipe”.

    10/11/2009 às 8:02 pm

  71. Do you tweet and have a twitter account so I can follow you?

    17/12/2009 às 11:51 pm

  72. Line

    Eu vi esse chart, não confio muito não… Não existe nem seta Naruto e Sasuke! Databook 3 é 100% oficial, isso daí é o tal do “Minibook.”

    Nem tanto… no início o Naruto queria proteger a Sakura. :P E o loiro sabe muito bem que quem ela realmente ama é o Sasuke. XD O autor falou que ela “manipulou os sentimentos” do amigo… e fez aquela declaração mentirosa… Poxa, sacanagem! Se eu fosse NaruSaku ficaria irada com ela e nem ia querer mais saber desse casal. *E falou que ela é arrogante em relação ao Naruto :(*

    Se a Hinata fosse mais desenvolvida seria bom… até porque ela se mostrou bem forte e confiante, cena que eu amei pois finalmente fez algo ao homem que ela ama.

    Por isso que acho Naruto meio sabe… adoro essa coisa de reconhecimento mas só torceria pra esse casal se passasse a borracha em muita coisa, mas como não dá… Ela ainda bate nele e o ofende de idiota. ¬¬ Ainda tem muita coisa que ela precisa amadurecer, apesar de ter sido mais macho que o outro pra matar o Sasuke.

    Até a próxima!

    07/01/2010 às 2:47 pm

  73. Line

    Mas sem entrar muito no mérito de casais, acho que nenhum casal de Naruto deve ser discutido primeiro porque as brigas NaruSaku vs SasuSaku e/ou NaruHina é muito grande. E avisando NENHUM deles é canônico, comparar um casal a Edward e Bella deve/tem que ser canônico. Tem tantos pra discutir… um de shonnen que tem casais canônicos mesmo que não muito desenvolvidos é Goku e Chi-chi; Bulma e Vegeta de Dragon Ball entre outros.

    08/01/2010 às 10:51 am

  74. Line, eu expressei mais como uma opinião minha – na verdade, não tenho intenção em escrever nenhum casal de Naruto na próxima análise pelo simples fato de nenhum ser cannon, e como você mesma disse, teria que falar de casais cannon para comparar com Ed/Bella.

    – aliás, falar de casais de DB dá muito pano para a próxima postagem, como é que eu tinha esquecido deles meldelsdocéu DDD:

    O problema de NaruHina é a falta de desenvolvimento do casal. Sério, eu não ligaria se terminasse com esse casal porque, OMG, eu que sou NaruSaku convicta gamei naquela declaração, foi uma GRAÇA. Eu sou é contra SasuSaku, acho Ed/Bella DEMAIS pra mim :P. A única coisa que é triste em NaruHina é que Kishimoto deixou bem claro que não tem mais interesse em desenvolver/usar a Hinata D: Tipo, trabalhar num extremo que ele já trabalhou, de fazê-la confessar e tal. Isso foi broxante ¬¬

    Sobre a entrevista que fala da manipulação dos sentimentos da Sakura, eu confesso que fiquei fula da vida de início, sim :P Mas acho que tudo não foi de inteira verdade e/ou mentira, por questão de análise de linguagem corporal da Sakura na hora da “confissão” dela. Ela manipulou a situação sabendo dos sentimentos do Naruto por ela, sim, mas não acho que tenha sido de todo uma mentira, o que ela disse para ele.

    Sobre bater nele… Tirando o anime, eu não vejo mais isso acontecer, tanto. A última vez que ela bateu nele foi mais tão “Naruto apanhando da Sakura por força de hábito” que qualquer outra coisa, porque terminou com aquele abraço. E chamar de idiota, não sei, MINHA OPINIÃO, acho que é mais força de hábito de apelido que qualquer outra coisa :P – eu mesma tenho alguns apelidos que para alguém de fora soa ofensivo chamar meus amigos, então vai saber.

    Agora ela manter um sentimento de superioridade com ele? Eu nào vi isso, você pode me passar o link, por favor? xD Fiquei curiosa disso agora :B

    E concordo sobre a guerra de shippers. O negócio é tão ruim quanto H/G x H² x R/Hr já foi um dia. E como era da época dessa guerra interminável, sei o quanto é cansativo D:

    11/01/2010 às 10:08 pm

  75. Acharia muito digno uma parte 2 – 3, 4, (insira o sinal de infinito aqui)- dos casais melhores que Edward e Bella -s

    A escolha dos casais foi maravilhosa. Ok, tenho uma certa paixão pelos livros da Julie, mas não acho que isso afete na minha opinião, é. Uma pena que sejam tão escassos nas livrarias daqui.

    02/06/2010 às 12:56 am

  76. YMC

    Eu sei que não chega a ser bem um casal, mas bem que Severo Snape e Lílian Evans poderia entrar nessa lista…eu sei que ela só gostava dele como amigo(até o quinto ano), mas o Snape coontinuou amando ela e tanto é que quando ele descobre que Voldemort vai matar os Potters, ele não hesita e vai correndo procurar ajuda, muda de lado e passa a espionar Voldemort, que outrora foi seu mestre. Quando Lílian morre, ele passa a ajudar a protejer Harry, mesmo que ele seja filho do homem que mais odeia, e tudo isso pela fidelidade á sua amada. Ele mente, luta, mata e morre…por ela, mesmo que esta já estivesse morta. Isso que é homem de verdade, que nem se compara ao Edward. Ah e claro, sem contar que essa é a história de amor mais bonita e triste de toda a saga de Harry Potter.

    30/07/2010 às 10:44 pm

  77. Tamara

    YMC, essa será uma dica adotada para fazer numa segunda parte dessa postagem :)

    21/08/2010 às 1:48 pm

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s